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Política

“Nada preocupante”, diz Ludhmila Hajjar sobre situação de Caiado

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Responsável pelo atendimento de Ronaldo Caiado no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, a médica cardiologista Ludhmila Hajjar informou, nesta quinta-feira (10/10), que o caso do governador de Goiás “não é nada preocupante”. “Nada que nos deixe alarmado”, disse em entrevista à Rádio Manchester News, de Anápolis. Hajjar  acompanha Caiado há cerca de 10 anos.

Depois da realização de um cateterismo, Caiado passou por uma angioplastia e teve um stent implantado.Conforme destacou a médica, o governador passou por uma nova bateria de exames na capital paulista. “Exames também na parte gastrointestinal, mas tudo dentro da normalidade”. 
 Caiado foi internado inicialmente no Hospital do Coração, em Goiânia, na tarde de quarta-feira (9/10), mas a família do governador achou mais prudente a transferência para São Paulo para que Ludhmila Hajjar, que já acompanha Caiado há vários anos, desse continuidade ao atendimento. “Lembrando que o atendimento em Goiânia foi excelente. Foi um atendimento rápido e feito por uma equipe muito capaz”, destacou a médica do Sírio-Libanês ao completar que “Goiânia tem hoje uma estrutura hospitalar completamente capaz de atender uma situação como a dele [Caiado]”. 

Boletim médico
De acordo com o último boletim médico, divulgado na tarde desta quinta (10/10) pelo Hospital Sírio-Libanês, Caiado encontra-se estável, com previsão de alta nos próximos dias.

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Política

Racha do PSL é melhor coisa que poderia ter ocorrido, diz líder do governo

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O deputado federal Major Vitor Hugo (PSL-GO), que é líder do governo Jair Bolsonaro na Câmara dos Deputados, festejou em sua conta no Twitter o racha vivido pelo seu partido. Segundo o parlamentar, o PSL passa por uma “depuração” que “redundará na criação da Aliança pelo Brasil”, partido que o grupo político do presidente tentará pôr de pé até às eleições municipais de 2020.

“A depuração do PSL, que redundará na criação da Aliança pelo Brasil, é a melhor coisa que poderia ter acontecido. Máscaras caindo, interesses sendo desvendados; personalidades escancaradas. Viveremos o melhor momento da República a partir da criação do nosso novo partido”, tuitou o deputado.

A Aliança pelo Brasil foi anunciada na última quarta-feira, 13, como o partido que deve receber o presidente da República, Jair Bolsonaro, e os parlamentares mais ligados a ele.

O presidente espera que mais de 20 deputados do PSL deixem o partido comandado por Luciano Bivar (PSL-PE) e desembarquem na Aliança.

A nova legenda, no entanto, ainda precisa ser criada. Bolsonaristas se movimentam para acelerar o processo de coleta de assinaturas necessário para requerer o registro da sigla junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

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Política

Reforma administrativa pode demorar um pouco, diz Bolsonaro

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Brasília – O presidente da República, Jair Bolsonaro, disse que a reforma administrativa – prometida pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, para esta semana – pode demorar um pouco. “Vai aparecer aí, mas vai demorar um pouco”, comentou Bolsonaro, ao chegar ao Palácio da Alvorada, no começo da tarde.

Questionado sobre a decisão do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, em manter o pedido de acesso aos relatórios financeiros de cerca de 600 mil pessoas produzidos nos últimos três anos pelo antigo Coaf, Bolsonaro desconversou. “Sou o presidente do Executivo”, respondeu.

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Política

Aras pede que Toffoli revogue acesso a 600 mil relatórios sigilosos

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O procurador-geral da República, Augusto Aras, pediu nesta sexta-feira (15) ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, que revogue a decisão que determina o envio de todos os Relatórios de Inteligência Financeira (RIF) e das Representações Fiscais para Fins Penais (RFFP) emitidos pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras, o antigo Coaf e atual Unidade de Inteligência Financeira (UIF), nos últimos 3 anos.

No documento, Aras argumenta que a intimação de Toffoli pode ameaçar o sistema de inteligência financeira, já que a ação pede documentos sigilosos sem apontar necessidade ou nomes específicos, apenas com o objetivo de conhecer a metodologia empregada pela UIF. Segundo o procurador-geral, a compreensão do funcionamento deveria dar-se de outra maneira, menos invasiva e controversa.

O pedido de revogação destaca também que não há qualquer legislação que valide a ação do presidente do STF. “É medida que contraria as balizas mínimas estabelecidas na Recomendação 29 do Gafi [Grupo de Ação Financeira Internacional], de caráter cogente”. O trecho citado por Aras afirma que unidades de inteligência financeira devem ser independentes e autônomas.

Pelas regras da UIF, pedidos de relatórios sobre pessoas devem conter “o número e a natureza do procedimento de investigação instaurado e informações sobre existência de ilícitos sob investigação”. Segundo Aras, isso não se aplica à intimação de Toffoli.

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