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Manifestantes voltam às ruas de todo o país contra bloqueio de verbas na educação

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Estudantes de todo o país voltaram às ruas nesta quinta-feira (30.Mai) em protesto contra o bloqueio de verbas no Ministério da Educação levando faixas contra as restrições orçamentárias na pasta e com críticas a medidas adotadas pelo governo do presidente Jair Bolsonaro.

Algumas cidades, como Brasília, já realizaram os atos convocados pela União Nacional dos Estudantes (UNE), mas que contam com a participação também de sindicatos, partidos de esquerda e movimentos sociais.

No último dia 15, quando protestos tomaram as ruas do país contra o que o governo chama de contingenciamento na educação, mas os participantes classificavam de cortes, Bolsonaro chamou os manifestantes de “imbecis” e “idiotas úteis”. O presidente ainda não se pronunciou sobre os protestos desta quinta.

Já o ministro da Educação, Abraham Weintraub, divulgou um vídeo em sua conta no Twitter em que afirma respeitar os protestos, ao mesmo tempo que afirma que o ministério recebeu denúncias de que professores estavam coagindo alunos a participarem dos atos.

“Este governo acredita que as manifestações democráticas e pacíficas são um direito de todos os brasileiros, contra, a favor”, disse o ministro.

“O que não pode acontecer é coação de pessoas, que em um ambiente escolar público, criem algum constrangimento aos alunos a participarem dos eventos. Nós estamos aqui recebendo no MEC cartas e mensagens de muitos pais de alunos citando explicitamente que alguns professores, funcionários públicos, estão coagindo os alunos ou falando que eles serão punidos de alguma forma caso eles não participem das manifestações. Isso é ilegal, isso não pode acontecer”, afirmou.

Weintraub pediu ainda que alunos que estejam sendo vítimas desta suposta coação encaminhem as provas ao ministério para que sejam tomadas “as devidas medidas legais”.

Além de Brasília, capitais como Salvador, São Luís e Teresina realizavam atos contra o bloqueio de verbas na educação. Em outras grandes cidades, como São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre e Recife, os atos estavam marcados mais para o final da tarde.

Na capital paulista, a maior concentração dos manifestantes deve acontecer a partir das 17h no Largo da Batata, zona oeste da cidade, e não na Avenida Paulista, que abrigou atos contra o bloqueio na educação, em 15 de maio, e a favor do governo Bolsonaro no último domingo.

De acordo com o site de notícias G1, até às 13h, os protestos desta quinta aconteciam em 55 cidades de 18 Estados do país e no Distrito Federal. Ainda de acordo com o portal, no domingo, no mesmo horário, os atos pró-Bolsonaro ocupavam 52 cidades em 12 Estados e o DF.

Já no dia 15, primeira manifestação contra as restrições orçamentárias na educação, os protestos atingiam 146 cidades em 26 Estados e no Distrito Federal.

*Com informações da Reuters

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O agrotóxico que matou 50 milhões de abelhas em Santa Catarina em um só mês

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Uma investigação em Santa Catarina revelou que cerca de 50 milhões de abelhas morreram envenenadas por agrotóxicos em janeiro deste ano.

Os testes – pagos com recursos do Ministério Público estadual – mostraram que a principal causa foi o uso do inseticida fipronil, usado em lavouras de soja na região.

A substância foi proibida em países como Vietnã, Uruguai e África do Sul após pesquisas comprovarem que ela é letal para as abelhas.

Santa Catarina é o maior exportador de mel do Brasil e tem 99% de sua produção certificada como orgânica. Os produtores temem que a mortandade gere dúvidas sobre a qualidade do mel catarinense e abale seus negócios.

Ao inspecionar seus apiários, em janeiro, produtores do Planalto Norte catarinense – região onde as florestas nativas vêm perdendo espaço para o eucalipto – encontraram as abelhas dizimadas.

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Governo Sanciona alteração na Lei Maria da Penha

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O presidente Jair Bolsonaro sancionou nesta terça-feira (17. Set) o projeto de lei que obriga  agressores de mulheres a ressarcir o Sistema Único de Saúde ( SUS ) dos custos do atendimento médico-hospital das vítimas de violência doméstica e hospital.  Eles também deverão repor os gastos com os “dispositivos de segurança” utilizados pelas vítimas.

Aprovado pela Câmara e pelo Senado, o texto que  altera a Lei Maria da Penha foi sancionado por Bolsonaro durante cerimônia fechada, no Palácio da Alvorada. O presidente está despachando da residência oficial, onde se recupera da cirurgia realizada no dia 8 de setembro para a correção de uma hérnia.  O evento contou com a presença de parlamentares, ministros e do vice-presidente Hamilton Mourão.

De acordo com o Planalto, a medida é necessária para agressor “responder pelos seus atos de violência contra a mulher, não só na esfera penal e na criminalização de sua conduta, mas também por meio do ressarcimento aos danos materiais e morais causados pela sua conduta ilícita.”

O governo Bolsonaro justificou ainda que a medida reforça políticas públicas “que visam coibir a violência contra as mulheres e, consequentemente, garantir a proteção à família.”

O projeto de lei entrará em vigor 45  dias da data de sua publicação, prevista para quarta-feira no Diário Oficial da União (DOU).

Na mesma cerimônia, Bolsonaro sancionou também o projeto que garante a mães o direito de amamentarem seus filhos durante a realização de concursos públicos. A criança deverá ter até seis meses de idade no dia da realização da prova. A mãe poderá amamentar cada filho por 30 minutos, a cada duas horas. O tempo utilizado na amamentação será compensado.

Com informações O Globo

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6° Fórum de Mobilidade Urbana e Trânsito ocorre nesta quinta-feira, 19, em Goiânia

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Nesta quinta-feira, 19 de setembro, acontece o 6° Fórum de Mobilidade Urbana e Trânsito, na sede do Serviço Social de Transporte e Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte (Sest/Senat), em Goiânia das 8h30 ás 18h30. O tema da edição de 2019 é “Cidades para Pessoas”.

O principal objetivo do Fórum é discutir soluções para cidades mais inclusivas, sustentáveis e democráticas para as pessoas.

Confira a programação completa do evento AQUI.

Serão realizadas várias atividades envolvendo profissionais e pesquisadores de diversas áreas do conhecimento ligadas à cidade e à mobilidade urbana.

Palestra e Mesa de Debate

No evento vão ocorrer apresentações de Grupos de Trabalho (GT) e, no período matutino, será realizada a palestra ‘Releitura de Redes de Transporte: Promovendo a Acessibilidade de Oportunidades e Equipamentos’, com o professor da Universidade Federal da Bahia (UFBA), Diogo Pires Ferreira.

No período vespertino acontece a mesa de debate ‘Políticas Públicas para a Mobilidade Urbana e Trânsito’. A mesa será composta por três debatedores: professor David Duarte Lima, da UnB; Benjamim Kenedy, presidente da Companhia Metropolitana de Transportes Coletivos (CMTC) e Hugo Paraguassu Serradourada, do Programa Educando e Valorizando a Vida (EVV) da UEG.

Profissionais e Pesquisadores

Diogo Pires Ferreira: é professor na Universidade Federal da Bahia, pesquisador e já foi coordenador de projetos de transporte na World Resources Institute (WRI). No 6° Fórum de Mobilidade Urbana e Trânsito, vai tratar da necessidade de integração entre as redes de transporte público para uma maior acessibilidade;

David Duarte Lima: é professor da Faculdade de Medicina da Universidade de Brasília (UnB); foi diretor do Conselho Nacional de Trânsito (Cotran) e tem experiência na área de Saúde Pública com ênfase em acidentes de trânsito;

Benjamim Kenedy: é engenheiro, presidente da Companhia Metropolitana de Transportes Coletivos (CMTC) e membro da equipe Eixo de Mobilidade e Acessibilidade do Plano Diretor de Goiânia;

Hugo Paraguassu Serradourada: é coordenador geral do Programa Educando e Valorizando a Vida da Universidade Estadual de Goiás (EVV|UEG); também é professor e geólogo.

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