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Educação

Matrícula para novos alunos na rede estadual começa dia 16 de dezembro, em Goiás

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O período de matricula para o ano letivo de 2020 na Rede Pública Estadual de Ensino de Goiás estarão abertas a partir de 16 de dezembro. No período de 16/12/2019 a 07/01/2020,as pessoas interessadas em ingressar em unidade escolar estadual deverão solicitar sua vaga por meio do site: www.matricula.go.gov.br.

Este serviço é destinado apenas para novos alunos, que compreende alunos oriundos de outras Redes de Ensino (Municipal, Federal e Privada), alunos de outros estados ou alunos que deixaram de estudar, sendo necessário ter em mãos: Nome completo do aluno, nome completo da mãe ( ou responsável), CPF do aluno, data de nascimento, etapa, série e turno desejados, opções de escolas (se possível três), o município da escola que deseja estudar (obrigatório), telefone para contato e e-mail.

A múltipla escolha visa alocar o estudante em uma escola de seu interesse, caso sua primeira opção não possa ser atendida. Historicamente, cerca de 90% dos estudantes conseguem se matricular na primeira opção preenchida, e, de toda forma, os demais vão para uma das suas escolas escolhidas.

Para garantir o acesso ao sistema de solicitação de vagas, as escolas e as sedes das Coordenações Regionais de Educação (CREs) terão suas estruturas de informática à disposição das famílias que não têm acesso à Internet, assim auxiliando os pais, responsáveis e estudantes a efetuarem a solicitação de vaga.

Renovação de Matrícula e Transferência por Interesse Próprio (TIP)

Para aqueles que já estudam em uma escola estadual e desejam permanecer na mesma escola em 2020, o estudante (maior de 18 anos) ou o responsável, deve fazer a Renovação da Matrícula, presencialmente na Unidade Escolar, no período compreendido entre 16/12/2019 a 7/1/2020. Os alunos que não renovarem a matrícula no prazo estipulado irão concorrer vaga com os novos alunos, não tendo a garantia de vaga na mesma Unidade de Ensino.

Os alunos que estudam numa Unidade Estadual e por algum motivo desejam transferir para outra Unidade Estadual deverão solicitar a TIP, presencialmente na Unidade Escolar, no período, entre 16/12/2019 a 7/1/2020.

Efetivação da Matrícula de Alunos Novos

Após o período de Solicitação de Matrícula, o estudante ou o responsável deverá entrar no site www.matricula.go.gov.br , no período de 20/01/2020 a 29/01/2020 para verificar em qual Unidade foi alocado e comparecer na Escola para a efetivação de sua matrícula.

No ato da Efetivação de matrícula, os estudantes precisam apresentar documentos pessoais (CPF, RG, certidão de nascimento ou de casamento), comprovante de endereço e comprovante de escolaridade (histórico escolar, declaração de aprovação ou declaração de cursando).

Ano letivo de 2020

Segundo o Calendário Escolar aprovado pelo Conselho Estadual de Educação (CEE), o Ano Letivo de 2020 está previsto para começar no dia 27 de janeiro, com o acolhimento e planejamento das atividades nas unidades escolares, e início das aulas no dia 30/01/2020.

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Educação

Governo deve publicar nova Política de Educação Especial

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O governo se prepara para publicar um decreto alterando a Política Nacional de Educação Especial. A informação foi dada pela diretora de Acessibilidade, Mobilidade, Inclusão e Apoio a Pessoas com Deficiência do Ministério da Educação (MEC), Nídia Regina Limeira de Sá, durante sua participação no debate organizado pela Comissão de Educação da Câmara dos Deputados nessa semana. 

A primeira versão do texto foi elaborada em 1994. Seus termos, porém, passaram por revisão, ao longo dos anos.A edição de 2008 pretendia torná-lo um instrumento de coibição de práticas discriminatórias contra pessoas com condições como deficiências intelectual, mental e física e Transtorno do Espectro do Autismo (TEA). A perspectiva, então, era de que todos os estudantes deveriam estar “juntos, aprendendo e participando”. O texto determina que a escola não deve reproduzir “padrões homogeneizantes”. 

Promessa de ampliação

Em entrevista concedida à Agência Brasil, Nídia Limeira de Sá disse que o texto que será divulgado foi construído em conjunto com “entidades representativas e pessoas que representam o público da educação especial, por meio de muitas reuniões, audiências públicas e consultas públicas”. De acordo com a diretora, a elaboração foi feita ao longo de dois anos.

Nídia classificou a política como sendo “a da flexibilidade para os sistemas educacionais”. “Ou seja, não entendemos que a educação para pessoas com deficiência ou TEA deva passar única e exclusivamente pelas escolas inclusivas comuns. Essa política oferece a flexibilidade no sentido de os sistemas se organizarem para poderem oferecer também, como alternativas, escolas especiais, classes especiais, escolas bilíngues [com aulas em língua portuguesa e Língua Brasileira de Sinais (Libras)], classes bilíngues”, afirmou.

“Você pode conseguir melhores resultados para o público da educação especial em classes especiais ou escolas especiais porque o foco dessa política estará na singularidade das pessoas, e não no grupo como um todo”, completou.

A representante do MEC informou também que a política que entrará em vigor criará dois centros específicos: um para estudantes com deficiência físico-motora e outro para quem tem deficiência intelectual, motora e TEA. Perguntada sobre os planos de implementação, Nídia se limitou a dizer que o governo pretende priorizar capitais dos estados. 

Como uma das principais críticas às turmas e às escolas especiais é o fato de que poderiam contribuir para a segregação, a reportagem perguntou a opinião da diretora do MEC sobre a questão. “As turmas separadas podem acontecer. Não são ilegais, nunca foram”, respondeu.

“A gente não quer que essa política signifique retrocesso em nenhuma das conquistas da inclusão escolar”, afirmou. “Temos satisfação de dizer que a nossa política é plenamente adequada aos marcos legais da educação inclusiva.”

Ensino comum

Parte dos especialistas em educação defende a matricula de todos os alunos em instituições de ensino comum é o caminho ideal. “A gente percebe o quanto essa possibilidade de estarem frequentando espaços comuns como qualquer outra pessoa é benéfico para o desenvolvimento deles, e isso a gente não pode perder de jeito nenhum”, disse Roseli Olher, supervisora de Atendimento Educacional Especializado do Instituto Jô Clemente, como é chamada agora a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) de São Paulo.

Ela explicou que o trabalho gratuito realizado pela Apae, em parceria com a prefeitura de São Paulo, tem o objetivo promover a inclusão dos alunos com deficiência em turmas de ensino comum. Disponível para estudantes com idade entre 4 anos e 17 anos e 11 meses completos, o atendimento é feito por pedagogos especializados ou em educação inclusiva, ou em educação para pessoas com deficiência intelectual. Ao todo, atualmente, aproximadamente há adesão de 300 alunos.

A equipe faz visitas periódicas – duas vezes por semana – às escolas para verificar se os alunos estão realmente assimilando o conteúdo transmitido e se têm problemas com concentração ou relações interpessoais com seus colegas e professores. Cada encontro tem duração de uma hora e meia e é sempre marcado em um horário do contraturno escolar, para que a presença do aluno esteja garantida.

Segundo a pedagoga, o texto da política nacional que está sendo preparado não passou por consulta ampla a movimentos ligados à causa. “De que forma será feita a avaliação para definir o destino dessa pessoa [com deficiência ou TEA], se deve estar no espaço comum?”, questionou.

“[A matrícula no ensino comum] é benéfica tanto para a pessoa com deficiência quanto para a pessoa sem deficiência. É esse convite ao respeito à diversidade, as diferenças”, disse. 

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Educação

Anápolis recebe verba para reforma de Colégios Estaduais

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Anápolis irá receber verba do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) por meio do governo de Goiás para reforma de três colégios estaduais. A previsão é que as obras se iniciem ainda em dezembro, a afirmação é do Deputado Estadual Amilton Filho (SD), durante entrevista à rádio Manchester nesta quinta-feira (28.Nov).

Os colégios que serão contemplados com a reforma serão o Centro De Ensino Em Período Integral Lions Melchior De Araujo, na Vila Nossa Sra. D’abadia, Colégio Estadual Plínio Jaime, no Recanto do Sol e Colégio Estadual Castelo Branco, na Vila São Vicente.

As três unidades escolares vão receber entre 200 e 300 mil reais para troca de piso, forro, fiação elétrica, pintura interna e externa, construção de muro onde não tem e construção de novas salas.

Em Campo Limpo de Goiás, cidade vizinha, o Colégio Estadual Rui Barbosa também deve ser contemplado com o benefício. A unidade deve receber R$ 229 mil para reforma geral e também construção de novas salas.

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Educação

Alunos da rede estadual criam canudinho de pasta de banana e água

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A imagem do sofrimento de uma tartaruga encontrada agonizando com um canudinho de plástico enfiado no nariz, impactou tanto a estudante Luana Rodrigues Silva que, a partir daí, ela começou a pesquisar alternativas que pudessem substituir aquele que se tornou um dos grandes vilões do meio ambiente nos últimos anos.

Em busca de soluções para o problema, Luana ficou conhecendo uma experiência que tinha grandes possibilidades de ser replicada no lugar onde mora, a Fazenda Pé do Morro, no município de Catalão.

O experimento que inspirou a versão goiana do canudinho biodegradável foi feito por outra jovem estudante: Maria Pennachin, de 17 anos, aluna da rede pública estadual na cidade de Campinas, no interior de São Paulo.

“Eu estava pesquisando na internet sobre polímeros naturais e encontrei uma reportagem sobre essa menina, que tinha obtido sucesso ao produzir um canudinho com a massa de inhame. Então eu vi que podia fazer algo semelhante e mais fácil por aqui”, explica Luana.

Filha de um funcionário da Fazenda Pé do Morro, Luana é aluna do Colégio Estadual João Netto de Campos, no Bairro Nossa Senhora Mãe de Deus. Com o trabalho intitulado ‘Biocanudo’, ela e os colegas Luiz Sávio Santana Ribeiro e Bianca Alves Rodrigues conquistaram o primeiro lugar (categoria Ensino Médio) na 8ª Feira de Ciências da Universidade Federal de Goiás (UFG), campus Catalão.

Três boas experiências

A Feira foi realizada no dia 6 de novembro e das 122 experiências inscritas, 65 foram de alunos da rede pública estadual. A escola de Luana apresentou três projetos científicos: o canudo feito a partir da polpa da banana, o tijolo ecológico feito a partir da borra de café e o plástico biodegradável. Mas apenas o biocanudo foi premiado. Alunos e professora receberam medalhas, troféus e uma caixa de som Bluetooth.

A orientadora da pesquisa, idealizada por Luana, foi a professora de Química, Alynne Lara de Souza. Formada em Ciências com habilitação plena em Biologia, pós-graduada em Docência Profissional, mestre em Química e cursando Matemática e Engenharia Ambiental, Alynne leciona no Colégio Estadual João Netto de Campos há dez anos.

Entusiasmada com a conquista dos três jovens estudantes, Alynne acredita que o primeiro lugar na Feira de Ciências da UFG contribui muito para agregar valor aos currículos dos alunos que, além dos prêmios, medalhas e troféus, ganharam um certificado de participação.

Luana é só elogios à professora. “Ela é excelente. Nos deu total apoio o tempo todo; ajudou a tirar dúvidas. No começo pensamos em desistir, mas ela disse que tínhamos um bom projeto e não podíamos perder essa oportunidade. Alynne é uma das melhores professoras que temos. Eu sei que podemos sempre contar com ela, pois ela está sempre disposta a nos ajudar”.

Incentivo à carreira  

Aluna do 3º ano do Ensino Médio, Luana diz que o sucesso de sua experiência trouxe mais estímulo para seguir carreira profissional nas áreas de Biologia e Química. “São dois ramos com os quais me identifico muito e são cursos que eu posso fazer aqui mesmo, na UFG, sem ser necessário deixar minha família”.

Segundo a estudante, a primeira tentativa de produzir o biocanudo foi feita com polpa e casca de banana da terra, mas experiências posteriores comprovaram que qualquer espécie do fruto dá o mesmo resultado. “E tanto pode ser banana verde ou madura. E também não tem nenhum sabor”, comenta ela.

Luana destaca que, em ambiente marinho, a descoberta pode servir de alimento para os animais e, caso isso não aconteça, o período de decomposição varia de 15 a 30 dias. A estudante conta que sua intenção e a de seus dois colegas foi criar uma alternativa viável ao plástico com o uso de polímeros naturais, que, no caso, foi a celulose da qual a banana é rica.

De Goiás para o mundo

Lá no início, quando viu que era possível criar uma versão biodegradável do canudo de plástico com a massa de inhame, Luana diz que se sentiu estimulada a reproduzir a experiência de Maria Pennachin a partir dos materiais que tinha em casa. “Fui ao quintal, peguei bananas verdes, cozinhei com casca e tudo. Triturei no liquidificador, acrescentei uma pitada de corante e com essa pasta modelei o canudinho. E deu certo!”.

E foi assim que nasceu dentro de uma escola estadual no interior de Goiás, uma das versões mais simples, práticas, econômicas e totalmente sustentáveis do canudinho de plástico, um problema ambiental que assusta a humanidade e é responsável pela morte de milhares de animais marinhos todos os anos, sem contar na poluição que gera.

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