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Falta de água causa transtorno para moradores do Bairro Residencial Leblon

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A diarista Rose Oliveira mora no Residencial Leblon e relata que desde sábado (7.Set) a água das torneiras da sua casa desapareceu. Casada e mãe de dois filhos, de 5 e 7 anos, ela usou as redes sociais para mostrar o drama para fazer tarefas simples como lavar a louça, roupas e, neste tempo seco, manter a casa limpa.

“Falta água para as tarefas básicas, mas a conta sempre chega. Neste mês vou pagar R$ 71”, reclamou Rose que afirmou que os bairros Campos Elísios, Tesouro, e Alvorada também sofrem com esta situação.

Com dificuldades para resolver a situação e depois de várias tentativas de resolver o problema junto a Saneago, Rose pediu ajuda para a radiologista Kassia Emanoella, para quem trabalha.

Com as redes sociais, a mobilização foi imediata e feita ainda no domingo (8.Set) para que a Saneago levasse a solução do abastecimento de água.

A mensagem publicada foi “Vamos comentar na última postagem da Saneago que falta água em Anápolis”. Até o fechamento desta reportagem, já somam 166 comentários.

A Saneago respondeu na segunda-feira (9.Set), mas justificou que o abastecimento na região do Residencial Leblon está comprometido devido ao incêndio que aconteceu na subestação da Enel, no Bairro Recanto do Sol.

Kássia insistiu em um posicionamento da Saneago já que a falta de abastecimento de água acontece desde antes do acidente.

Em nota, a Saneago confirmou os problemas relatados e informou que até sexta-feira (13.Set) os serviços estarão normalizados.

Segue a nota na íntegra:

A situação do abastecimento da região leste da cidade é a seguinte:

Devido a problemas de manutenção na rede, o reabastecimento foi comprometido pelo excesso de consumo no dia de sábado, 07/09, que acabaram por desestabilizar o sistema da região Leste, pois do Centro de reservação Lurdes depende todo o bombeamento para o Centro de reservação Aeroporto, do qual dependem outros 08 (oito) reservatórios (Tesouro, Vila Rica, Bairro Santo Antônio, Granjas Santo Antônio, Anaville 1 e Anaville 2, Leblon e Idelfonso Limiro). Como o centro de reservação Aeroporto não possui a capacidade adequada para esta operação, as elevatórias operam o tempo todo, sendo que qualquer alteração, como um vazamento ou outro problema técnico, desestabiliza o sistema, dificultando seu reabastecimento. A SAneago está realizando intervenções nas redes para garantir maior agilidade no abastecimento em áreas mais críticas, com conclusão prevista para o final desta semana (até dia 13/09). Contudo ocorreram intermitências e o abastecimento nesta área foi normalizado na noite de domingo para segunda.

Entretanto, na segunda feira, 09/09, embora tenham sido reabastecidas estas áreas, após o incidente ocorrido na segunda feira, de um incêndio em uma subestação de energia, em Anápolis, a captação Piancó ficou sem o fornecimento de energia, desde antes das 13 horas. A ENEL instalou geradores a diesel em paralelo com o trafo que ficou funcionando, para substituir o outro que queimou e voltar a fornecer energia suficiente para operar a captação Piancó. O retorno do fornecimento de energia aconteceu às 23 horas de ontem. Houve um curta interrupção ao longo da madrugada, de apenas 1 hora de duração, mas desde as 05:20 de hoje a captação está operando com sua capacidade máxima.

Como toda a cidade foi afetada pelo desabastecimento que durou mais de 10 horas, e com o consumo bastante elevado nesta época do ano, o reabastecimento segue lento, com previsão de normalização para acontecer durante a noite de hoje para amanhã, dia 10 para 11. Alguns setores já foram reabastecidos, mas até o momento, 18 horas do dia 10/09/2019, cerca de 40% da cidade encontra-se desabastecida ou em processo de reabastecimento.

A insuficiência do CR Aeroporto se deve ao fato de que este CR precisou ser remanejado emergencialmente para outra área quando da ampliação da pista do Aeroporto e aguarda desde então as obras de ampliação do sistema para implantação de reservação e execução das demais intervenções para seu funcionamento adequado. Fora destes períodos de excesso de consumo e ocorrências de manutenção de grande porte que comprometam o abastecimento do CR Lurdes, a operação do CR Aeroporto comporta a demanda, porém possui esta fragilidade.

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Pescador afetado por vazamento terá parcela extra do seguro-defeso

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Os pescadores artesanais da Região Nordeste afetados pelo vazamento de óleo cru nas praias irão receber uma parcela extraordinária do seguro-defeso, informou o secretário de Aquicultura e Pesca do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Jorge Seif Júnior. A medida beneficiará cerca de 60 mil profissionais. A estimativa é que o governo federal desembolse R$ 59 milhões com a ação.

“O governo federal está sensibilizado com essa questão ambiental. Vamos socorrê-los [os pescadores] nesse primeiro mês acompanhando a evolução do óleo nas águas nordestinas”, disse Seif Júnior. “Vamos pagar o mês de novembro de forma extraordinária e continuar monitorando. Se o problema persistir, vamos estudar novas medidas”, informou.

De acordo com o secretário, os detalhes estão sendo finalizados junto ao Ministério da Economia para a liberação dos recursos, e o pagamento será feito em novembro. “Não precisa de nenhum ato por parte do pescador. Ele simplesmente deve aguardar que estamos processando [o pagamento]. Dentro do mês de novembro – ainda não sei precisar a data –, a parcela será depositada na sua conta.”

O seguro-defeso é um benefício previdenciário destinado aos pescadores profissionais que ficam impossibilitados de desenvolver suas atividades durante o período de reprodução das espécies, quando a pesca é proibida. O valor do benefício é de um salário mínimo (R$ 998).

Atualmente, o seguro-defeso é pago a cerca de 360 mil pescadores. São dois tipos de seguro: o continental, pago aos profissionais que pescam em rios, e o destinado aos pescadores da área marinha, para os que trabalham no litoral. A medida anunciada nesta terça-feira é destinada apenas aos pescadores que recebem o seguro-defeso marítimo.

Recolhimento de resíduos

De acordo com a Marinha, até ontem (21), foram recolhidas 900 toneladas de resíduos de óleo cru nas praias do Nordeste. O óleo apareceu primeiro no litoral da Paraíba e se espalhou para Pernambuco, Alagoas, Ceará, Maranhão, Piauí, Rio Grande do Norte, Sergipe e, mais recentemente, para a Bahia. Segundo o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), 72 municípios de nove estados tiveram suas praias afetadas pelo óleo. Uma das hipóteses é que o vazamento de óleo partiu de um navio irregular, chamado de dark ship, que passou pela costa brasileira. 

Questionado se o governo está monitorando a qualidade do pescado produzido na região, o secretário de Aquicultura e Pesca disse que o governo tem reforçado os protocolos de fiscalização para os pescados e frutos do mar, frescos ou congelados que passam pelo Serviço de Inspeção Federal (SIF). “[De] todo o pescado que é processado em plantas com o selo do SIF temos protocolo de testes de hidrocarbonetos. Ou seja, temos um protocolo de qualidade desse pescado, que pode ser consumido sem nenhum problema porque o protocolo foi reforçado”, afirmou.

O SIF é um sistema de controle do ministério que avalia a qualidade dos produção de alimentos de origem animal. Os produtos aprovados recebem o selo de aprovação. “Para os estabelecimentos que trabalham com serviço de inspeção federal, nós damos garantia ao consumidor”, reiterou o secretário.

No caso das peixarias com certificados emitidos por estados ou municípios, caberá ao órgão local de controle determinar as medidas para assegurar a qualidade do produto.

Seif Júnior ressaltou que o governo ainda não tem estimativa sobre o impacto do vazamento na produção pesqueira do Nordeste. “Ainda não temos uma estimativa dos impactos na produção pesqueira”, disse o secretário. Ele informou que o governo vai continuar acompanhando a situação no litoral nordestino e que, caso os vazamentos continuem, novas medidas poderão ser adotadas.

“Somente avaliando impactos, não sabemos ainda a extensão dos vazamento. Então, é prematuro dizer qualquer coisa, mas o levantamento está sendo feito diariamente pela Marinha, pelo Ministério do Meio Ambiente e por outros órgãos, acrescentou.

Uma possibilidade em estudo é a criação de um fundo voltado para atender situações como o vazamento de óleo e desastres como os ocorridos em Brumadinho e Mariana, ambos em Minas Gerais, que também afetaram a pesca e a produção nas respectivas regiões atingidas. A matéria ainda está em estudo.

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Mega-Sena: prêmio acumula em R$ 24 milhões

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Ninguém acertou o prêmio principal da Mega-Sena e o prêmio estimado pela Caixa Econômica Federal para o próximo concurso é R$ 24 milhões.

As dezenas do concurso 2.200, sorteadas na teça-feira (22), no Espaço Loterias Caixa, em São Paulo, foram as seguintes: 11 – 15 – 28 – 36 – 43 – 55.

A quina saiu para 52 apostas e cada uma vai pagar R$ 31.034,46. A quadra teve 3.371 ganhadores. Eles vão receber, cada um, R$ 683,89.

O concurso 2.201 será realizado na próxima quinta-feira (24). As apostas podem ser feitas até as 19h do dia do sorteio em qualquer casa lotérica credenciada pela Caixa, em todo o país. O bilhete simples, com seis dezenas marcadas, custa R$ 3,50.

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Aneel aprova redução de 3,9% para as tarifas de energia de Goiás

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A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou nesta terça-feira (22) uma redução média de 3,9% para as tarifas de energia da Enel Distribuição Goiás. A Enel atende quase todo o estado de Goiás, em um total de 3,086 milhões de unidades consumidoras.

Segundo a Aneel, a redução na tarifa deve ser aplicada a partir desta terça-feira.

A queda média para os consumidores industriais, atendidos em alta tensão, será de 2,89% e para os consumidores residenciais e do comércio, atendidos em baixa tensão, a queda na tarifa será de 4,32%.

O principal item que impactou a redução foi a quitação antecipada de um empréstimo feito em 2014 para ajudar as distribuidoras de energia a pagar o custo extra gerado pelo uso mais intenso de termelétricas.

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