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Pais reconhecem importância da amamentação exclusiva nos seis primeiros meses do bebê

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O leite materno é completo com nutrientes e, além disso, contém anticorpos que protege o bebê de adquirir doenças respiratórias diarreias e afins. É o que diz a coordenadora do Banco de Leite de Anápolis, Raquel de Castro.

Reinaldo Carvalho, pai do Samuel de três meses, contou que seu bebê se alimenta exclusivamente do leite materno.

“A gente sabe que é muito importante à amamentação, então a gente não dá outra coisa para ele e nem aceitamos que alguém dê”, declarou o pai de Samuel.

Além disso, Reinaldo detalha que seu filho tem crescido muito forte e para ele a alimentação exclusiva com o leite materno é o que tem dado certo.

Andressa Ázara, mãe da Amora de cinco meses, contou que durante sua gestação ela fazia muitas pesquisas sobre amamentação, pois por ser sua primeira filha ela tinha receio.

Ela descreve que nos primeiros 15 dias a mama estava muito sensível, mas que sua filha teve a pega correta desde os primeiros dias, portanto, ela nunca teve problemas e que a bebê mama em livre demanda.

“Eu faço amamentação exclusiva, e no horário que ela quer, eu não marco horário não, quando ela quer, ela mama, e por enquanto só no peito”, disse.

De família de profissionais da área da saúde, Andressa ressalta que a sua filha tem se desenvolvido bem.

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Saúde

Começou nesta quinta-feira, 22, vacinação preventiva contra o sarampo

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A partir desta quinta-feira (22. Ago), as crianças de seis meses a menores de 1 ano devem ser vacinadas contra o sarampo em todo o país. Segundo o Ministério da Saúde, a vacinação é preventiva e deve alcançar 1,4 milhão de crianças, que não receberam a dose extra, chamada de dose zero, além das previstas no Calendário Nacional de Vacinação, aos 12 e 15 meses.

“Assim, além dessa dose que está sendo aplicada agora, os pais e responsáveis devem levar os filhos para tomar a vacina tríplice viral (D1) aos 12 meses de idade (1ª dose); e aos 15 meses (2ªdose) para tomar a vacina tetra viral ou a tríplice viral mais varicela, respeitando-se o intervalo de 30 dias entre as doses”, esclarece o ministério.

A pasta enviará 1,6 milhão de doses a mais para os estados. O objetivo é intensificar a vacinação desse público-alvo, que é mais suscetível a casos graves e óbitos. A medida é uma resposta imediata do ministério devido ao aumento de casos da doença.

De acordo com o ministério, o país registrou nos últimos 90 dias, entre 19 de maio a 10 de agosto deste ano, 1.680 casos confirmados de sarampo, em 11 estados: São Paulo (1.662), Rio de Janeiro (6), Pernambuco (4), Bahia (1), Paraná (1), Goiás (1), Maranhão (1), Rio Grande do Norte (1), Espírito Santo (1), Sergipe (1) e Piauí (1). O coeficiente de incidência da doença foi de 0,80 por 100.000 habitantes.

Além de vacinar as crianças na faixa etária prioritária, o ministério, por meio da Secretaria de Vigilância em Saúde, também orienta estados e municípios a realizarem o bloqueio vacinal. Ou seja, em situação de surto ativo do sarampo, quando identificado um caso da doença em alguma localidade, é preciso vacinar todas as pessoas que tiveram ou tem contato com aquele caso suspeito em até 72 horas.

Com informações Agencia Brasil

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Saúde

Ministério da Saúde confirma primeiro caso de sarampo em Goiás

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Em último boletim publicado nesta quarta-feira (20. Ago) o Ministério da Saúde divulgou que além de São Paulo e Rio de Janeiro, outros sete estados tiveram confirmados casos de sarampo, entre eles, Goiás. A informação do MS é que o caso foi registrado em Alto Paraíso. Segundo a Secretaria de Saúde de Goiânia, há outro caso na capital sendo investigado por meio de exames e a confirmação deve sair já nos próximos dias.

Por meio de nota, a Secretaria de Saúde do Estado de Goiás afirmou que “não existe cadeia de transmissão ou surto ativo de sarampo em Goiás até o momento”, isso porque segundo o posicionamento “se infectou em São Paulo” e apresentou “os sintomas em Santa Catarina”, apesar de residir em Alto Paraíso de Goiás aonde foi internada. “A paciente passou todo o período de transmissão da doença em Santa Catarina”, explica.

Entre 19 de maio a 19 de agosto, foram confirmados 1.680 casos em oito estados brasileiros, mais 7.487 estão em investigação e 1 mil foram descartados após análise. O surto é fortemente concentrado no estado de São Paulo, responsáveis por 1.662 casos, 98,9% do total, com ocorrências em 74 municípios.

Depois de São Paulo vêm Rio de Janeiro (6 casos), Pernambuco (4) e o Distrito Federal (3). Os demais estados possuíam, até ontem, apenas um episódio confirmado cada um. São Paulo é o principal foco, com cadeias de transmissão a partir dos 74 municípios onde há informação de circulação do vírus.

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Saúde

Saúde recomenda dose extra contra o sarampo em bebês menores de 1 ano

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O Ministério da Saúde passou a recomendar a vacinação contra o sarampo em crianças com idade entre 6 meses e 11 meses e 29 dias para combater a disseminação do vírus no país. Nessa faixa etária, segundo a pasta, será ofertada uma dose complementar, chamada de dose zero, como já acontece em campanhas como a de combate à poliomielite. A orientação foi apresentada em entrevista coletiva na sede do órgão, em Brasília.

Entre 19 de maio e 10 de agosto deste ano, foram confirmados 1.680 casos de sarampo no Brasil, além de 7,5 mil casos em investigação. No período, de acordo com o ministério, não houve mortes confirmadas decorrentes da enfermidade.

Após um surto envolvendo estados da Região Norte no início do ano, um novo surto foi registrado no estado de São Paulo, que concentra, atualmente, 1.662 casos em 74 municípios – 98,5% do total de casos. Em seguida aparecem Rio de Janeiro, com seis casos, e Pernambuco, com quatro. Com um caso estão Goiás, Paraná, Maranhão, Rio Grande do Norte, Espírito Santo, Bahia, Sergipe e Piauí.

A recomendação da vacinação adicional de crianças com idade entre 6 meses e 11 meses e 29 dias se deve ao fato deste ser o público com maior potencial de contágio. O coeficiente de incidência em bebês de até 1 ano é de 38,28 casos para cada grupo de 100 mil, enquanto a média de todas as faixas etárias ficou em 4,12. Normalmente, a imunização acontece por meio de duas doses, aos 12 meses e aos 15 meses de vida.

“Temos observado uma incidência elevada em menores de 1 ano. É fundamental estabelecermos estratégia diferenciada para essa faixa etária, olhar para as crianças menores de 1 ano com especial atenção”, declarou o secretário de vigilância em Saúde, Wanderson de Oliveira.

Jovens adultos

Além dos bebês, outro público que preocupa o ministério é o de jovens adultos. A pasta destacou a necessidade de pessoas de 20 a 29 anos regularizarem a vacinação contra o sarampo – o grupo tem coeficiente de incidência de 9 casos para cada grupo de 100 mil, mais que o dobro da média nacional. A orientação vale especialmente para São Paulo, estado com muitos casos e alta densidade populacional.

De acordo com o ministério, pela rotina de imunização estabelecida, pessoas com até 29 anos devem já ter recebido duas doses contra o sarampo. Já quem tem entre 30 e 49 anos deve ter tomado pelo menos uma dose. O secretário ponderou, contudo, que não há necessidade de corrida aos postos de saúde e que a regularização pode ser feita tranquilamente.

Difícil controle

Questionado sobre as razões da propagação do sarampo no país, Oliveira argumentou que a natureza do vírus e de sua transmissão dificultam o controle, especialmente com um surto em uma região como o estado de São Paulo.

“O sarampo é doença de transmissão respiratória. É rastilho de pólvora. Para cada caso, podemos ter 18 pessoas infectadas. É extremamente complexa a contenção da situação viral, principalmente num estado com a densidade demográfica que São Paulo tem”, disse. Entre os principais obstáculos, segundo ele, estão a falta de imunização em adultos jovens e a dificuldade de conscientização desse público. 

Estoque

O secretário relatou que já foram disponibilizadas 7,5 milhões de doses da vacina para o estado de São Paulo, além do apoio a campanhas de comunicação para sensibilizar os públicos mais afetados pelo vírus. Ele acrescentou que as vacinas adicionais para bebês devem totalizar cerca de 1,6 milhões de doses e que os estados estão abastecidos, mas que o governo está buscando um estoque complementar com fornecedores externos.

O representante do ministério apontou como problema a atuação de movimentos antivacina que, segundo ele, se alimentam de desinformação e notícias falsas para recusar a imunização necessária. O ministério disponibilizou uma seção em seu sitepara desmentir notícias falsas e oferecer outras informações.

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