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Economia

Postos de combustível têm preços menores em Dia Livre de Imposto

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Para abastecer sem impostos, motoristas fizeram filas quilométricas em postos de Brasília desde a madrugada de hoje (30), quando ocorre o Dia Livre de Imposto. A iniciativa ocorre em 19 estados e a ideia é mostrar o peso da carga tributária no bolso dos brasileiros com a adesão de comerciantes que vendem produtos com o valor sem tributos.

Organizado pelo sistema Confederação Nacional de Dirigentes Logistas, a campanha está na 11ª edição e hoje conta com a participação de 142 cidades dos 19 estados, totalizando 2.369 lojas.

Às 4h da manhã já tinha motorista em posto de combustível na região central de Brasília. Pelo menos dois estabelecimentos aderiram ao movimento limitando o abastecimento a 20 litros de combustível e o pagamento apenas em dinheiro. Willer Cristiam de Alencar, motorista, chegou às 5h e já encontrou uma fila de cerca de um quilômetro. Participando pela primeira vez do Dia Livre de Imposto, ele aprovou a iniciativa.

“É minha primeira vez aproveitando esse desconto. Devia ser assim em todos os postos, 365 dias por ano. São muitos caros esses impostos cobrados. Se reduzissem, conseguiriam equilibrar mais o preço do nosso combustível, disse.

O vigilante Augusto César dos Santos chegou um pouco mais tarde, 6h da manhã e, apesar da longa espera para abastecer, aprovou a iniciativa e considera que é uma boa forma de conscientizar a população sobre o peso dos impostos. “Acho sensacional conscientizar a população para corrermos atrás dessa reforma tributária”, disse.

A administradora Eva de Deus entrou na fila por volta de 4h45. Ela participa pela terceira vez da campanha Dia Livre de Imposto, e defendeu a iniciativa como uma oportunidade de protestar. “Essa é uma forma que a gente tem de manifestar contra os impostos abusivos que o governo impõe. Tanto os empresários quanto nós, consumidores finais, não aguentamos mais pagar tanto imposto”, disse.

Reforma tributária

O presidente da CDL Jovem do Distrito Federal, Ítalo Portela Sousa, explicou que a data busca chamar a atenção da sociedade para a necessidade de uma reforma tributária que torne o sistema mais justo e simplificado.

“Esse dia surgiu da necessidade de protestar contra a alta carga tributária associada a uma má devolução de serviços à sociedade. O Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário afirma que o brasileiro trabalha, em média, 153 dias por ano só para pagar imposto, o que equivale a cinco meses”, disse.

De acordo com a Confederação Nacional de Dirigentes Logistas, também participam do Dia Livre de Imposto o comércio em geral e shoppings e da cidade. Produtos como maquiagem e eletrônicos chegam e ter cargas tributárias de 58% e 43%, respectivamente, informou a entidade.

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Economia

Caixa oferece crédito a caminhoneiros e juros podem ser de 2,29%

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A Caixa está oferecendo a caminhoneiros linha de crédito pessoal, com taxas de juros que variam entre 3,29% e 3,99% ao mês, podendo chegar a 2,29% para clientes com conta salário no banco, além de prazo de até 72 meses e carência de até 90 dias.

As novas condições fazem parte da campanha Você no Azul na Estrada, que, além de oferecer descontos na regularização de dívidas, passa a conceder crédito para a categoria.

A campanha oferece até 90% de desconto em dívidas com atraso. Na renegociação do crédito comercial, por exemplo, os caminhoneiros podem unificar os contratos em atraso e parcelar em até 96 meses; realizar uma pausa no pagamento de até uma prestação vencida ou a vencer; e efetuar a repactuação de dívida, com possibilidade de aumento do prazo.

A proposta também engloba contratos habitacionais, em que os clientes podem pagar uma entrada e incorporar as demais parcelas em atraso; incorporar as prestações em atraso ao saldo do contrato; e utilizar o saldo do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para reduzir em até 80% o valor de 12 prestações, inclusive até três prestações atrasadas.

Canais de atendimento
Para atender aos caminhoneiros, a Caixa estará em 10 postos de combustíveis distribuídos pelo país nos dias 17 e 18 de outubro. A lista com as localidades pode ser consultada no site ou pelo telefone 0800 726 8068 (opção 😎.

Para quem já possui o limite aprovado, o crédito pessoal pode ser contratado por meio dos terminais de autoatendimento, Internet Banking e pelos telefones 3004-1105 (Capitais), opção 2/4, ou 0800 726 0505 (demais cidades).

A renegociação dos contratos em atraso pode ser feita por meio do site, via telefone e WhatsApp 0800 726 8068, nos perfis do banco no Facebook e no Twitter, nos caminhões Você no Azul e nas agências da Caixa.

Na habitação, os clientes contam ainda com a possibilidade de renegociar pelo serviço Habitação na Mão do Cliente nos telefones 3004-1105 (Capitais), opção 7, ou 0800 726 0505 (demais cidades).

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Economia

Competição entre bancos reduz juros do crédito imobiliário

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Com a competição entre os bancos, em um cenário com taxa básica de juros (a Selic) no menor nível histórico, os juros do crédito imobiliário estão em queda. Entre os cinco maiores bancos, a taxa mínima varia entre 7,30% ao ano a 7,99% ao ano.

No último dia 8, após bancos privados, a Caixa Econômica Federal anunciou redução de até 1 ponto percentual nas taxas de juros para os financiamentos imobiliários com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimos (SBPE). A menor taxa passou de 8,5% ao ano para 7,5% ao ano; e a maior de 9,75% ao ano para 9,5% ao ano. As novas taxas serão válidas a partir desta segunda-feira (14).

O professor da Fundação Getulio Vargas (FGV) e especialista no mercado imobiliário Pedro Seixas afirma que os bancos “despertaram” para o crédito imobiliário devido à demanda habitacional. “É uma linha de crédito que cria uma relação de longo prazo com o cliente e tem garantia real que é o próprio imóvel. É um crédito muito interessante também para os bancos e eles despertaram para essa modalidade e estão competindo mais pelo mercado”, disse.

Para Seixas, ainda há espaço para redução dos juros, não somente por influência da redução da Selic, mas também por causa da linha de crédito corrigida pela inflação, lançada pela Caixa Econômica Federal.

A nova linha tem saldo corrigido pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Nesse financiamento, a taxa mínima é o IPCA mais 2,95% ao ano e a máxima, o IPCA mais 4,95% ao ano. Nas outras modalidades, a correção é pela Taxa Referencial (TR). “Essa inovação tem potencial de impacto muito grande na competitividade e, portanto, de redução dos custos para as famílias”, disse Seixas.

A Caixa lidera o mercado de financiamento imobiliário, com 69% de participação.

Portabilidade

Para o professor da FGV, as reduções nas taxas de juros estimulam a portabilidade do crédito imobiliário. “Os juros mais baixos tendem a beneficiar a portabilidade de contratos antigos, com taxas menos interessantes”, disse. Entretanto, antes de aderir à portabilidade, ele aconselha a analisar os custos com cartório, a taxa do contrato original e o tempo que ainda resta para quitar o empréstimo.

Taxas de juros

O banco Santander informou que iniciou a redução das taxas do crédito imobiliário ainda em 2017. Em julho deste ano, foi feito o terceiro corte, com taxa mínima chegando a 7,99% ao ano.

No final de setembro, foi a vez dos demais bancos. O Bradesco anunciou redução da taxa de juros mínima de sua linha de crédito imobiliário de 8,20% ao ano mais TR para a partir de 7,30% ao ano mais TR, com taxas válidas a partir deste mês. No Banco do Brasil, a taxa mínima foi reduzida para 7,40% ao ano mais TR. No Itaú Unibanco, a taxa mínima foi ajustada para 7,45% ao ano mais TR.

Apesar das reduções, nem sempre o cliente consegue fazer o financiamento com a taxa mínima porque o banco avalia o perfil do cliente, o histórico de relacionamento, o prazo do financiamento, entre outros critérios, para definir a taxa. Além disso, os bancos oferecem as taxas mais baixas para novos contratos ou para casos de portabilidade, que é a transferência do contrato de um banco para outro, com condições mais benéficas para o cliente.

Especialistas orientam os clientes a observarem não somente a taxa de juros, mas o Custo Efetivo Total (CET) do financiamento, que inclui além dos juros, outros custos como seguros e taxas administrativas.

Modalidades de crédito imobiliário

As principais modalidades de crédito no momento atual têm recursos captados, principalmente, dos depósitos de poupança pelos bancos e outras instituições financeiras integrantes do SBPE, composto pelo Sistema Financeiro de Habitação (SFH) e pelo Sistema Financeiro Imobiliário (SFI).

O SFH é voltado para os financiamentos de imóveis de menor valor e tem parte das unidades financiadas com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Esse sistema é regulamentado pelo Governo Federal, que estabelece condições como o valor máximo de avaliação do imóvel igual a R$1,5 milhão e o custo efetivo máximo igual a 12% ao ano.

O SFI é destinado a imóveis mais caros, sem cobertura do FGTS e sem regulamentação do governo.

Além dessas modalidades e da nova linha com correção pelo IPCA da Caixa, ainda há a modalidade Pró-Cotista do FGTS, oferecida por alguns bancos. O Pró-Cotista é uma linha de financiamento que utiliza os recursos do Programa Especial de Crédito Habitacional ao Cotista do FGTS. O programa financia imóveis novos e usados e tem prazo de até 30 anos. Para contratar um financiamento nesta linha, é preciso ter conta ativa no FGTS e um mínimo de 36 contribuições. Caso a conta esteja inativa é necessário ter saldo superior ou igual a 10% do valor do imóvel.

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Economia

Anápolis se destaca em ranking de negócios, diz pesquisa

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Anápolis avança 21 posições referente a 2018 e é considerada a terceira melhor cidade goiana para se fazer negócios, se tornando a 57ª no País, segundo estudo publicado nesta semana pela Revista Exame. Em Goiás, só perde para a capital (23ª posição no ranking nacional) e Catalão (45ª).

O Estudo das Melhores Cidades para Fazer Negócio, realizado pela Urban Systems, avalia as cidades brasileiras com mais de 100 mil habitantes com as melhores condições econômicas, de infraestrutura e serviços para se investir.

Anápolis é uma das cidades que mais crescem no Estado de Goiás, além disso, também é a segunda maior em empregabilidade, ficando atrás somente da capital (Goiânia).

Segundo dados do CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), só no primeiro quadrimestre de 2018 foram geradas mais de 1.449 novas vagas.

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