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Vereadores de Anápolis interrompem recesso parlamentar para votar dois projetos de lei

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Os vereadores de Anápolis vão interromper o recesso parlamentar nesta quarta-feira (24.Jan) para votar dois projetos de lei enviados pelo executivo. A sessão extraordinária acontece a partir das 9h30, no plenário Teotônio Vilela.

O primeiro projeto é sobre o reajuste salarial dos professores da rede municipal, definido em 2.95% a partir de janeiro deste ano.

O segundo é para a adequação do orçamento (LDO) para 2018, dos recursos que a Prefeitura irá precisar para este ano.

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NASA pretende enviar primeira mulher a lua até 2024

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50 anos após a missão Apollo 11, que levou o primeiro homem a pisar na lua, a NASA planeja voltar com a primeira mulher a fazer essa viagem. Novas viagens tripuladas estão previstas, além da criação de uma base orbital e da chegada da primeira mulher ao satélite. O objetivo é se aproximar de um projeto de “Lua colonizável” e, assim, criar um lugar para fazer escala antes de chegar até Marte.

A Agência Espacial Americana (NASA) quer estabelecer presença humana permanente na Lua na próxima década. A nave Gateway está em fase de projeto e deverá orbitar o satélite natural. Ela será um “escritório” para os astronautas a cinco dias de viagem da Terra.

A primeira parte da Gateway deverá ser lançada em 2022. Depois, o Sistema de Lançamento Espacial (SLS, sigla em inglês) levará dois novos módulos para acoplar à nave orbital. Toda essa infraestrutura será o núcleo para a exploração humana da Lua, transformando-a em uma base para a próxima missão. Os testes devem começar em uma missão não tripulada no ano que vem.

Primeira astronauta

Jim Bridenstine, diretor-administrativo da Nasa, anunciou em abril deste ano que uma das etapas principais dos planos de exploração é levar a primeira mulher à Lua até 2024, por questão de igualdade. Até hoje, doze seres humanos pisaram no satélite, e todos são homens.

As missões Apollo, que há meio século encabeçaram a corrida espacial dos Estados Unidos contra a União Soviética, não extravasaram para uma discussão de igualdade nas agências espaciais. Na verdade, isso nem era possível, porque a carreira de astronauta na década de 60 exigia testes militares. E o exército americano, assim como acontecia na maior parte do mundo, não aceitava mulheres.

Uma missão americana com uma mulher só ocorreu em 1978, com Sally Ride; os russos foram os pioneiros e enviaram Valentina Tereshkova, em 1963. Desde então, o mundo já realizou 138 lançamentos, com 60 mulheres a bordo. Mas até hoje nenhuma pisou na Lua.

Para essa reparação histórica, a agência americana vai lançar a Artemis, a nova missão para o satélite. O nome é uma homenagem à gêmea de Apollo, a deusa da Lua.

A Artemis pretende descobrir:

•             Como se mover com segurança e desvendar o material do solo da Lua;

•             Como conseguir montar uma estrutura em solo lunar;

•             Testar tecnologias que podem ser aplicadas nas pesquisas em Marte;

•             Como manter seres humanos mais tempo fora da Terra.

O plano inclui também a tentativa de chegar pela primeira vez ao polo Sul da Lua, onde há evidências de gelo, mas ainda sem comprovação se isso de fato representa uma reserva aquática extraterrestre.

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Decisão de Toffoli dá margem para questionamento no caso João de Deus, diz defesa

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Após a suspensão dos processos do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) com base em relatórios do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), a defesa de João Teixeira de Farias, conhecido como João de Deus, disse que a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) abre margem para colocar a situação do líder religioso sob “questionamento”.

O presidente do STF, ministro Dias Toffoli, aceitou um pedido da defesa do senador e suspendeu todos os processos em tramitação no Brasil que tenham compartilhado dados do Coaf com o Ministério Público sem que houvesse autorização judicial prévia para isso.

“Num caso houve informação direta do Coaf para o MP e pode gerar questionamento”, diz o advogado Alberto Toron, que comanda a defesa do médium. Segundo ele, cabe questionamento com relação ao caso que apura lavagem de dinheiro. “Penso que apenas em relação ao que apura a própria lavagem.”

Dois relatórios do Coaf estão no centro do Caso João de Deus. Um deles foi usado para sustentar sua prisão, e foi encaminhado pelo Coaf ao MP de Goiás ainda em dezembro de 2018, assim que as primeiras denúncias contra o médium apareceram na mídia. Segundo este relatório, o médium fez movimentações financeiras de R$ 35 milhões às vésperas da decretação de sua prisão preventiva – o que chamou a atenção do Coaf.

Os investigadores desconfiaram de tentativa de fuga do País. Réu em oito processos por violência sexual contra quase uma centena de mulheres e preso há quase sete meses no complexo penitenciário de Aparecida de Goiânia, João de Deus é suspeito ainda de construir um “império” por meio da extorsão de seguidores, lavagem de dinheiro e prática de crimes contra o Sistema Financeiro Nacional.

Um relatório feito pela força-tarefa que investiga o caso aponta João de Deus como chefe de uma organização criminosa. As provas incluem dois relatórios do Coaf que detalham transações milionárias nas contas do médium e seus aliados, além de e-mails entre membros do grupo, depoimentos de testemunhas e escrituras de imóveis. Os investigadores suspeitam que o médium possa ter acumulado ilegalmente milhões de reais por mais de três décadas.

(Agência Estado)

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Aplicativo que envelhece o rosto ameaça privacidade de usuários

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Nos últimos dias, imagens de pessoas em versões mais velhas delas mesmas viraram a nova febre das redes sociais no país. O responsável por isso foi o aplicativo Faceapp, ferramenta para edição e aplicação de filtros a imagens, como a simulação das faces em idades mais avançadas ou em outros gêneros. Contudo, seu funcionamento e suas normas internas podem abrir espaço para abusos no uso e compartilhamento dos dados de seus usuários.

Segundo o jornal Folha de São Paulo, não há indicação de comportamento malicioso por parte do App, mas não significa que seja uma boa notícia. Por não ser especifica, a política deixa brecha para que as informações sejam utilizadas para fins indesejados no futuro.

Os especialistas recomendam que os usuários peçam a exclusão da conta após terminarem de utilizar o serviço.

O FaceApp está disponível nas lojas de aplicativos Play Store (para o sistema operacional Android) e Apple Store (para o sistema operacional iOS). Na loja Play Store no Brasil estava listado em julho como o principal aplicativo na categoria gratuita. Com nota 4,5 de 5, no momento da publicação desta reportagem, o app chegava perto de 1 milhão de downloads.

O programa é anunciado como uma ferramenta para melhorar fotos e criar simulações por meio de filtros. Nos modelos de edição há possibilidades de mudar cores do cabelo, aplicar maquiagem ou estilos de barba e bigode, entre outros. O sistema de inteligência artificial do app informa que pode encontrar “o melhor estilo para você”.

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