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Economia

Ricardo Amorim vem à Anápolis para “animar” investidores

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Apesar das notícias da instabilidade política e econômica no Brasil, alguns empresários têm apostado na melhora do mercado. Em Anápolis, o lançamento do Gran Life atraiu médicos, advogados e um seleto público para participar da conferência com grandes nomes no cenário internacional.

O economista e jornalista Ricardo Amorim esteve pela primeira vez na cidade para explicar sobre investimentos e animar aos presentes quanto a adquirir em um empreendimento que chega à Anápolis com grandiosidade, mas também em um cenário de incertezas política e econômica.

“É impressionante como a cidade cresceu. É diferente ver perto do que ler, ver os números e o empreendimento fala por si só”, exclamou o jornalista já no início da coletiva de imprensa.

A afirmação otimista vai de encontro com o objetivo dos organizadores do evento. Mostrar para as mais de 700 pessoas presentes que é viável investir no setor imobiliário e que o segmento escolhido pela Gran Life é promissor.

“Trazer a consultoria do Sírio Libanês para cá. O País passou por momentos difíceis que bateu em todo lugar, inclusive aqui na região. Há dois anos, a economia virou, mas o mercado imobiliário demora mais. O mercado depende do crédito e de confiança. Duas coisas que demoram para voltar, mas está começando”, garantiu Ricardo Amorim.

Ricardo Amorim defendeu que unir a necessidade de Saúde, que será crescente no Brasil inteiro porque a população fica mais velha, e a necessidade de imóvel, pela mesma razão, cresce a necessidade.

“Une a economia brasileira que vem se sustentando, pelo menos oito trimestre, alguns setores tem tendência a longo prazo de expansão”, disse Ricardo Amorim.

Mas o economista também citou algumas realidades do risco de investimentos como, por exemplo, o cenário político nacional.

“Neste momento o investidor está acreditando menos do que acreditava antes do governo fazer bagunça. A Reforma da Previdência é necessária. O governo tem uma equipe técnica de qualidade na Saúde, Agricultura, entre outras pastas, e esse pessoal está trabalhando para melhorar o Brasil. O governo não é o todo. São vários núcleos”, avaliou o jornalista.

Ricardo Amorim ressaltou que o governo Bolsonaro precisa se dar bem com os congressistas, para a aprovação da Reforma da Previdência, e a economia não entre em outra crise.

“A população vai ficar desesperada, vão sair a caça as bruxas para saber quem é o culpado. O que a sociedade pode fazer neste cenário é cobrar. Cobrar melhorias”, disse Amorim.

Anápolis tem o primeiro prédio mixed use, um complexo imobiliário que tem o foco nos serviços de saúde e reunirá um hospital, centro clínico, salas comerciais, um shopping center e uma torre residencial com home service. 

A unidade hospitalar que fará parte do empreendimento contará com consultoria do renomado Hospital Sírio-Libanês, de São Paulo. A localização será uma das mais nobres de Anápolis, na Avenida Goiás, no Centro. O projeto prevê uma área construída de 57.000 m² e envolverá investimentos da ordem de R$190 milhões.

Desde o dia 25 de maio, são vendidos lojas, consultórios e os espaços de comércio aos interessados em integrar o Gran Life.

À frente do mega empreendimento estão as empresas Atmo Desenvolvimento Imobiliário, ABL Prime e Queiroz Silveira Construtora e Incorporadora.

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Economia

Safra recorde de grãos deve chegar a 240,7 milhões de toneladas

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A Companha Nacional de Abastecimento (Conab) divulgou os números do 10º Levantamento da Safra de Grãos 2018/2019. De acordo com a companhia, o Brasil deve registrar novo recorde da série história com uma produção de cerca de 240,7 milhões de toneladas. A previsão de crescimento é de 5,7%, o que representa 13 milhões de toneladas acima da safra 2017/18. A área plantada está prevista em 62,9 milhões de hectares, um aumento de 1,9% em relação à safra anterior.

O levantamento mostra que o milho segunda safra deve ser um dos maiores destaques do período, com previsão de produção recorde de 72,4 milhões de toneladas, crescimento de 34,2%. Já o milho primeira safra deve ficar em 26,2 milhões de t, queda de 2,5%. A produção de algodão deve aumentar cerca de 32,9%, o que equivale a 6,7 milhões de algodão em caroço ou 2,7 milhões de algodão em pluma. Para a soja, a previsão é de redução de 3,6% na produção, atingindo 115 milhões de toneladas. As regiões Centro-Oeste e Sul representam mais de 78% dessa produção.

Os produtos com maiores aumentos de área plantada foram o milho segunda safra (819,2 mil ha), soja (717,4 mil ha) e algodão (425,5 mil ha). A soja apresentou um crescimento de 2% na área de plantio, chegando a 35,9 milhões de ha.

Produções no inverno

A Conab estima uma produção de trigo de 5,5 milhões de toneladas em uma área estimada em 1,99 milhão de ha, 2,4% menor que a área plantada em 2018. As demais culturas de inverno (aveia, canola, centeio, cevada e triticale) apresentam um leve aumento na área cultivada, passando de 546,5 mil ha para 552,2 mil ha. As condições climáticas vêm favorecendo as lavouras.

* Com informações da Conab

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Economia

Inflação oficial é de 0,01% em junho, diz IBGE

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A inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), ficou em 0,01% em junho deste ano.

Ela é inferior ao 0,13% de maio e ao 1,26% de junho do ano passado. É o menor percentual mensal desde novembro de 2018 (-0,21%).
 
Segundo dados divulgados hoje (10), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o IPCA acumula inflação de 2,23% no ano e de 3,37% em 12 meses.

As deflações (quedas de preços) de 0,25% dos alimentos e de 0,31% dos transportes foram os principais responsáveis por conter o IPCA em junho.
 
Entre os itens que mais influenciaram as quedas de preços dos alimentos estão as frutas (-6,14%) e o feijão-carioca (-14,8%).

No grupo de transportes, o principal impacto para a deflação veio dos combustíveis (-2,41%), com destaque para a queda de 2,04% no preço da gasolina.
 
Por outro lado, o aumento de 0,64% no custo de saúde e cuidados pessoais foi o que mais contribuiu para que o IPCA não fosse negativo em junho.

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Economia

Pequenos negócios têm até segunda para retornar ao Simples Nacional

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As micro e pequenas empresas (MPE) excluídas do Simples Nacional têm até a próxima segunda-feira (15) para requerer o retorno ao sistema. O Comitê Gestor do Simples Nacional (SGSN) editou, no último dia 3, resolução que permite a volta ao Simples. Esse regime tributário diferenciado reúne, em um único documento de arrecadação (DAS) os principais tributos federais, estaduais, municipais e previdenciários.

Podem retornar ao programa negócios que tenham sido excluídos no primeiro dia do ano de 2018, que tenham aderido ao Programa Especial de Regularização Tributária das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte optantes pelo Simples Nacional (Pert-SN) e não tenham cometido nenhuma das vedações previstas na Lei Complementar nº 123.

Dentre outras atividades proibidas, a lei complementar prevê que não podem optar pelo Simples empresas que trabalham com gestão de crédito, operações de empréstimo, financiamento de crédito, que tenha sócio domiciliado no exterior ou que tenha dentre os sócios entidade da administração pública, direta ou indireta, federal, estadual ou municipal ou que possua débito com o INSS, ou com as fazendas públicas Federal, Estadual ou Municipal.

Para o presidente do Sebrae, Carlos Melles, o Simples Nacional tem impacto direto na sobrevivência da micro e pequena empresa. “Estudos realizados pelo Sebrae mostram que, se o modelo de tributação acabasse, 67% das empresas optantes fechariam as portas, seriam empurradas para a informalidade ou reduziriam suas atividades. Por isso, esta Resolução é tão importante, representa uma oportunidade para as micro e pequenas empresas”, destaca.

A opção de retornar ao Simples Nacional poderá ser feita até o dia 15 de julho por meio de um formulário na página do programa na internet. O requerimento deve ter a assinatura do contribuinte ou de um representante legal.


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