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Religião

Igreja católica realiza procissão em Anápolis nesta quarta-feira, 17

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Nesta quarta-feira (17.Abr) a Igreja Sant’ana irá realizar a procissão do encontro entre as duas imagens: Nossa Senhora das Dores, e Nosso Senhor dos Passos, em comemoração a Semana Santa. A comitiva irá sair da praça das mães às 19h30, e se encontrarão na entrada da matriz Sant’ana.

A programação segue durante todo o restante da Semana Santa, se encerrando no domingo de Páscoa, (21.Abr), com missa na capela Nossa Senhora Aparecida, às 19 horas.

As comemorações também estão garantidas na Paróquia São João Batista, no bairro Vila Formosa, em Anápolis. Começando nesta quinta-feira (18.Abr) com a Missa da Ceia do Senhor às 19h30. Na sexta-feira da paixão a igreja irá realizar a procissão do Senhor Morto, após a celebração da Paixão do Senhor, na Matriz, às 15 horas. A programação segue até o domingo de Páscoa.

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Religião

Mais de 300 mil pessoas participam da marcha pra Jesus, em Goiânia

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A Marcha pra Jesus realizada na capital goiana no feriado de quarta-feira (1ºMai) reuniu mais de 300 mil pessoas. Após uma caminhada acompanhada de trios elétricos, os fiéis se reuniram na Praça Cívica para ouvir as principais bandas e cantores do cenário gospel, foram 6 horas de shows com 27 artistas.

A concentração começou às 13 horas na praça do avião, no setor aeroporto, os cristãos fizeram um percurso de 3 quilômetros até chegar na Praça Cívica, no Centro.  Dentre os artistas que se apresentaram, estavam Ludmila Feber, Regis Danese e Isadora Pompeo, entre os intervalos também teve espaço para pregação de pastores.

De acordo com os organizadores do evento, eles esperavam superar o número de pessoas que estiveram presentes no último ano do evento, que reuniu 200 mil pessoas.

 ‘Hoje, 80% das igrejas estão representadas aqui na marcha. “É um evento alegre, de paz e festa”, disse o Bispo Fábio Sousa durante entrevista ao Portal G1.

A Marcha Para Jesus é conhecida em todo o território nacional, mas ela acontece também anualmente em várias cidades do mundo. Inclusive, a primeira Marcha Para Jesus aconteceu em 1987 na cidade de Londres, no Reino Unido, chamada de “City March”.

No Brasil, de acordo com os organizadores, o evento chegou mais tarde, em 1993. São Paulo foi à primeira cidade brasileira a realizar o evento. Desde 2013, a Marcha Para Jesus faz parte do calendário oficial de eventos de Goiânia.

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Religião

Campanha da Fraternidade incentiva a participação da população na política

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O padre Fábio Barbosa, representante do bispo Dom João Wilk, participou da sessão ordinária da Câmara Municipal de Anápolis desta segunda-feira (11.Mar) para falar sobre a campanha da Fraternidade 2019 que tem como tema: Fraternidade e Políticas Públicas.

Ele discursou que a igreja tem se interessado cada vez mais pensando na dignidade de todas as pessoas.

“O objetivo é estimular as políticas públicas à luz da palavra de Deus, e assim fortalecer a doutrina social da igreja e os sinais de fraternidade”, falou.

A proposta da igreja Católica é seguir Jesus como convite para mudança de vida, despertar no ser humano e em todas as igrejas, sem importar a denominação, a necessidade da conversão.

“Refletir políticas públicas é falar da realidade que afeta as pessoas, é a inserção social e garantir direitos e deveres das pessoas. No Brasil nada é gratuito e todas as políticas deveriam garantir os serviços para todos”, pontuou.

O representante religioso disse que a sociedade precisa saber como é gasto o dinheiro público e que há a necessidade de um diálogo.

A igreja irá trabalhar três vertentes: Ver, julgar e agir.

Ver – aprofundar o tema, saber o que são políticas públicas. Quais funcionam, tem muita coisa boa e coisas esquecidas.

Julgar – deixar-se iluminar pelo evangelho, atentos para mudanças de realidades. Tem muita teoria, mas é preciso ações concretas a favor do povo, política é o bem maior para fazer as coisas acontecerem.

Agir – acompanhar de perto como as eleições são elaboradas, participação das pessoas de forma ativa, estimular a participação dos cristãos, favorecer o desenvolvimento humano de todos.

O padre Fábio Barbosa ressaltou que política é um trabalho para o bem comum de todos, e padre também é cidadão.

“Algumas pessoas criticam os líderes religiosos se envolverem com política, mas também estamos aqui para incentivar o diálogo”, comentou.

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Religião

Papa critica “poder armado” e guerra do Iêmen em visita aos Emirados Árabes

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O papa Francisco criticou a “lógica do poder armado” no Iêmen, na Síria e em outras guerras do Oriente Médio em uma visita histórica à Península Arábica onde surgiu o islã, dizendo a cristãos e muçulmanos que conflitos não trazem nada além de miséria e morte.

Francisco, o primeiro pontífice a visitar a península, se pronunciou durante viagem aos Emirados Árabes Unidos (EAU), que desempenham um papel de destaque no conflito do Iêmen, como parte de uma coalizão militar liderada pela Arábia Saudita.

“A guerra não pode criar nada além da miséria, armas não trazem nada além da morte”, disse o papa durante discurso após se reunir com líderes dos EAU na capital Abu Dhabi nesta segunda-feira, o primeiro dia completo da viagem que ele espera que irá promover a paz através do diálogo religioso.

“Suas consequências fatídicas estão diante de nossos olhos. Estou pensando especialmente no Iêmen, na Síria, no Iraque e na Líbia”, disse durante reunião inter-religiosa no Memorial dos Fundadores dos Emirados Árabes Unidos.

“Vamos nos comprometer contra a lógica do poder armado”, disse em seu primeiro pronunciamento público da viagem, após se encontrar com o xeique Ahmed al-Tayeb, o grande imã da mesquita egípcia de Al-Azhar, que pediu que muçulmanos do Oriente Médio “abracem” os cristão.

A guerra de quase quatro anos do Iêmen, o país mais pobre da Península Arábica, tem deixado dezenas de milhares de mortos e quase 16 milhões de pessoas enfrentando fome severa. No conflito, uma coalizão liderada pela Arábia Saudita e leal ao presidente deposto Abd-Rabbu Mansour enfrenta o grupo Houthi, alinhado com o Irã.

A Organização das Nações Unidas (ONU) está tentando implementar um frágil acordo de cessar-fogo no principal porto do país, Hodeidah, vital para milhões de pessoas e o local de algumas das batalhas mais violentas da guerra. A ONU espera que o acordo abra caminho para negociações para encerrar o conflito.

Francisco usou seu pronunciamento regular de domingo no Vaticano para pedir que todos os lados implementem o acordo e ajudem na entrega de auxílio humanitário.

O grande imã, a figura muçulmana mais importante presente na visita, pediu que muçulmanos do Oriente Médio “abracem” comunidades locais cristãs, as descrevendo como parte da nação e não como uma minoria.

“Vocês são cidadãos com totais direitos e responsabilidades”, disse o xeique Tayeb, cuja Universidade de Al-Azhar representa um dos principais locais de aprendizado do islã sunita. Ele também pediu que muçulmanos no Ocidente se integrem nos países onde vivem e respeitem as leis locais.

*Com informações da Reuters

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