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Incêndio na subestação da Enel causa falta de energia em regiões de Anápolis

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Nesta segunda-feira (9. Set), por volta das 12 horas, começou um incêndio na subestação de energia da Enel, localizada no Bairro Recanto do Sol em Anápolis. Moradores dos bairros Boa Vista, Bairro de Lourdes, Setor Flamboyant e adjacentes relataram a falta de energia nestas regiões.

Em nota, a empresa de energia elétrica informou que equipes do Corpo de Bombeiros já estão trabalhando para que o fogo seja controlado.

“A companhia ressalta que equipes técnicas da empresa estão no local prestando o apoio necessário para os Bombeiros e verificando a extensão dos danos nos equipamentos para iniciar a recuperação das instalações. A distribuidora esclarece que vai apurar as causas do incêndio”, explicou.

Segundo a distribuidora, em nota ao A1minuto, cerca de 90% dos clientes impactados em Anápolis e Abadiânia já tiveram o fornecimento de energia normalizado. A companhia informou ainda que irá apurar as causas do incêndio.

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Governo autoriza mais 63 agrotóxicos, sendo 7 novos; total de registros em 2019 chega a 325

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O Ministério da Agricultura registrou nesta terça-feira (17) mais 63 agrotóxicos. Desse total, 2 são princípios ativos (que servirão de base para produtos inéditos) e 5 são novos produtos que estarão à venda. Os demais 56 são genéricos de pesticidas que já existem no mercado.

As autorizações foram publicadas no Diário Oficial da União.

Veja aqui a lista de novos agrotóxicos registrados

Com os novos registros, o total de agrotóxicos liberados chega a 325, superando o volume do mesmo período de 2018, quando houve 309 registros — veja o gráfico abaixo.

Assim, o ritmo de liberação deste ano segue sendo o mais alto da série histórica do ministério, iniciada em 2005.

Segundo o governo, do total de produtos registrados em 2019, 310 são produtos genéricos e 15 são à base de ingredientes ativos novos.

Do total de produtos registrados em 2019, 185 são produtos técnicos, ou seja, destinados exclusivamente para o uso industrial.

Outros 140 são produtos formulados, aqueles que já estão prontos para serem adquiridos pelos produtores rurais mediante a recomendação de um engenheiro agrônomo. Destes, 14 são produtos biológicos e orgânicos.

Novas substâncias

Entre as novidades estão os princípios ativos fluopiram, que é usado para matar fungos, e o dinotefuram, um inseticida. Eles serão usados pela indústria, que poderá desenvolver produtos a partir dessas substâncias para o agricultor (o chamado produto formulado).

No caso do fluopiram, ao mesmo tempo já foi liberado um registro de produto formulado, para utilização nas lavouras.

O dinotefuram é utilizado no controle de insetos sugadores, como percevejos. Ele poderá ser aplicado em 16 atividades: arroz, aveia, batata, café, cana-de-açúcar, centeio, cevada, citros, feijão, milheto, milho, pastagem, soja, tomate, trigo e triticale.

Ele é considerado medianamente tóxico pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O pesticida não é autorizado para uso na União Europeia e está em reavaliação nos Estados Unidos, onde é utilizado desde 1985.

Já o fungicida fluopiram é um produto indicado para combater parasitas que atacam a raízes das plantas (nematoides) e terá autorização para 7 culturas: algodão, batata, café, cana-de-açúcar, feijão, milho e soja.

O Ministério da Agricultura afirmou que o produto estava na fila para registro no Brasil havia 10 anos. Ele possui registro na União Europeia e está em análise nos EUA desde 2012.

Novos produtos à venda

O governo liberou 5 agrotóxicos inéditos para os produtores rurais, baseados nos seguintes princípios ativos: são 3 à base da mistura de sulfoxaflor e lambda-cialotrina, 1 formulado a partir de fluopiram e 1 com base no fluorpiauxifen-benzil.

Todos são considerados medianamente tóxicos pela Anvisa.

Desses pesticidas, os mais polêmicos são os que têm como base o sulfoxaflor, que é relacionado à redução de enxames de abelhas e está em estudo no exterior.

Genéricos

O Ministério da Agricultura também autorizou 56 novos produtos genéricos, sendo 47 para quebra de patentes para a indústria (produto técnico equivalente) e 9 para utilização dos produtores rurais (produto formulado equivalente).

Desses pesticidas, os mais polêmicos são os que têm como base o sulfoxaflor, que é relacionado à redução de enxames de abelhas e está em estudo no exterior.

Liberação acelerada

Segundo o governo, a maior velocidade na liberação de agrotóxicos se deve a medidas de desburocratização que foram adotadas desde 2015 na fila de registros.

O objetivo, de acordo com o ministério, é aprovar novas moléculas, menos tóxicas e ambientalmente mais corretas para substituir produtos antigos.

A associação que representa as fabricantes de agrotóxicos (Andef) afirma que a fila do Brasil é mais lenta em comparação com a da União Europeia e dos Estados Unidos. Segundo as empresas, o desenvolvimento de um princípio ativo inédito para agrotóxico leva de 10 a 11 anos e custa em torno de US$ 286 milhões.

Agrônomos dizem que é melhor ter mais produtos registrados do que correr o risco de que os produtores recorram a agrotóxicos “piratas”, mas alertam que, quanto maior o uso, mais resistência as pragas têm ao veneno.

Para ambientalistas, no entanto, a aceleração do ritmo de aprovações é uma forma de o governo colocar em prática tópicos do polêmico projeto de lei 6.299/02, que ficou conhecido como “pacote do veneno”, que ainda está em discussão na Câmara dos Deputados.

Para produtores rurais, o registro de novos produtos, especialmente os genéricos, é uma forma de baixar os custos de produção. Em Mato Grosso, maior estado produtor, os agrotóxicos equivalem a 21% dos gastos nas lavouras de soja.

Como funciona o registro

O aval para um novo agrotóxico no país passa por 3 órgãos reguladores:

Anvisa, que avalia os riscos à saúde;

Ibama, que analisa os perigos ambientais;

Ministério da Agricultura, que analisa se ele é eficaz para matar pragas e doenças no campo. É a pasta que formaliza o registro, desde que o produto tenha sido aprovado por todos os órgãos.

Tipos de registros de agrotóxicos:

Produto técnico: princípio ativo novo; não comercializado, vai na composição de produtos que serão vendidos.

Produto técnico equivalente: “cópias” de princípios ativos inéditos, que podem ser feitas quando caem as patentes e vão ser usadas na formulação de produtos comerciais. É comum as empresas registrarem um mesmo princípio ativo várias vezes, para poder fabricar venenos específicos para plantações diferentes, por exemplo;

Produto formulado: é o produto final, aquilo que chega para o agricultor;

Produto formulado equivalente: produto final “genérico”.

Com informações G1

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Youtuber Felipe Neto relata ameaças após protesto na Bienal do Rio

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Nesta segunda-feira (16. Set), o youtuber Felipe Neto cancelou a participação em um evento no qual ele estava entre os convidados. O empresário afirmou que o motivo do cancelamento foi por ameaças que ele tem recebido de apoiadores do atual governo desde sua manifestação na Bienal do Rio de Janeiro.

Em seu perfil no twitter, Felipe Neto afirmou que passou a ter uma rotina mais discreta e pediu para que a mãe passasse um tempo fora do país.

 “Infelizmente a notícia é real. As ameaças se intensificaram e estamos montando um documento para dar entrada na polícia”, disse o youtuber no Twitter na tarde desta segunda-feira (16. Set).

“Já tirei a minha mãe do Brasil e estou vivendo com o mínimo possível de exposição. Manterei vocês sempre informados”, completou o apresentador ao compartilhar uma notícia do jornal O Globo, na qual relatava o cancelamento de sua participação no evento Educação 360, promovido pela publicação.

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PRF apreende passageira de ônibus em Jataí com maconha

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Uma jovem de 21 anos foi presa em flagrante transportando 22,8 kg de maconha na manhã desta segunda-feira (16.Set) na BR 364, em Jataí, no sudoeste goiano.

Os agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) pararam um ônibus interestadual que seguia de Mineiros para Goiânia por volta das 9h45.

A equipe da PRF fez uma busca nos pertences que uma passageira levava e encontrou quase 23 quilos de maconha dentro da mala que estava no bagageiro. A mulher disse que pegou o entorpecente em Campo Grande (MS) e entregaria em Goiânia, onde receberia a quantia de RS 1,2 mil.

Ela foi presa e encaminhada à Polícia Civil de Jataí, onde será investigada por tráfico de drogas podendo pegar de 5 a 15 anos de reclusão.

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