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Economia

Governo de Goiás participa de evento que trata de pautas prioritárias para comércio e serviços

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Na noite desta segunda-feira, (27. Mai), O secretário de Indústria, Comércio e Serviços de Goiás (SIC), Wilder Morais, participou do lançamento da Frente Parlamentar de Comércio Serviços e Empreendedorismo de Goiás (FCS). Representando o Governo de Goiás, o titular da SIC participou de debates que apresentaram pautas prioritárias para comércio e serviços no Estado, temas que impactam no desenvolvimento do setor e, consequentemente, no crescimento econômico do estado.

Sendo iniciativa da Câmara dos Dirigentes Logistas (CDL) de Goiânia, a FCS foi proposta a partir de uma ação do setor de Relações Institucionais e Governamentais (RIG) do órgão.

O lançamento da Frente Parlamentar de Comércio, Serviços e Empreendedorismo de Goiás tem como objetivo a implantação das Políticas Públicas 4.0 com foco no desenvolvimento do comércio varejista.

Entre os assuntos abordados, a FCS tem se dedicado no trabalho relacionado ao projeto de Políticas Públicas 4.0. Esse projeto se trata de um conjunto de ações que buscam complementar o trabalho realizado no Programa Nacional de Desenvolvimento do Varejo ao mesmo tempo em que apresenta melhorias e inovações.

Alguns destaques do projeto são: o desenvolvimento de uma plataforma digital para mobilização das lideranças e suporte ao trabalho de relacionamento institucional e governamental; realização de workshops para qualificação de lideranças para ações de Relacionamento Institucional e Governamental com foco no estímulo às articulações locais; realização de encontros para fomento ao desenvolvimento local e regional por meio da articulação das lideranças do varejo e elaboração de propostas de Políticas Públicas; apresentações (palestras ou workshops) sobre o papel do empresário na melhoria do ambiente de negócios, além de estudos e pesquisas para formulação de Políticas Públicas com foco nas MPEs do setor de comércio e serviços.

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Economia

Faturamento da indústria sobe 1,3% em outubro, diz CNI

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A Confederação Nacional de Indústria (CNI) informou que o faturamento real da indústria cresceu 1,3% em no mês passado em relação a setembro. A informação faz parte da pesquisa Indicadores Industriais, divulgada nesta segunda-feira.

Conforme os dados, a utilização da capacidade instalada da indústria teve aumento de 0,1 ponto percentual no mesmo período. No entanto, a tendência de alta revelada pela pesquisa não se refletiu no mercado de trabalho e nos rendimentos. Houve queda de 0,7% na massa salarial real e de 0,3% no rendimento médio real. O nível de emprego ficou estável.

Segundo a CNI, é o quinto mês consecutivo de alta do faturamento, que acumula alta de 3,9% no período.

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Economia

Dólar cai e bolsa sobe, mesmo com decisão de Trump

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A decisão do presidente norte-americano, Donald Trump, de retomar a sobretaxa sobre o aço e o alumínio produzidos no Brasil e na Argentina teve pouco impacto no mercado financeiro. O dólar encerrou em queda. A bolsa de valores subiu.
O dólar comercial fechou na segunda-feira (2) vendido a R$ 4,213, com queda de R$ 0,027 (-0,63%). A divisa continua acima de R$ 4,20, mas operou em baixa durante todo o dia.

No mercado de ações, o dia foi marcado por uma discreta recuperação. O índice Ibovespa, da B3, fechou a segunda-feira com alta de 0,64%, aos 108.928 pontos. Mesmo com o anúncio de Trump, o indicador operou em alta durante toda a sessão.

Mais cedo, o presidente Jair Bolsonaro disse que a desvalorização do real nas últimas semanas deve-se a fatores externos. Segundo o presidente, as tensões comerciais entre Estados Unidos e China, as turbulências no Chile e as eleições na Argentina e no Uruguai têm pressionado o câmbio nos últimos tempos.

Em tese, a imposição de barreiras comerciais pelos Estados Unidos dificulta as exportações brasileiras, reduzindo a entrada de dólares no Brasil e pressionando para cima o dólar. Sobre a decisão de Trump, Bolsonaro disse não ver retaliação comercial e que pretendia conversar por telefone com o presidente norte-americano.

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Economia

Venda de veículos novos cresce 4,38% em novembro frente a 2018

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Em novembro, a venda de veículos novos no Brasil, considerando-se apenas os automóveis e comerciais leves (picapes e furgões), cresceu 4,38% sobre novembro de 2018, mas com retração de 4,24% ante outubro, com o emplacamento de 230.923 unidades. O dado foi divulgado pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).

Considerando o emplacamento de todos os segmentos somados (automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas, implementos rodoviários e outros veículos), houve crescimento de 7,81% em comparação ao mesmo mês do ano passado e queda de 6,05% em relação a outubro, com a venda de 345.386 unidades. Segundo a Fenabrave, a queda em relação a outubro se explica pelo menor número de dias úteis.

“Faltando apenas um mês, para o fechamento do ano, notamos a estabilidade do mercado. Isso é positivo, pois não houve grandes oscilações durante o ano, o que confirma as nossas expectativas para 2019, que deve crescer 10,76% sobre 2018”, disse Alarico Assumpção Júnior, presidente da Fenabrave.

Acumulado do ano

Entre janeiro e novembro deste ano, a venda de todos os segmentos registrou alta de 10,3%, com o total de 3.665.370 veículos novos emplacados. Considerando-se apenas os emplacamentos de automóveis e comerciais leves no acumulado do ano, houve alta de 7,21% sobre o mesmo período do ano anterior, com 2.406.984 unidades licenciadas.

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