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Cultura

Obras de Frida Kahlo inspiram coleção de tênis da Vans

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A linha Vault da Vans acaba de ter Frida Kahlo como inspiração para a coleção de tênis com estampas de obras da artista mexicana.

Os calçados da marca trazem partes das pinturas ‘Autorretrato com Colar de Espinhos e Beija-flor’, originalmente criada em 1940 e atualmente exposta na cidade de Austin, no Texas; ‘As Duas Fridas’, no Museo de Arte Moderno de México, na Cidade do México; e ‘Natureza Morta: viva a vida’, presente no Museu Frida Kahlo, também localizado na Cidade do México. As peças são limitadas e podem ser encomendadas nas autorizadas da marca ou no site da Vans aqui

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Cultura

Festa literária de Paraty é sucesso de público, debate e autores

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A 17ª Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), encerrada ontem (14) na cidade histórica de Paraty, na Costa Verde do estado do Rio de Janeiro, recebeu 42 autores em seu programa principal, dos quais 24 mulheres e 18 homens, de 13 nacionalidades – Angola, Argentina, Brasil, Burundi, Canadá, Cabo Verde, Espanha, Estados Unidos, Israel, Nigéria, Portugal, Reino Unido, Venezuela.

O autor homenageado nesta edição foi Euclides da Cunha.Houve alta em relação aos 33 escritores convidados na programação principal  da Flip 2018.

Além dos escritores, participaram do Programa Principal da Flip 2019 a Universidade Antropófaga, com 19 integrantes, na apresentação de abertura da festa; o Núcleo de Arte Mundana Companhia, com 11 membros, do evento Máquinas do Tempo; e Roberta Estrela D’Alva e o Núcleo Bartolomeu, da Flip Slam (batalha de poesias). Já o programa educativo contou com 57 autores.

Ao todo, 636 programas para a Flip deste ano foram cadastrados no site. 

Acessos e redes sociais

A festa teve forte movimentação nas redes sociais. O aplicativo Flip, lançado no último dia 10, registrou 3 mil usuários ativos. No Instagram, os posts alcançaram mais de 1,5 milhão de pessoas; a média das stories foi de 2 mil visualizações; e a hashtag#Flip2019 foi usada 2 milhões de vezes. No Facebook, as postagens atingiram mais de 150 mil pessoas. No You Tube, os vídeos contabilizaram 15 mil visualizações e 2,3 mil horas assistidas.

Foram registrados 8.813 acessos no Auditório da Matriz, onde ocorreram as mesas literárias da Flip, com ingresso pago; 12.973, no Auditório da Praça; 1.525 na Biblioteca Casa Azul; 3.326 na Central Flipinha; 640, no Barco Educativo; 246, na Terra Nova-Máquinas do Mundo, e 237, no Cinema da Praça.

A Flip 2019 contabilizou 452 contratações de prestadores de serviços, sendo 197 diretas e 255 indiretas, constituídas de mão de obra de fornecedores.

Livros mais vendidos

A feira também teve movimento intenso de venda de livros. A obra Memórias da Plantação, da autora portuguesa Grada Kilomba, editora Cobogó, teve 648 exemplares vendidos; e a nigeriana Ayobami Adebayo, Harper Collins, autora do livro Fique Comigo vendeu 546 exemplares.

Também foram muito procurados os livros Ideias para adiar o fim do mundo, do líder indígena brasileiro Ailton Krenak, Cia. das Letras (373); o livro Também os brancos sabem dançar, do autor angolano Kalaf Epalanga, Todavia (272); Meu pequeno país, do rapper e romancista do Burundi Gael Faye, Radio Londres (268); Uma noite Markovitch, da escritora Ayelet Gundar Goshan, de Israel, editora Todavia (263); Sobre o autoritarismo brasileiro, da historiadora brasileira Lilia Moritz Schwartz, Cia. das Letras (213); Maternidade, da canadense Sheila Heti, Cia. das Letras (211); Lugar de fala, da filósofa brasileira Djamila Ribeiro, Polén (179); e Oráculo da noite, do neurocientista brasileiro Sidarta Ribeiro, Cia. das Letras (175).

Realização

Em entrevista hoje (15) à Agência Brasil, a curadora da Flip 2019, a jornalista e editora Fernanda Diamant, disse estar muito feliz com os resultados da festa. “O que eu imaginava se realizou de forma muito próxima. Acho que chegou na meta, com adesão do público. Tivemos recorde de presença no teatro, sala cheia”, afirmou. Até as mesas matinais, que costumam ficar menos ocupadas, receberam bastante público.

O total de 8.813 visitantes somente no Auditório da Matriz foi 19% maior do que o registrado na edição 2018 da Flip. No público total, o aumento estimado foi de 10%.

A jornalista também comemorou a participação infantojuvenil na Flip. “Tivemos muita participação dos jovens de Paraty. É um desejo da equipe e da Flip fazer atividades educativas. Isso aconteceu antes e durante o evento”. Segundo ela, as crianças que visitaram a festa participaram de atividades não só da programação principal, mas das ações paralelas.

Aplicativo

O aplicativo lançado durante o evento permitiu acompanhar, em tempo real, gratuitamente, as atividades da Flip 2019, por meio de transmissões ao vivo das mesas do programa principal e dos melhores momentos. A curadora celebrou os 3 mil usuários ativos conquistados durante o evento.

A partir de hoje (15), o aplicativo ganhará conteúdo exclusivo para assinantes, que terá, inclusive, debates e conteúdos selecionados das 17 edições da festa e entrevistas exclusivas com autores. São dois planos de assinatura do aplicativo: o mensal, no valor de R$ 35/mês, e o anual, por R$ 249, parcelados em até dez vezes.

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Cultura

Programação da Flip movimenta a cidade de Paraty

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Em sua 17ª edição, a Feira Literária Internacional de Paraty (Flip) traz uma extensa programação que segue até o próximo dia 14. Entre as instituições que participam da feira este ano está o Museu da Língua Portuguesa, que foi atingido por um incêndio e passa por reconstrução. Em Paraty, o museu promoverá o primeiro ‘Flip Slam’, ou batalha de poesia falada, com convidados de seis países (Cabo Verde, Portugal, Brasil, Inglaterra, Estados Unidos e Espanha). O ‘Flip Slam’ acontecerá no dia 12 de julho. Com curadoria de Roberta Estrela D’Alva, uma das pioneiras do movimento slam no Brasil, a batalha de poesia internacional será realizada no Auditório da Praça.

Já o slam da Língua Portuguesa reunirá artistas nacionais na Casa da Cultura de Paraty, com microfone aberto ao público. A apresentação é de Emerson Alcalde, do Slam da Guilhermina, de São Paulo. O Museu da Língua Portuguesa também apresenta uma mesa literária, no dia 11, com o escritor e músico angolano Kalaf Epalanga e com o rapper e romancista Gaël Faye, natural do Burundi e criado na França.

Literatura e música

Na exposição interativa “A Energia da Língua Portuguesa”, na Praça Aberta, os visitantes conhecerão expressões típicas do idioma português e peculiaridades da língua nos países onde ela é falada. O público poderá participar ainda de gincanas, entre outras atrações.

Museu do Ipiranga

O Salão Nobre da Casa de Cultura de Paraty vai abrigar uma exposição com imagens históricas que mostram o início da construção do Museu Ipiranga, em 1885, e a modificação do espaço urbano ao redor do prédio ao longo dos séculos. No local, acontece no dia 12, às 10h30, a mesa literária “D. Pedro I – O Coração do Rei”, com a historiadora e jornalista Iza Salles e a historiadora e museóloga Vera Tostes.

No sábado (13), às 10h30, o Salão Nobre sediará debate sobre a história da construção do Museu do Ipiranga e as intervenções que serão feitas para sua recuperação, a partir de setembro deste ano. Na mesa, a diretora do Museu, Solange Ferraz de Lima, e Pablo Hereñú, arquiteto responsável pelo projeto de restauração do edifício monumento.

Música e poesia luso-brasileira

O palco instalado em frente à exposição “A Energia da Língua Portuguesa” receberá a cantora e compositora Adriana Calcanhotto no dia 11, às 22h30. No dia 12, será a vez do artista português Dino d’Santiago, vencedor este ano do Play – Prêmios da Música Portuguesa, nas categorias Melhor Artista Solo, Melhor Álbum (Mundo Nôbu) e Prêmio da Crítica. A apresentação está programada para começar às 23h50 e terá participação do músico angolano Kalaf Epalanga.

No sábado (13), às 14h15, será a vez de o rapper Vinicius Terra. Professor de português e literatura, o artista é considerado pioneiro na cultura hip-hop por buscar o fortalecimento dos laços entre os países de língua portuguesa.

Gastronomia

A Flip não é somente um evento literário. Para o dia 12, às 12h, está programado, no Salão Nobre da Casa de Cultura, um showcooking com o chef português Miguel Laffan, vencedor de uma estrela Michelin, e Ana Bueno, chef do restaurante Banana da Terra, de Paraty. Eles vão preparar juntos uma receita que vai reproduzir as técnicas de sabores da culinária portuguesa de séculos passados.

Sesc na Flip

Cerca de 100 atrações estão previstas para o espaço do Serviço Social do Comércio (Sesc) na Flip 2019. Exposições, oficinas, bate-papos, cafés literários, lançamentos de livros, cinema, música e intervenções artísticas ocorrerão em quatro espaços fixos: unidade Santa Rita, na Casa Edições Sesc, unidade Caborê e espaço do Areal do Pontal. Todas as atividades são abertas e gratuitas.

Haverá shows musicais com os cantores Chico Cesar; Cátia de França; e Dandara Manoela, que apresentará o álbum Retrato Falado e a Orquestra Mundana, formada por músicos brasileiros, imigrantes e refugiados.

Para crianças

Para o público infantil, estão previstas brincadeiras e leitura no espaço “Ler e brincar é só começar”, na unidade Santa Rita, durante os quatro dias da Flip. No Sesc Areal do Pontal, o bate-papo “Criança escrevendo para crianças” contará com a presença da escritora amazonense Beatriz Guimarães Menezes, de 18 anos, cujo primeiro livro foi publicado aos 8 anos. Haverá, ainda, contação de histórias, intervenções poéticas, performances circenses e apresentações artísticas.

Record e autores

O Grupo Editorial Record leva à cidade de Paraty quase vinte autores, dos quais quatro participam da programação oficial da Flip: as jornalistas Cristina Serra e Marilene Felinto; o crítico de cinema Ismail Xavier e o historiador José Murilo de Carvalho. Monica Benício, companheira da vereadora Marielle Franco, morta há mais de um ano no Rio de Janeiro, junto com seu motorista Anderson Gomes, participará de mesa literária sobre Euclides da Cunha na Casa Libre & Sta. Rita de Cássia, no dia 12, às 18h30, ao lado do biógrafo Mário Magalhães.

Outro escritor que se dedica à temática do sertão brasileiro, Graciliano Ramos, será o foco do debate programado para sexta-feira (12), às 15h, do qual participarão seu neto, o também escritor Ricardo Ramos Filho, e o biógrafo Mário Magalhães.

Brejeiras

Lançada em abril do ano passado, a Revista Brejeiras é escrita por cinco mulheres lésbicas (Camila Marins, Cristiane Furtado, Laila Maria, Luísa Tapajós e Roberta Cassiano) e se destina a igual público. Durante a Flip, as editoras são as convidadas da Casa Philos, onde promoverão o lançamento da quarta edição da revista.

Independentes

Com o espírito de colaboratividade, os espaços Casa Libre e Santa Rita da Cassia se uniram para participar da 17ª edição da Flip e prometem atrair, além de escritores, muitos leitores, com a meta de destacar iniciativas que incentivam a leitura.

“Queremos também reforçar a bandeira da bibliodiversidade, outra marca dessa parceria com a produtora cultural Cassia Carrenho”, disse a presidente da Liga Brasileira de Editoras (Libre), Raquel Menezes. Ela entende que a união das duas casas traz uma oportunidade de mostrar, de forma prática, que por meio da colaboratividade é possível fazer muita coisa dentro do mercado editorial e com um objetivo único de garantir acesso à leitura.

No dia 10, a Casa Libre e Santa Rita da Cassia vão desenvolver uma programação voltada exclusivamente para os professores. Nesse mesmo dia, entre outras atrações, haverá o workshop “Bibliotecas transformadoras”, conduzido por Renata Costa, secretária-executiva do Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL).

Na sexta-feira (12), o destaque será a tecnologia. A “Tarde Digital”, em parceria com Árvore de Livros, Bibliomundi, Bookwire e Storytel, vai debater como usar o conteúdo digital para transformar pessoas em leitores.

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Cultura

Brasileiro recebe prêmio de Melhor Instrumentista de Cordas na Suíça

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O violista Natanael Ferreira, ex-aluno do Itego em Artes Basileu França, recebeu, no último dia 25 de junho, em Genebra, na Suíça, o prêmio de Melhor Instrumentista de Cordas em Mestrado Solista do ano.

O músico faz parte de um grupo de jovens talentos brasileiros que se apresentaram, nos dias 29 e 30 de junho deste ano, na festa anual da Música de Genebra, com um repertório de músicas de compositores como Heitor Villa-Lobos, Pixinguinha, Ary Barroso, Tom Jobim, Zequinha de Abreu e César Guerreiro Peixe. O concerto encantou o público com a música popular brasileira, abrangendo do clássico ao popular. 

Estiveram presentes na cerimônia de entrega do prêmio a embaixadora do Brasil em Genebra, Susan Kleebank; o ministro de Ciências e Tecnologia do governo brasileiro, Marcos Pontes – dentre outras autoridades. 

“Foi muito gratificante receber esse prêmio internacional, pois construí uma carreira desde que comecei a estudar no Basileu França – e também em Anápolis, onde nasci. Essa é uma premiação de grande porte para a carreira de um músico. É uma forma de reconhecimento, e serve também para avaliar os meus resultados enquanto artista. Sou muito dedicado aos concertos e às turnês em que toco, e nem sempre tenho tempo para refletir sobre meu trabalho como um todo. Receber um prêmio como esse, reconhecido em toda a Europa, me deixa extremamente feliz. Agradeço aos meus familiares, amigos, professores, patrocinadores e, especialmente a Deus, que sempre me ajudaram muito. Receber o prêmio do ano de Melhor Instrumentista de Cordas de Genebra é, sem sombra de dúvida, um grande marco na minha carreira”, afirma o músico brasileiro, que já ganhou outros prêmios na Suíça e na França. 

Carreira do jovem músico 

Natanael Ferreira começou seus estudos musicais, tocando piano, aos 9 anos de idade. Aos 12, optou pela viola com o incentivo do tio, o maestro Eliseu Ferreira. O músico fez parte da Orquestra Sinfônica Jovem de Goiás (OSJG) e da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (Osesp). Ele também participou de vários festivais nacionais e internacionais de música.

Atualmente, o violista Natanael Ferreira tem 24 anos e estuda na Escola de Altos Estudos de Música de Genebra (Hemge), na Suíça, onde terminou o bacharelado, e hoje cursa mestrado na especialidade Solista, na classe do professor Miguel da Silva. Além disso, ele é residente na Queen Elisabeth Music Chapel, em Bruxelas, na Bélgica, juntamente com os outros integrantes do Aurora Piano Quarteto – essa escola é considerada uma das melhores academias de música do mundo. 

O violista goiano realiza concertos como solista e músico de câmara, na Suíça e na França, destacando-se como um dos grandes jovens talentos brasileiros, segundo críticos musicais europeus. 

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