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Tecnologia

Instagram vai remover aba ‘seguindo’ do aplicativo

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A aba favorita dos stalkers de plantão está com os dias contados. O Instagram informou nesta segunda-feira (7. Out) que vai desativar a aba “seguindo” do aplicativo.

A alteração acontecerá de maneira gradual nos Estados Unidos a partir desta semana, segundo o vice-presidente de produto da rede social, Vishal Shah, afirmou ao Buzzfeed News. De acordo com ele, o recurso não era usado frequentemente pela maioria dos usuários.

Além de revelar as fotos que cada uma das pessoas seguidas curtem, a opção também mostra os comentários feitos por amigos em outras fotos e os perfis que passaram a seguir.

Com a atualização, a rede social promete oferecer mais privacidade aos usuários, além de uma interface mais simples.

A aba “seguindo” aparece ao lado do ícone do perfil, no canto superior direito. O feed do recurso, no entanto, não permite filtrar as informações – apenas visualizá-las de acordo com o horário que aconteceram.

A rede social tem feito muitas alterações no aplicativo que tem dado o que falar entre os usuários. Em julho deste ano, o instagram começou a retirar a visualização do número de curtidas em fotos publicadas. 

Além de mudanças na interface do aplicativo, como o ‘modo noturno’ liberado no inicio deste mês de outubro para usuários beta e Apple.

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Tecnologia

Passageiros de aéreas querem mais tecnologia para controle da viagem

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Passageiros de companhias aéreas querem, cada vez mais, contar com as facilidades do uso da tecnologia para aprimorar os serviços prestados por essas empresas nos aeroportos.

Acesso à internet com Wi-fi a bordo das aeronaves, mais controle sobre a viagem a partir do próprio smartphone e o acompanhamento, em tempo real, da localização da bagagem são as prioridades apontadas por esses passageiros.

As informações constam na pesquisa 2019 Global Passenger, publicada pela Associação Internacional de Transportes Aéreos (Iata) na última semana.

O uso da biometria para agilizar os processos de embarque e o tempo máximo de 10 minutos para coleta de bagagens e processos de imigração também foram apontados como prioridades.

A maioria dos entrevistados disse que gostaria de utilizar mais os smartphones para controlar os procedimentos de viagem, desde a reserva até o despacho de bagagens. Esse item foi apontado como importante por 83% dos entrevistados.

Para 39% dos passageiros, o envio de SMS continua sendo a opção de notificação preferida. Os passageiros que preferem receber informações por meio de aplicativos somaram 33%.

De acordo com a pesquisa, 53% dos entrevistados disseram que despachariam mais as bagagens se pudessem acompanhar o processo em tempo real. Além disso, 80% dos passageiros disseram não querer esperar mais de três minutos para despachar uma bagagem. Já o percentual de quem não aceitaria esperar mais de 10 minutos para esperar pela bagagem após o desembarque e nos processos de imigração foi de 79%.

Entre os entrevistados, 46% disseram que gostariam de rastrear suas malas caso houvesse um serviço de despacho em locais fora do aeroporto.

Cerca de 70% dos passageiros disseram estar dispostos a compartilhar informações pessoais de biometria para acelerar os processos, como os de check-in, no aeroporto. O percentual é ainda maior entre os passageiros corporativos, de 76%.

O uso do Wi-Fi também foi destacado como importante por 53% de entrevistados. A demanda foi apontada como importante por 71% dos entrevistados da África. Na América Latina esse percentual foi de 68% e no Oriente Médio de 67%. As menores preferências pelo sinal de internet a bordo foram registradas por passageiros da América do Norte, onde apenas 44% apontaram como importante o uso do Wi-Fi a bordo. Na Europa o percentual foi menor ainda, de 44%.

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Tecnologia

Semana Nacional de Ciência e Tecnologia começa nesta segunda-feira

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Começa hoje (21) a 16ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT), que promoverá eventos em todo o Brasil com o objetivo de dar visibilidade às descobertas e inovações produzidas por instituições nacionais de pesquisa. A ideia é popularizar esse tipo de conhecimento, muitas vezes restrito a acadêmicos, para os cidadãos, especialmente os mais jovens.

A SNCT é uma iniciativa do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), em parceria com secretarias da área nos estados e municípios, além de universidades, escolas e instituições de ensino e pesquisa.

Neste ano, a SNCT terá como tema “Bioeconomia: diversidade e riqueza para o desenvolvimento sustentável”. A cada ano, um assunto é escolhido como forma de orientar as atividades e voltar a atenção para problemas relacionados. De acordo com o MCTIC, o tema foi escolhido pela importância do fomento a projetos voltados a estimular o desenvolvimento sustentável em diversos campos, como biotecnologia industrial, saúde e agronomia, entre outros.

Até domingo (27), mais de 5,2 mil atividades devem ser promovidas por 172 instituições ligadas aos governos federal, estaduais e municipais, escolas, centros de pesquisa e entidades da sociedade civil. Ao todo, os eventos preparados para a semana serão realizados em 278 municípios, em 23 estados e no Distrito Federal.

Para conhecer a programação, busque mais informações na página do evento, no site do MCTIC .

Em Brasília, será montada a “Avenida da Ciência” na região central da cidade. Em mais de 21 mil metros quadrados, 180 expositores vão apresentar a ciência de diversas formas, como aeronaves, veículos, máquinas e laboratórios. Também serão oferecidas aulas e oficinas sobre diversos temas, como construção de foguetes e robótica.

Mês nacional

O ministério decidiu expandir as atividades da semana, e o governo federal denominou outubro como o Mês Nacional da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, celebração que será realizada daqui para a frente pelo Executivo. A definição será realizada por meio de decreto a ser publicado pela Presidência da República “em breve”, segundo o ministério.

De acordo com a pasta, em comunicado oficial em seu site, o mês nacional terá como propósito “mobilizar a população, em especial crianças e jovens, em torno de temas e atividades da área, valorizando a criatividade, a atitude científica a inovação e a comunicação”.

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Cidades

STJ vai decidir se condomínios podem proibir aluguéis por aplicativos

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O Superior Tribunal de Justiça (STJ) começou a decidir se condomínios residenciais podem proibir os moradores de oferecerem vagas em plataformas digitais de aluguel por temporada. O caso começou a ser analisado na semana passada, mas um pedido de vista interrompeu o julgamento. 

A resolução do processo é aguardada para pacificar os conflitos criados com o surgimento de novas tecnologia. Em todo o país, os tribunais têm proferido decisões divergentes sobre a questão. Em São Paulo, por exemplo, existem decisões que garantiram aos proprietários o direito de alugar o imóvel por curta temporada. No Rio Grande do Sul há decisões contrárias aos donos dos imóveis e a favor dos condomínios. 

O STJ julga um recurso protocolado para anular uma decisão do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJ-RS) que proibiu um casal de Porto Alegre de alugar um apartamento por meio do aplicativo Airbnb.  

Pela decisão do TJ-RS, a falta de vínculo entre os inquilinos, a alta rotatividade de pessoas, além da reforma no apartamento para criar novos quartos e acomodar mais pessoas caracterizam-se como hospedagem, tipo de atividade comercial proibida pela convenção do condomínio. 

No recurso, a defesa do casal argumentou que locar quartos não se caracteriza como hospedagem, mas como ocupação temporária. Dessa forma, segundo os advogados, a locação por curto espaço de tempo, “com alguma rotatividade de inquilinos” não configura contrato de hospedagem. Além disso, os ganhos de renda com o valor dos aluguéis não demonstram que tenha ocorrido exploração comercial em afronta à destinação residencial do edifício. 

Ao analisar o caso, o relator do processo, ministro Luis Felipe Salomão, entendeu que o condomínio não pode proibir que os moradores ofereçam vagas por meio das plataformas digitais. Para o ministro, a proibição atinge o direito à propriedade e os aluguéis devem ser enquadrados como locação residencial e não como hospedagem. 

Após o voto de Salomão, o julgamento foi interrompido por um pedido de vista do ministro Raul Araújo. Ainda faltam os votos da ministra Isabel Gallotti e dos ministros Antonio Carlos Ferreira e Marco Buzzi. 

Aplicativos de transporte

O surgimento de novas tecnologias também gerou conflitos entre motoristas de aplicativos e taxistas. No entanto, o caso foi definitivamente decidido em maio deste ano, quando o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que é inconstitucional proibir a atuação dos motoristas particulares dos aplicativos Uber, Cabify e 99. Por unanimidade, com base no princípio constitucional da livre concorrência, a Corte decidiu que os municípios podem fiscalizar o serviço, mas não podem proibir a circulação ou estabelecer medidas para restringir a atuação. 

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