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Cultura

Temporada das Cavalhadas de Goiás começa no dia 9 de junho

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A temporada 2019 das Cavalhadas de Goiás começa na próxima semana. A festa cultural e religiosa é realizada há mais de 200 anos, sendo uma das mais tradicionais do calendário goiano. Neste ano será entre os dias 9 de junho e 8 de setembro em 11 municípios goianos.

As cavalhadas passam pelos municípios de Pirenópolis, Santa Cruz de Goiás, Palmeiras de Goiás, Posse e Jaraguá. Na sequência, vêm as Cavalhadas em Crixás, Hidrolina, São Francisco de Goiás, Santa Terezinha de Goiás, Corumbá de Goiás e Pilar de Goiás.

A festa une religiosidade, cultura, turismo, economia e valorização do patrimônio imaterial do Estado, mobilizando os moradores locais e visitantes, revivendo toda uma tradição histórica. Além disso, pode se tornar um dos patrimônios culturais do Brasil.

Programação

Pirenópolis: 9, 10 e 11 de junho

Santa Cruz de Goiás: 8 e 9 de junho

Palmeiras de Goiás: 22 e 23 de junho

Posse: 8 e 9 de junho

Jaraguá: 9 e 10 de junho

Crixás: 29 e 30 de junho

Hidrolina: 15 e 16 de junho

São Francisco de Goiás: 15 e 16 de junho

Santa Terezinha de Goiás: 20 e 21 de julho

Corumbá de Goiás: 6, 7 e 8 de setembro

Pilar de Goiás: 7 e 8 de setembro

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Cultura

Já estão abertas as inscrições para o projeto bolsa cultura, em Anápolis

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Estão abertas as inscrições para a audição do programa Bolsa Cultura, em Anápolis. Os candidatos precisam ter idade mínima de 16 anos, estarem cursando ou ter concluído o ensino médio e também é necessário ter conhecimento em nível médio ou avançado em Ballet Clássico. As inscrições para as audições são gratuitas e deverão ser feitas pessoalmente até o dia 28 de agosto na Secretaria Municipal de Cultura, situada na Avenida São Francisco, nº 269 – Bairro Jundiaí, de segunda a sexta-feira, das 8h30 às 11h30 e 14h30 às 17h30.

Para realizar as inscrições é necessário o preenchimento da ficha e de cópias da carteira de identidade, CPF, comprovante de endereço, currículo artístico e documentos comprobatórios. No caso de menores de 18 anos, é necessário o acompanhamento e assinatura da ficha pelo responsável. A audição é dividida em duas etapas: análise de currículo e a aula prática e acontecerá no dia 29 de agosto.

O ‘Bolsa Cultura’ oferece uma ajuda de custo no valor de R$ 400 e a duração é enquanto o artista cumprir as exigências do programa. A presença nos ensaios, frequência das aulas e atendimento da agenda de apresentações do grupo são alguns requisitos para manter a Bolsa. O cadastro de reserva vigora até o dia 31 de dezembro deste ano, caso haja algum desligamento de bolsista, é convocado o suplente.

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Cultura

Cavalhadas de Goiás podem se tornar Patrimônio Imaterial do Brasil

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Realizadas há mais de 200 anos, as tradicionais Cavalhadas de Goiás podem se tornar Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil. As festas ocorrem entre junho e setembro, movimentam as cidades e atraem visitantes. Segundo o Governo Estadual, o pedido foi entregue ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) nesta segunda-feira (19. Ago).

No documento criado a pedido da Superintendência de Patrimônio Histórico, Cultural e Artístico da Secretaria de Cultura de Goiás (Secult Goiás), são evidenciados aspectos históricos, estéticos e sociais das festas das Cavalhadas.

O pedido detalha como, ao longo de dois séculos, as festividades se enraizaram no cotidiano das comunidades, consolidando-se como relevante expressão para a compreensão da identidade e memória da sociedade brasileira.

Além do governador Ronaldo Caiado (DEM) e do secretário da Secult, Edival Lourenço, os prefeitos de 11 municípios que sediam as Cavalhadas assinam o texto que solicita o reconhecimento do Iphan.

Para o chefe do Executivo estadual, o reconhecimento do Iphan é merecido e muito importante para as Cavalhadas de Goiás pelo significado histórico. Já o secretário acredita que os eventos tradicionais representam o que há de mais original na cultura goiana.

Tradição

O cenário das Cavalhadas consiste em uma representação das batalhas entre cristãos e mouros que ocorreram durante a ocupação moura na Península Ibérica (século IX ao século XV). A festividade ocorre em 11 municípios: Pirenópolis, Santa Cruz de Goiás, Palmeiras de Goiás, Posse, Jaraguá, Crixás, Hidrolina, São Francisco de Goiás, Santa Terezinha de Goiás, Corumbá de Goiás e Pilar de Goiás.

São dois exércitos com 12 cavaleiros cada, que durante três dias se apresentam, encenando a luta. Em meio a tudo isso, os mascarados saem às ruas, a cavalo ou a pé, fazendo algazarras. Entre uma região e outra, pequenas mudanças são percebidas nas Cavalhadas. Porém, todas têm a mesma tradição e regra. É um evento que ocorre logo após os festejos do Divino Espírito Santo.

Registro

O pedido de tombamento das Cavalhadas de Goiás será inserido dentro do Registro de Bens Culturais de Natureza Imaterial. Por meio dele, se reconhece que um bem faz parte do patrimônio cultural da nação brasileira. O registro é efetivado por meio da inscrição em um ou mais livros.

No caso das Cavalhadas, a tendência é que, aprovado, o registro possa ser inserido no Livro de Registro das Celebrações (para rituais e festas que marcam a vivência coletiva do trabalho, da religiosidade, do entretenimento e de outras práticas da vida social) e/ou no Livro de Registro de Formas de Expressão (destinado à inscrição de manifestações literárias, musicais, plásticas, cênicas e lúdicas).

Com informações Mais Goiás

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Cultura

Cinemas têm até janeiro para garantir acessibilidade a cegos e surdos

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A partir do dia 1º de janeiro de 2020, todas as salas de cinema do país serão obrigadas, sob pena de multa, a oferecer aparelhos de acessibilidade para deficientes visuais e auditivos. A determinação está na Instrução Normativa 128/2016, da Agência Nacional do Cinema (Ancine). Até o dia 16 de setembro deste ano, os exibidores precisam ter atingido a meta de 35% das salas dos grandes complexos e 30% das salas dos grupos menores.

Segundo o secretário-executivo da Ancine, João Pinho, o dia 16 de junho foi o primeiro prazo para o cumprimento das metas, com a exigência de 15% das salas de grandes complexos oferecendo os recursos de legendagem, legendagem descritiva, audiodescrição e Língua Brasileira de Sinais (Libras) para quem solicitar.

“Agora a gente entrou efetivamente na segunda fase, que é monitoramento do cumprimento em si. Ainda tem um pouco de orientação, mas já começa com a fiscalização pelos complexos. Estamos acompanhando semanalmente pelos sistemas internos da agência e de acordo com o plano de fiscalização, que envolve visitas técnicas quando necessário. Estamos divulgando a lista dos cinemas que se declaram acessíveis”.

Segundo o último levantamento feito pela agência, divulgado no fim de junho, a meta de 15% havia sido cumprida. A lista das salas com os recursos pode ser consultada na internet e o próximo levantamento deve ser divulgado no início de setembro.

Pinho explica que as exigências de acessibilidade para o setor de cinema no Brasil começaram em 2014, com a obrigatoriedade de todos os filmes produzidos com recursos públicos oferecerem os recursos para audiência de cegos e surdos. E desde 16 de junho todos os filmes, inclusive estrangeiros, já estavam adaptados.

“Se a gente colocasse a obrigatoriedade logo, o exibidor não ia ter conteúdo acessível para oferecer ao público alvo. Isso era para criar um estoque de filmes e também de séries, porque vamos começar isso depois para a TV. Então a gente já teve 100% dos filmes nacionais, agora 100% dos filmes de qualquer nacionalidade e em 1º de janeiro 100% dos cinemas”.

O secretário explica que não há dados sobre a utilização dos recursos de acessibilidade nas salas, mas para o ano que vem o sistema da Ancine que contabiliza a bilheteria dos cinemas do país vai trazer essa informação. Além disso, ele destaca que duas câmaras técnicas montadas dentro da agência, uma sobre acessibilidade e outra com os exibidores, acompanha a implementação das medidas para avaliar a eficácia e qualidade dos serviços oferecidos.

“Tem as duas câmaras técnicas para dar o feedback, como melhorar o equipamento, aumentar o número de equipamentos disponíveis se tiver muita demanda, legenda em libras malfeita, por exemplo. Daí teremos que fazer campanhas para melhorar essas coisas”.

Segundo Pinho, o Brasil é pioneiro na área, sendo o único país que exige exibição cinematográfica com língua de sinais. “Temos recebidos feedbacks qualitativos, muito emocionantes, de pessoas com deficiência que nunca tinham ido ao cinema na vida, pessoas que nunca viram ou asistiam filme sem entender. A gente vê que está impactando positivamente a vida dessas pessoas”, explicou.

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