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Goiana que entrou sem querer em festa de Luciano Huck se surpreende com repercussão da história

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Uma goiana está bombando na internet após contar em um programa de TV que foi parar em uma festa na casa dos apresentadores Luciano Huck e Angélica, junto com uma prima e uma amiga, após se perderem a caminho de outro evento. Sem querer, elas entraram de penetra na comemoração no Joá, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, e se depararam com artistas nacionais e internacionais, sem pagar nada.

A engenheira civil Marina Rosa Ozorio, de 23 anos, a prima Carolina Lico e a amiga Gabriele Massini, conseguiram tirar fotos com Ivete Sangalo no espelho do banheiro, ao lado do astro internacional Ashton Kutcher e de vários artistas.

“Estou em choque com a repercussão. Depois que fluiu nas redes sociais, está todo mundo comentando. É uma história muito bacana. Foi a melhor festa que já fui”, contou a engenheira.

No programa apresentado por Fábio Porchat, no GNT, a goiana arrancou risos ao contar a saga do trio, que aconteceu em 2014, quando acontecia a Copa do Mundo no Brasil. Marina disse que tinha viajado ao Rio de Janeiro, e a prima sugeriu ir a uma festa que estava acontecendo no Joá, na Zona Oeste do Rio de Janeiro.

Durante o caminho, elas ficaram pedidas e foram parar na comemoração dada na casa do apresentador.

“A gente não conseguia achar o condomínio onde era a festa. Depois, achamos um movimento maior na entrada de um condomínio, o Fael [amigo que as levou] parou e falou: ‘Eu vim trazer as meninas para a festa’. Aí o moço falou: ‘É a primeira casa esquerda”, contou.

A engenheira contou que a festa que elas pretendiam ir era paga, mas tinham conseguido o benefício de ter o nome na lista para pagar o valor do primeiro lote do ingresso.

“Chegou na porta, a gente deu nome, e o moço falou que não estava na lista. A gente falou que estava na lista da Joana, aí ele falou Joana não sei de que. E aí a gente falou: ‘É esse aí mesmo’. Eu lembro que bati na perna e falei: ‘Não acredito que vim de Goiás para passar um negócio desse’”, lembrou.

Foi quando elas foram salvas por um desconhecido.

“Chegou um rapaz, sem ser o da lista, e falou: ‘Deixa as meninas entrarem’. E aí a gente perguntou para o cara quando a gente ia pagar, porque a gente comprou o primeiro lote. Aí ele falou que a festa não pagava”, completou Marina.

Segundo ela, foram várias as surpresas, primeiro por serem recebidas com guarda-chuva, depois com o tamanho da casa e, em seguida, com a quantidade de famosos, como David Becker, Bruna Marquezine, Preta Gil, Sabrina Sato, e Alessandra Ambrósio.

“A minha amiga falou: ‘Gente, a Alessandra Ambrósio está aqui’. Aí eu, na minha pamonhice toda, falei: ‘E ela está conversando Ashton Kutcher! Carol, que festa top”, comentou Marina, na ocasião, sem saber onde realmente estava.

Após um tempo na festa, um garçom estranhou o comportamento das jovens, perguntou se elas sabiam onde estavam e contou: “Vocês estão na casa do Luciano Huck!”. Logo elas começaram a ver fotos da família dos apresentadores espalhadas pela residência. Ela disse que o susto foi tão grande que até chegou a pensar em ir embora.

Encontro com astros

Marina acha que a festa era uma reunião paro os amigos do Huck. “Algo mais íntimo, tinha só umas 50 pessoas”, comentou.

Sobre encontrar Ivete no banheiro, que também foi quem tirou a foto das quatro juntas, a jovem contou aos risos: “Foi muito simpática”.

Os registros fotográficos seguiram durante a festa. Porém, Marina conta que ficou com vergonha de tirar uma foto com Huck e Angélica.

“A gente não teve coragem de pedir. A gente não pôde ficar tirando muitas fotos porque senão iam perceber que a gente não era de lá. A gente ficou disfarçando, conversando. Quando dava, tirávamos foto, se não, ficávamos numa boa”, falou a jovem.

Outro momento recordado pela engenheira foi quando deixou a festa. Luciano Huck agradeceu a presença delas.

“Foi na hora de irmos embora. O Huck falou: ‘Tchau, obrigado pela presença’. A gente morreu do coração na hora”, lembra, aos risos.

O caso veio à tona porque Gabriela se mudou para os Estados Unidos e contou para uma brasileira que vive lá o que tinha acontecido. Por sua vez, essa amiga postou a história nas redes sociais, e o caso foi ganhando repercussão. Marina tem o desejo de um dia repetir a festança.

“Foi a melhor festa que já fui, inclusive gostaria que ele convidasse de novo”, brinca.

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Brasileiros pesquisam as riquezas da Antártica

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A Estação Brasileira Comandante Ferraz na Antártica coloca o país num seleto grupo de nações que tem o direito de explorar e decidir o futuro do continente gelado num trabalho de cooperação internacional. O destino da região foi decidido pelo Tratado Antártico assinado em 1961. O acordo definiu que só quem desenvolvesse pesquisas no solo Antártico poderia definir as regras de ocupação de um dos locais mais desconhecidos do planeta. Desde 1975 o Brasil participa do Tratado Antártico e em 1984 inaugurou uma estação de pesquisa na região.

O continente de gelo com uma área de 14,5 milhões de quilômetros quadrados, quase o dobro do território brasileiro, é o mais afastado de todos e o menos conhecido. Mas informações apuradas por cientistas revelaram que a Antártica tem a maior quantidade de água doce do planeta, armazenando 70% das reservas mundiais. Com icebergs imensos, a Antártica também reúne 90% do gelo da Terra. Em relação aos recursos minerais e energéticos não existe um cálculo exato, mas já foram localizados petróleo, gás natural e ouro debaixo das camadas de gelo.

A Antártica tem ainda uma importância fundamental para a regulação do clima no planeta. A região controla as circulações oceânicas e atmosféricas de todo o mundo. Para entender melhor como funcionam estes efeitos, pesquisadores das Universidades Federais da Bahia e de Pernambuco estão a bordo do Navio Polar Brasileiro Almirante Maximiano. Enquanto navegam eles coletam dados para descobrir o impacto das correntes marítimas da Antártica no clima brasileiro. Para o vice-reitor da Universidade Federal de Pernambuco, Moacyr Araújo, o trabalho vai ajudar a entender os efeitos das mudanças climáticas. “A ideia é descobrir quais são os efeitos das trocas de gases entre oceano e atmosfera para ter uma melhor previsão do que vai ocorrer no futuro”, explica. Um trabalho, que de acordo com o pesquisador, seria impossível sem o apoio das Forças Armadas Federal. “Acho que é fundamental o apoio da Marinha e da Aeronáutica porque resolve todo o problema de logística numa região tão hostil como a Antártica”, ressalta.

Nos últimos dez anos, o governo federal investiu R$ 500 milhões no Programa Antártico Brasileiro (Proantar) que promove o desenvolvimento científico na região. O programa também é responsável pela avaliação dos impactos ambientais das atividades brasileiras na Antártica para garantir o cumprimento de normas internacionais. O contra-almirante Sérgio Guida, gerente do programa brasileiro na Antártica, diz que o trabalho brasileiro na região é uma lição do Brasil para o mundo.

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Mulheres quilombolas transformam plantas típicas do Cerrado em remédios, alimentos e cosméticos

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Quando criança, Dirani acompanhava sua mãe no trabalho na roça. A mãe derrubava cachos do coco indaiá, uma espécie típica do Cerrado, e a menina ia recolhendo os frutos do chão. “Com 10 anos eu já sabia tirar o óleo também”, conta Dirani Francisco Maia, hoje com 55 anos. Moradora do Quilombo Kalunga, no nordeste de Goiás, hoje ela segue passando o conhecimento para suas filhas e netas. A diferença é que o trabalho se profissionalizou e hoje a venda dos óleos de coco é uma fonte de renda da família.

O conhecimento passado de geração em geração é uma das características dos povos tradicionais do Brasil. Hoje, mais de 650 mil famílias se declaram assim no país. Entre as sete categorias mapeadas, os quilombolas são um deles.

Dirani é uma das 10 mulheres que compõem as Mães de Óleos, marca criada por mulheres kalungas para comercializar os produtos feitos com recursos naturais do Cerrado, bioma que, com suas árvores baixas e retorcidas, esconde uma rica biodiversidade.

O projeto surgiu com o apoio da Articulação Pacari, rede formada por 18 organizações comunitárias de mulheres do Cerrado. A articulação identificou artigos produzidos pelas mulheres que tinham potencial de serem comercializados, como os óleos de pequi, mamona e tingui, além da pimenta de macaco, da polpa do coco indaiá e de remédios feitos de raízes naturais, entre outros produtos.

Em parceria com as mulheres, a entidade ajudou a elaborar a logomarca e os rótulos dos produtos, se adequando às necessidades do grupo, como a falta de alfabetização. “A gente viu a importância de colocar o desenho do produto que elas estão vendendo em cada rótulo. Por exemplo, no óleo de mamona, ter a mamoninha desenhada”, contou Jaqueline Evangelista, coordenadora executiva da Articulação Pacari.

Com a profissionalização, o próximo passo foi conectar as mulheres com feiras de cidades próximas, como Alto Paraíso, referência para turistas que visitam a Chapada dos Veadeiros. O foco do projeto é a venda direta, sem intermediários.

“Com o óleo de coco você pode fritar um ovo, pode botar no cuscuz, pode botar no feijão, fazer qualquer coisa com ele. É bom para a pele e para o cabelo também.” – Dirani Francisco Maia, quilombola

O pote de vidro com 50 ml de óleo de pequi ou coco indaiá custa cerca de R$ 10. O de mamona sai mais caro, o mesmo valor por 30 ml. Com a nova embalagem, as vendas aumentaram.

“É notório que a embalagem ampliou a identidade dos produtos enquanto povo e enquanto identidade de origem. Acho que é importante a gente pensar que, se aumenta a comercialização, aumenta a autonomia delas”, disse Jaqueline.

Outra quilombola participante do projeto, Neuza Fernandes da Cunha, de 49 anos, tem os recursos para a fabricação dos produtos no quintal da sua casa. Ela conhece o ciclo e a época de cada planta, como o pequi, que só começa a dar frutos no fim do ano. “A gente já tem que pegar e guardar, senão vai ficar sem ter ele, eu ainda tenho do ano passado que eu peguei”, conta Neuza.

A venda dos produtos das Mães de Óleos chegou para complementar uma renda que sempre veio dos plantios. “Eu mais meu esposo nunca tivemos salário, a gente trabalha só de roça.” Com esse trabalho, Neuza e o marido criaram oito filhos, dos quais três chegaram à universidade, conta ela, orgulhosa.

“Desde os 5 anos que eu trabalho. Ó minha mão, cheia de calo, socando coco, socando coisa. Tirando óleo todo dia.” – Neuza Fernandes da Cunha, quilombola

Desde cedo na roça, Neuza disse que a vegetação diminuiu ao longo dos anos. “O pessoal colocava muito fogo. Hoje já melhorou mais porque tem o pessoal do Prevfogo, do Ibama.”

Um dos fatores que a fez perceber isso é o comportamento das araras, que, com a perda de área do seu habitat natural, passaram a bicar as frutas do quintal dela, o que antes era raro.

“Eu não corto uma árvore, só faço pegar a fruta. Eu sempre deixo o que está nascendo para mode de ter mais, senão o mais novo nem conhece. Tem que preservar a natureza”, afirma a kalunga.

Roças tradicionais

Além do uso de produtos naturais do Cerrado, os kalungas também mantêm roçados onde cultivam mandioca, milho, arroz, jiló, abóbora, fumo e algodão. Há quem conte que o trato com a terra foi aprendido com os avá-canoeiros, indígenas que habitavam a região quando a área começou a ser ocupada por pessoas escravizadas que fugiram das minas de ouro da região.

“Desafio que me mostrem outro lugar do Brasil que tem um Cerrado igual nós temos aqui. E olha que nós vivemos aqui quase 8 mil pessoas aqui dentro, então nosso meio nós sabemos preservar.” – Vilmar Souza, presidente da Associação Quilombo Kalunga

Vilmar contou que hoje o desafio é manter o meio ambiente preservado com as ameaças externas. “Nossa comunidade é rica e está sendo depredada por pessoas de fora, com a questão da pesca, da caça, tem também a questão do garimpo, a retirada de madeira.”

Com isso, um dos trabalhos da Associação Quilombo Kalunga é levar palestras sobre a importância da biodiversidade para os colégios públicos da região, focando em 19 espécies da fauna e da flora ameaçadas de extinção. “Para os nossos filhos terem a oportunidade de ver um jacu verdadeiro, um tatu-canastra, uma onça, uma águia, uma orquídea”, diz Vilmar.

Desmatamento e queimadas

A preservação mantida pelos kalungas não é o cenário em grande parte do Cerrado, bioma que já perdeu 50% de sua vegetação natural, segundo a ecóloga Isabel Figueiredo, do Instituto Sociedade, População e Natureza (ISPN). Ela explica que o Cerrado é um importante bioma para a regulação do clima no Brasil, já que ele conecta a Amazônia, a Caatinga, o Pantanal e a Mata Atlântica.

“Também é uma região que tem uma importância enorme para a formação das grandes bacias hidrográficas do país, grande parte da água que vai para o São Francisco nasce no Cerrado”, disse Isabel.

O desmatamento do Cerrado para a transformação, principalmente, em grandes plantações de monoculturas, como a soja, já provoca alterações nos ciclos naturais. “Um número gigantesco de córregos e rios já secaram e vêm secando, e a gente também observa que os períodos de chuva estão variando muito.”

Neste ano, dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) revelam que o Cerrado só perde para a Amazônia em extensão de áreas queimadas. Considerando apenas setembro, o Cerrado registrou mais focos de queimadas do que a Amazônia, foram quase 23 mil focos de incêndio no bioma contra 19,9 mil na floresta amazônica.

Com informações G1

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Felicidade no trabalho aumenta produtividade em 12%, aponta estudo

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Funcionários satisfeitos que aumentam sua produtividade nas organizações e os benefícios dessa equação para o empregador e para o empregado é um assunto cada vez mais em alta nas discussões. E o bem-estar elevado do funcionário como um dos principais geradores de benefícios para a empresa está comprovado em pesquisas: segundo um levantamento feito pela Universidade de Warwick, no Reino Unido, funcionários felizes são 12% mais produtivos que os demais.  

De acordo com outra pesquisa, essa da Universidade da Califórnia (EUA), há uma alta de 37% nas vendas e três vezes mais criatividade daqueles funcionários que se encontram satisfeitos em seu ambiente de trabalho. Porém, todos estes levantamentos apontam que, caso haja alguma insatisfação, este desempenho pode ser prejudicado.  

Segundo Rebeca Toyama, especialista em desenvolvimento humano, um cenário negativo faz com que haja uma queda na produção e no rendimento profissional dos funcionários. Além disso, a especialista ainda afirma que, caso o quadro não seja revertido imediatamente, o colaborador pode vir a sofrer com problemas físicos e emocionaisA afirmação de Rebeca Toyama é também comprovada por pesquisas: segundo a Previdência Social, nos últimos 10 anos a concessão de auxílio-doença a pessoas que sofrem de transtornos mentais cresceu cerca de 20 vezes.  

Organizações tóxicas  
Estas questões estão diretamente ligadas a diversos fatores, principalmente o do chamado “organizações tóxicas”. De acordo com Rebeca, define-se por uma organização tóxica as empresas que só visam o lucro, aumento da quantidade de trabalho e, consequentemente, de resultados. Sem entender o impacto disso na qualidade de vida de seus funcionários.  

“Atualmente há diversas empresas que só buscam ganhar, ganhar e ganhar, sem engajar seus colaboradores Não olham internamente para analisar a saúde mental de seus funcionários, não procuram saber se estão sendo bons gestores, muito menos se seus funcionários estão satisfeitos com a situação em que vivem ou se possuem alguma sugestão de melhoria”, afirmou a especialista.  

Para Rebeca, quando os líderes mostram uma preocupação até mesmo com os mínimos detalhes e demonstram se importar com seus colaboradores de alguma forma, já traz resultados positivos não somente para eles, mas também para a empresa como um todo. “Mostrar reconhecimento, por exemplo, já dá um ânimo a mais para o funcionário prosseguir com seu trabalho. Dá a ele a certeza de que está fazendo a coisa certa”, declarou.  

Por isso, Rebeca dá cinco dicas de como agir diante de um ambiente de trabalho tóxico:  

Evite gastar energia reclamando e envolvendo pessoas que não fazem parte da solução e muito menos do problema, isso piora a toxidade da situação;

Busque soluções com pessoas que já passaram por desafios semelhantes ou que possam de alguma forma contribuir com a solução;

Extraia aprendizado de cada desafio, por mais árduo que possa ser, isso evitará que você caia futuramente em situações semelhantes;

Lembre-se que equilíbrio na vida pessoal ajuda bastante a lidar com desafio profissionais, pior que trabalhar numa organização tóxica é ter uma vida tóxica;

Reagir aos estímulos tóxicos não costuma ser um bom caminho, o papel de vítima costuma parecer ser a única opção, mas acredite, o protagonismo nesse tipo de situação será um diferencial em sua carreira.

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