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Tite exalta final no Maracanã: ‘Vou me tornar verdadeiramente técnico da seleção’

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A vitória por 2 a 0 sobre a Argentina, nesta terça-feira, no estádio do Mineirão, deu ao técnico Tite um outro motivo para festejar bem além do resultado. O treinador da seleção brasileira comemorou a vitória na semifinal da Copa América e se diz ansioso pela oportunidade de finalmente dirigir a equipe em uma partida no Maracanã, objetivo que será concretizado na final do próximo domingo.

“Eu vou me tornar verdadeiramente técnico da seleção brasileira. A ‘boleirada’ sempre fala que só se torna jogador se jogou no Maracanã. É a mesma coisa com treinador. Eu vou trabalhar pela primeira vez como técnico da seleção no Maracanã”, afirmou Tite.

O adversário no domingo virá do vencedor do encontro entre Chile e Peru. O jogo está marcado para esta quarta-feira, na Arena do Grêmio. Tite quis em ocasiões anteriores realizar partidas do Brasil no Maracanã. A ideia não foi possível ou pela agenda da seleção brasileira ou por problemas com o estádio.

O último jogo da equipe no Rio de Janeiro foi em janeiro de 2017, em amistoso disputado no estádio do Engenhão. A presença mais recente no Maracanã foi há seis anos, na final da Copa das Confederações. O treinador brasileiro voltou a elogiar o argentino Lionel Messi. Um dia depois de dizer ser impossível anular o camisa 10, novamente Tite não economizou nos elogios. “O Messi é um ‘extraterrestre’. Ele é excepcional, com e sem a bola. Merece nossa consideração e reverência”, afirmou.

Na opinião do técnico, foi o jogo mais difícil desta Copa América e o primeiro em que o Brasil teve menos posse de bola do que o adversário. Tite afirmou que gostou da atuação do Brasil na partida e disse ter ficado realizado ao ver a comemoração dos jogadores após a vitória. “No vestiário os atletas gritavam: ‘au, au, au, juntos na final’. Eles têm a consciência do coletivo. Não tem soberba. A equipe depende bastante da mentalidade dos atletas. Nisso, eles são fortes”, comentou.

Com Agência Estado

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Esporte

Seleção brasileira de basquete fará amistoso contra o Uruguai em Anápolis

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Anápolis será palco de um jogo amistoso de basquete entre as seleções brasileira e uruguaia. A partida será realizada no próximo dia 8 de agosto, às 21h, no Ginásio Internacional Newton de Faria. A previsão é que a seleção brasileira de basquete chegue à cidade goiana no dia 25 de julho para iniciar os treinos. Os trabalhos são preparatórios para a disputa do Mundial da China, de 31 de agosto a 15 de setembro.

Segundo Karim Abrahão, a expectativa para o duelo é de casa cheia. ‘‘O prefeito Roberto Naves quer ver esse ginásio lotado. Queremos mais de 6 mil pessoas presentes’’, diz o secretário Municipal de Esportes, lembrando que o amistoso entre Brasil e Uruguai também terá cobertura dos canais SporTV e FOX, entre outros.

A vinda dos principais atletas da modalidade para a cidade é fruto de parceria firmada entre a Prefeitura de Anápolis, via Secretaria de Esportes, Federação Goiana de Basquete (FGB) e Confederação Brasileira de Basketball (CBB).

Atletas convocados do Brasil

Alex Garcia (ala) – 39 anos – Minas Tênis Clube (MG)
Anderson Varejão (pivô) – 36 anos – Flamengo (RJ)
Augusto Lima (pivô) – 27 anos – San Pablo Burgos (Espanha)
Bruno Caboclo (ala) – 23 anos – Memphis Grizzlies (Estados Unidos)
Cristiano Felício (pivô) – 27 anos – Chicago Bulls (Estados Unidos)
Jhonatan Luz (ala) – 32 anos – Flamengo (RJ)
Leandrinho Barbosa (ala) – 36 anos – Minas Tênis Clube (MG)
Lucas Silva (ala/pivô) – 24 anos – Franca (SP)
Marcelinho Huertas (armador) – 36 anos – sem clube
Marcos Henrique Louzada Silva – Didi (ala/armador) – 20 anos – New Orleans Pelicans (Estados Unidos)
Marcus Vinicius (ala) – 35 anos – Flamengo (RJ)
Rafael Luz (armador) – 27 anos – MoraBanc Andorra (Espanha)
Rafael Hettsheimeir (ala/pivô) – 33 anos – Franca (SP)
Vitor Benite (ala/armador) – 29 anos – San Pablo Burgos (Espanha)
Yago dos Santos (armador) – 20 anos – Paulistano (SP)

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Esporte

Após título, Tite vai acelerar o processo de renovação da seleção brasileira

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Precisando conquistar a Copa América para não ver seu trabalho visando o Mundial do Catar minado – ou até mesmo interrompido – três anos antes, Tite preferiu ser ortodoxo e renovou pouco a seleção que ganhou no último domingo a competição continental. O treinador repetiu 14 nomes que fracassaram na Copa da Rússia. Agora, ele deverá aproveitar que o próximo compromisso oficial será apenas no ano que vem e acelerar a renovação do elenco.

A seleção começará a disputar as Eliminatórias para a Copa do Catar apenas em março, e até lá irá se ocupar com amistosos nas datas Fifa – serão seis jogos entre setembro e novembro. A tendência é de que as partidas sirvam para lançar novos nomes e consolidar atletas mais jovens que tiveram bom desempenho na Copa América. “Vamos construir de novo a equipe, novos atletas vão surgindo, novas promessas vão acontecendo. Para nós, o trabalho de selecionar é difícil. Quem diria que o Everton ia virar titular e ser o melhor em campo na final?”, ponderou Tite após a final diante do Peru.

Na Copa América, a maior renovação aconteceu do meio para a frente, com Richarlison e David Neres, além de Everton. Apenas o jogador do Grêmio deu a resposta esperada à comissão técnica. Com isso, nomes como Vinicius Júnior, do Real Madrid, e Pedro, do Fluminense, devem ganhar espaço. As maiores mudanças, contudo, deverão ser feitas no campo defensivo. Setor mais regular e eficiente desde que Tite assumiu, parte da defesa brasileira está ficando “velha” e dificilmente terá condições de disputar a Copa do Mundo do Catar.

Jogadores mais experientes ainda relutam em reconhecer que seus ciclos na seleção estejam terminando, mas alguns já deixam escapar que avistam o fim da linha. “Esperamos dar continuidade, mas é natural, muitos vão sair”, admitiu o zagueiro Miranda, que fará 35 anos em setembro. Titular no Mundial da Rússia, ele foi desbancado por Marquinhos, de 25, na Copa América. Mesmo assim, o defensor da Inter de Milão espera continuar na seleção. “Tem de dar oportunidade para que os jovens que estão chegando consigam suportar toda a pressão de jogar na seleção brasileira. A gente mostrou isso com a mescla de experiência e juventude.”

Marquinhos já vê uma nova base surgindo, mas ao mesmo tempo evita considerar uma mudança muito grande. “Alguns jogadores surgem, outros caem um pouco de nível. Acho que todos aqui podem estar na Copa do Mundo. Isso não depende da idade”, destacou, citando as atuações de Daniel Alves e Thiago Silva.

Titular na decisão, o lateral-esquerdo Alex Sandro tem a admiração de Tite desde antes da Copa da Rússia. Deverá permanecer na seleção e tem tudo para virar o dono da posição, pelo menos nas próximas convocações. Isso porque, além de ser mais novo, seus principais concorrentes, Filipe Luís e Marcelo, caíram bastante de rendimento em seus clubes na temporada passada.

Criação
O setor que mais preocupa Tite é o mesmo de sempre: o de criação. O treinador sofreu com isso na Rússia, depois da Copa e no torneio continental recém encerrado. Falta alguém para ditar o ritmo no meio de campo. Philippe Coutinho apresenta altos e baixos, mas é bem visto por Tite pela capacidade de finalização.

Arthur, que se destaca pela qualidade do passe, ainda parece retraído na seleção. Nenhum dos dois tem a característica de “ritmista” esperada pelo técnico, mas continuarão sendo chamados porque são úteis na engrenagem montada pela comissão técnica. Quem também deve ganhar novas chances é o volante Allan.

“O pensamento é esse, de continuar. Nos treinamentos e nas oportunidades que tive, acho que deixei uma boa impressão”, avaliou o jogador. (Agência Estado)

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Estados Unidos vence a copa do mundo feminina na França

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O título da Copa do Mundo feminina segue com os Estados Unidos. Campeães da última edição, a seleção estadunidense enfrentou a Holanda na final do Mundial neste domingo (jul. 7), no Stade de Lyon, e consquistou novamente a medalha de ouro da competição vencendo por 2 a 0, com gols de Rapinoe e Lavelle.

A vitória garantiu aos Estados Unidos seu quarto título da Copa do Mundo feminina em oito edições disputadas. As norte-americanas também ficaram com a medalha de ouro em 1991, 1999 e 2015. Com 100%, sete vitórias em sete jogos, as norte-americanas se isolaram ainda mais como a seleção com mais títulos do torneio, a única outra seleção a levar mais de uma vez o título mundial foi à Alemanha, vencedora em 2003 e 2007.

Em sua primeira final de Mundial e a segunda participação no torneio, a seleção feminina da Holanda surpreendeu ao segurar o forte ataque norte-americano em boa parte do jogo. Em um lance de infelicidade da defesa holandesa, Van der Gragt cometeu pênalti em Morgan, e, após checagem do Árbitro de Vídeo, a arbitragem assinalou pênalti, convertido por Rapinoe. Mais tranquilas, as norte-americanas ainda acertaram contra-ataque perfeito com Lavelle e ampliaram.

Até o final da partida, a goleira Veenendaal continuou sendo figura essencial para impedir que as holandesas sofressem uma goleada, fazendo defesas difíceis sempre que a defesa da equipe falhava.

Depois do apito final, as jogadoras americanas formaram uma roda no meio do campo e se abraçaram, comemorando o segundo título consecutivo da competição.

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