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Educação

Lista de aprovados do Sisu 2018 é divulgada

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A lista de candidatos aprovados na primeira chamada do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) 2018 já está disponível para consulta na internet (sisu.mec.gov.br).

Estão sendo oferecidas, ao todo, 239.716 vagas em 130 instituições, entre universidades federais, institutos federais de educação, ciência e tecnologia e instituições estaduais.

O período de matrícula dos aprovados começa amanhã (30) e vai até 7 de fevereiro.

O Sisu é o sistema informatizado do Ministério da Educação utilizado por instituições públicas de educação superior na oferta de vagas a estudantes, com base nas notas obtidas no Exame Nacional de Ensino Médio (Enem).

*Com informações da EBC

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Educação

Universidade Federal de Mato Grosso tem energia cortada por falta de recurso

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A Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) teve a energia elétrica cortada nesta quarta-feira (16. Jul) por falta de pagamento, de acordo com a assessoria de imprensa da instituição, o corte ocorreu por volta das 11h.

Segundo a assessoria da Universidade, a instituição foi surpreendida porque estava negociando com a Energisa, empresa responsável pela distribuição de energia no estado. Uma reunião estava agendada para quinta-feira (18. Jul), de acordo com a UFMT. Os cinco campi ficaram sem luz: Cuiabá, Rondonópolis, Barra do Garças, Pontal do Araguaia e Sinop.

Em seu perfil no twitter, o ministro da Educação Abrahan Weintraub afirmou que tomou as medidas cabíveis junto à companhia de energia para que a situação fosse normalizada.

Por volta das 22 horas à energia já estava funcionando normalmente em todos os campi.

O ministro afirmou ainda que irá responsabilizar devidamente a todos os envolvidos pela má gestão da universidade, uma vez que segundo ele, foram liberados R$ 4,5 milhões na última sexta-feira (12. Jul), para o pagamento imediato da dívida.

Este ano, o MEC contingenciou, em média, 29,74% do orçamento discricionário das universidades federais.  Esses recursos, segundo a Associação nacional dos dirigentes das instituições federais de ensino superior, são usados principalmente para o pagamento de energia elétrica e vigilância.

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Educação

MEC lança programa para aumentar verba privada no orçamento das federais

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O Ministério da Educação lançou oficialmente, nesta quarta-feira (17), um programa para reestruturar o financiamento do ensino superior público. A proposta, chamada “Future-se”, amplia a participação de verbas privadas no orçamento universitário.

As instituições poderão fazer parcerias público-privadas (PPP’s), ceder prédios, criar fundos com doações e até vender nomes de campi e edifícios, como em estádios. Antes da adesão, haverá consulta pública.

O ministro da Educação, Abraham Weintraub, afirmou que alunos não terão de pagar mensalidade nas universidades públicas, independentemente da faixa de renda. “Sem mensalidade, sem nada”, disse o ministro.

O lançamento ocorre em meio ao contingenciamento de verbas das universidades, anunciado no fim de abril pelo governo. De acordo com a associação que representa os reitores das universidades federais, a Andifes, a medida atinge de 15% a 54% dos recursos que podem ser cortados das universidades federais.

Com o programa, as universidades poderão:

•             Celebrar contratos de gestão compartilhada do patrimônio imobiliário da universidade e da União. As reitorias poderão fazer ppps, comodato ou cessão dos prédios e lotes;

•             Criar fundos patrimoniais (endowment), com doações de empresas ou ex-alunos, para financiar pesquisas ou investimentos de longo prazo;

•             Ceder os “naming rights” de campi e edifícios, assim como acontece nos estádios de futebol que levam nomes de bancos ou seguradoras;

•             Criar ações de cultura que possam se inscrever em editais da Lei Rouanet ou outros de fomento.

Com informações do G1

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Educação

Enem 2019: mulheres, negros e maiores de 21 anos são maioria entre os candidatos

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Maioria dos participantes do Enem são mulheres, negros, maiores de 21 anos e com direito a inscrição gratuita.

Cinco milhões e 95 mil pessoas vão fazer as provas do Enem, entre os dias 3 e 10 de novembro. De cada 10 participantes do Exame Nacional do Ensino Médio, seis são mulheres.

Além disso, 58% dos estudantes não precisaram pagar taxa de inscrição, que foi de R$ 85. Seja porque comprovaram baixa renda, seja porque concluíram o ensino médio em escola pública.

O perfil do participante do Enem de 2019 foi divulgado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

A faixa etária com o maior número de inscritos é de 21 a 30 anos, que somou 26% do total dos participantes deste ano. Acima dos 60 anos, foram quase 10 mil inscritos. Já 12% do total vão participar das provas como treineiros, pois ainda não concluíram o ensino médio.

Em relação a cor e raça, a maioria dos participantes é de negros, alcançando 59% do total. Sendo 46% de pardos e 12% de pretos. Brancos somam 36% dos inscritos, e indígenas chegam a 0,6% do total de estudantes que vão prestar o Enem 2019.

Também é maioria a quantidade de pessoas que já concluíram o ensino médio, 58% do total. Enquanto 28% termina esta fase dos estudos neste ano.

Na divisão dos inscritos por região, temos o Nordeste e o Sudeste quase empatando em número de participantes, apesar de o Sudeste ter cerca de 30 milhões de habitantes a mais do que o Nordeste, segundo o IBGE de 2018.

Proporcionalmente ao número de habitantes, a região Norte tem o maior número de inscritos, com 3,28% dos habitantes listados para fazer a prova deste ano. Do número total de inscritos, 35% estão no Sudeste contra 34% no Nordeste. Onze por cento estão na região Norte, 10% no Sul e 8% no Centro-Oeste.

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