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Economia

Faturamento da indústria sobe 1,3% em outubro, diz CNI

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A Confederação Nacional de Indústria (CNI) informou que o faturamento real da indústria cresceu 1,3% em no mês passado em relação a setembro. A informação faz parte da pesquisa Indicadores Industriais, divulgada nesta segunda-feira.

Conforme os dados, a utilização da capacidade instalada da indústria teve aumento de 0,1 ponto percentual no mesmo período. No entanto, a tendência de alta revelada pela pesquisa não se refletiu no mercado de trabalho e nos rendimentos. Houve queda de 0,7% na massa salarial real e de 0,3% no rendimento médio real. O nível de emprego ficou estável.

Segundo a CNI, é o quinto mês consecutivo de alta do faturamento, que acumula alta de 3,9% no período.

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Economia

Dólar cai e bolsa sobe, mesmo com decisão de Trump

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A decisão do presidente norte-americano, Donald Trump, de retomar a sobretaxa sobre o aço e o alumínio produzidos no Brasil e na Argentina teve pouco impacto no mercado financeiro. O dólar encerrou em queda. A bolsa de valores subiu.
O dólar comercial fechou na segunda-feira (2) vendido a R$ 4,213, com queda de R$ 0,027 (-0,63%). A divisa continua acima de R$ 4,20, mas operou em baixa durante todo o dia.

No mercado de ações, o dia foi marcado por uma discreta recuperação. O índice Ibovespa, da B3, fechou a segunda-feira com alta de 0,64%, aos 108.928 pontos. Mesmo com o anúncio de Trump, o indicador operou em alta durante toda a sessão.

Mais cedo, o presidente Jair Bolsonaro disse que a desvalorização do real nas últimas semanas deve-se a fatores externos. Segundo o presidente, as tensões comerciais entre Estados Unidos e China, as turbulências no Chile e as eleições na Argentina e no Uruguai têm pressionado o câmbio nos últimos tempos.

Em tese, a imposição de barreiras comerciais pelos Estados Unidos dificulta as exportações brasileiras, reduzindo a entrada de dólares no Brasil e pressionando para cima o dólar. Sobre a decisão de Trump, Bolsonaro disse não ver retaliação comercial e que pretendia conversar por telefone com o presidente norte-americano.

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Economia

Venda de veículos novos cresce 4,38% em novembro frente a 2018

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Em novembro, a venda de veículos novos no Brasil, considerando-se apenas os automóveis e comerciais leves (picapes e furgões), cresceu 4,38% sobre novembro de 2018, mas com retração de 4,24% ante outubro, com o emplacamento de 230.923 unidades. O dado foi divulgado pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).

Considerando o emplacamento de todos os segmentos somados (automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas, implementos rodoviários e outros veículos), houve crescimento de 7,81% em comparação ao mesmo mês do ano passado e queda de 6,05% em relação a outubro, com a venda de 345.386 unidades. Segundo a Fenabrave, a queda em relação a outubro se explica pelo menor número de dias úteis.

“Faltando apenas um mês, para o fechamento do ano, notamos a estabilidade do mercado. Isso é positivo, pois não houve grandes oscilações durante o ano, o que confirma as nossas expectativas para 2019, que deve crescer 10,76% sobre 2018”, disse Alarico Assumpção Júnior, presidente da Fenabrave.

Acumulado do ano

Entre janeiro e novembro deste ano, a venda de todos os segmentos registrou alta de 10,3%, com o total de 3.665.370 veículos novos emplacados. Considerando-se apenas os emplacamentos de automóveis e comerciais leves no acumulado do ano, houve alta de 7,21% sobre o mesmo período do ano anterior, com 2.406.984 unidades licenciadas.

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Veja dicas para usar os pontos do cartão de crédito com segurança

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Quando usado de forma consciente, o cartão de crédito pode ser um forte aliado do consumidor. Além de uma boa opção para compras maiores e que, muitas vezes, precisam ser parceladas, os programas de fidelidade ou de pontos também concedem vantagens ao usuário. Muitas operadoras possibilitam a troca dos pontos por benefícios, que variam desde passagens aéreas até produtos e outros serviços.

Para o economista Claudio Felisoni de Angelo, presidente do Instituto Brasileiro de Executivos de Varejo e Mercado de Consumo (Ibevar), os clubes de pontos podem oferecer diversas vantagens. “É um serviço que pode impactar positivamente nas finanças, garantindo uma certa economia na hora de pagar por alguns produtos”, comenta. Mas o economista alerta também para os riscos do mau uso do cartão. “É preciso apenas utilizar com consciência para não se endividar. Pagar sempre o valor completo da fatura e evitar o parcelamento para não pagar taxas e juros são importantes”, orienta.

Para usar os pontos com segurança, Felisoni dá algumas dicas para identificar as reais vantagens dos programas oferecidos pelas operadoras de cartão de crédito.

Entenda o que são os pontos
Muitas operadoras oferecem um ponto a cada dólar gasto, seja no Brasil ou no exterior. Ou seja, você precisa gastar o valor equivalente ao dólar para conseguir juntar um ponto de vantagem. A quantidade dos pontos vai determinar o “brinde” disponível. Cada agência possui uma conduta própria em relação aos custos e benefícios. Por isso é importante entender como funciona com a sua operadora para definir a melhor estratégia para acumular pontos.

Conheça os benefícios
As milhas aéreas são as trocas mais comuns dos usuários, mas os clubes de fidelidade muitas vezes, também oferecem descontos em produtos, diárias em hotéis, jantares, troca em roupas, eletrônicos, utensílios domésticos, entre outras opções. Para conhecer as possibilidades de resgate, geralmente, cadastre-se no site do programa ou entre em contato com a operadora do seu cartão.

Validade dos pontos
Os pontos possuem prazo de validade. Fique atento para não perder todos os pontos que levou tempo para juntar. Acompanhe a evolução da pontuação na fatura ou no site do cartão.

Valor para transferir os pontos
Clubes de milhagem, como Smiles e Multiplus por exemplo, aceitam pontos externos. Assim é possível acumular os pontos em um único lugar, o que é mais vantajoso quando a intenção é viajar. Por exemplo, se você tiver 15 mil pontos em grupos como o Multiplus, mas precisa completar com mais 2 mil para conseguir pegar as passagens, você pode solicitar a transferência. Geralmente, as operadoras cobram taxa, mas o custo costuma ser baixo e compensa o investimento. Atente-se apenas ao tempo que os pontos levam para migrar, para se planejar sempre que optar por esse serviço.

Anuidade
Em alguns casos, os pontos também são convertidos na anuidade do cartão. Mas, segundo Felisoni, se a operadora concede muitos benefícios, em geral a anuidade pode ser mais alta do que o comum. “Entenda se a taxa vale o que o programa oferece. Compare o preço real do prêmio para avaliar se o desconto vale a pena no momento”, indica o presidente do IBEVAR. Dependendo do valor da taxa, é mais vantajoso ter um cartão sem o clube de fidelidade, mas com anuidade zero.

Limite do cartão
Aqui Felisoni faz um alerta. “Quando o consumidor acumula muitos pontos, significa que está usando o cartão de crédito com frequência. Isso pode gerar dividas difíceis de pagar e pode virar uma bola de neve. É preciso usar com consciência”, orienta o economista.

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