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Segurança

PM apreende cerca de 200 quilos de maconha em Rio Verde

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Uma denúncia anônima levou a Polícia Militar a apreender cerca de 200 quilos de maconha em Rio Verde. O caso aconteceu na madrugada desta quarta-feira (10/7), no Setor Água Lindas.

Segundo a PM, o disque denúncia recebeu a informação sobre tráfico de drogas em uma região da cidade. Ao se deslocar até o endereço, os policiais encontraram um jovem na porta de uma casa dirigindo um VW Gol.

O rapaz, de 21 anos, percebeu a presença da polícia e tentou correr, mas foi detido. Além de 209 tabletes da droga, no interior da casa a PM encontrou balança de precisão e outros objetos utilizados para preparo da maconha e placas veiculares sem procedência.

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Segurança

Operação apreende mais de 200 celulares no Complexo Prisional de Aparecida

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Uma operação envolvendo servidores da Diretoria-Geral de Administração Penitenciária (DGAP), polícias Civil e Militar, Superintendência de Polícia Técnico-Científica (SPTC), Corpo de Bombeiros e Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu mais de 200 telefones celulares, além de carregadores, chips de telefonia móvel, armas brancas, um roteador de internet e drogas na Penitenciária Odenir Guimarães (POG), no Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia. A ação foi realizada na terça-feira (8/10).

Segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP), trata-se da maior varredura preventiva realizada na história do presídio. A última feita no local foi realizada há dois anos em reação a um motim iniciado num dos pavilhões da penitenciária. No total, foram vistoriadas todas as 420 celas de oito alas.

O secretário de Segurança Pública Rodney Miranda acompanhou toda a operação. Segundo ele, um dos principais objetivos é aumentar ainda mais o controle do sistema penitenciário goiano. “Fizemos uma varredura completa. Todo o trabalho realizado é fruto de um planejamento minucioso que vai contribuir para reforçar a segurança do Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia. Todos os objetos terão sua origem apurada pelo nosso serviço de inteligência. Queremos saber como eles entraram lá. Se for comprovada qualquer participação de agentes públicos, vamos trabalhar para que sejam responsabilizados”, afirmou.

De acordo com o titular da SSP, sempre que for necessário, operações neste sentido serão realizadas dentro dos presídios goianos. “Vamos continuar atuando com muito rigor também dentro das unidades prisionais para evitar que ações criminosas sejam ordenadas de lá de dentro”, garantiu.

Rodney Miranda também reiterou que já está em andamento um planejamento para ampliar o número de vagas e melhorar a estrutura física da unidade. “Estamos trabalhando de forma conjunta com o Judiciário e o Ministério Público para melhorar nossa estrutura e garantir que a segurança nos presídios seja cada dia maior. O fortalecimento do sistema prisional é uma das principais determinações do governador Ronaldo Caiado”, arrematou.

Segundo o diretor-geral de Administração Penitenciária, coronel Wellington Urzêda, além de permitir um controle mais rígido da Penitenciária Odenir Guimarães, a operação também deve refletir na segurança nas ruas. “Essa operação impede que os detentos tenham acesso à comunicação com o lado de fora. Isso é fundamental para que possíveis ocorrências criminais sejam evitadas. Tenho certeza que a ação vai contribuir com reduções ainda mais expressivas dos indicadores criminais”, explicou.

Desde o início de 2019, o Governo de Goiás, por meio da SSP e da DGAP, realizou diversas medidas para garantir o controle efetivo das unidades prisionais do Estado. Em setembro, cerca de 200 detentos de alta periculosidade que estavam custodiados no Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia e nas unidades de Anápolis e Formosa foram transferidos para a Unidade Prisional Especial de Planaltina de Goiás. O local, inaugurado na atual gestão, conta com os mais modernos equipamentos de segurança.

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Segurança

EUA afirmam que míssil norte-coreano não foi disparado de submarino

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O Departamento de Defesa dos Estados Unidos (EUA) afirma que o míssil lançado pela Coreia do Norte, na quarta-feira (2), parece ter sido disparado de uma plataforma com base no mar e não de um submarino.

O porta-voz do Estado-Maior das Forças Armadas, o coronel da Força Aérea, Patrick Ryder, disse à imprensa que tudo indica que se tratava de um míssil balístico de curto a médio alcance.

Ryder disse ainda que o míssil teria sido lançado a partir de uma plataforma ao largo da cidade de Wonsan, no leste do país, e que sobrevoara cerca de 450 quilômetros de extensão, antes de cair no Mar do Japão.

Esta foi a primeira vez que os Estados Unidos divulgaram sua análise.

Ryder não esclareceu a posição americana sobre o tipo do míssil disparado.

O porta-voz do Pentágono, Jonathan Hoffman, informou que o secretário de Defesa, Mark Esper, falou por telefone com o secretário japonês, Taro Kono, no mesmo dia.

O porta-voz acrescentou que os dois chefes de Defesa concordaram que os testes norte-coreanos foram desnecessariamente provocativos e que o país deveria parar com essas mobilizações.

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Segurança

Polícia Federal apura possível crime ambiental em litoral brasileiro

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A Polícia Federal instaurou um inquérito para apurar a origem da substância, de aspecto oleoso, encontrada em diversas praias nordestinas. De acordo com informações divulgadas hoje (2) pela PF, a ação foi tomada assim que surgiram as primeiras notícias do aparecimento de manchas de óleo nas praias ainda no mês de setembro.

As investigações estão concentradas na Superintendência Regional da PF no Rio Grande do Norte, contando com a participação das áreas de combate aos crimes ambientais, de inteligência e de perícia.

A Polícia Federal afima que as diligências estão em andamento e contam com a participação de diversas instituições, dentre elas o IBAMA, a Marinha do Brasil, Universidade Federal Rural de Pernambuco e o Ministério da Defesa (CENSIPAM).

O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) monitora a situação desde o dia 2 de setembro. As manchas chegaram a todos os estados do Nordeste, com exceção da Bahia. Uma investigação do Ibama, com apoio do Corpo de Bombeiros do Distrito Federal, aponta que o petróleo que está poluindo todas as praias seja o mesmo, e a origem não é do Brasil.

* Com informações da Polícia Federal 

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