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Facebook tenta ganhar dinheiro com WhatsApp

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Depois de descartar cobrar dos usuários para o uso do serviço, o Facebook está desenvolvendo uma forma alternativa de ganhar dinheiro com o aplicativo de mensagens WhatsApp. O dono do aplicativo anunciou na quarta-feira, 21, em evento realizado na Holanda, que vai exibir anúncios no serviço de vídeos efêmeros da plataforma – o WhatsApp Status – a partir de 2020.

As informações foram publicadas em redes sociais por publicitários presentes no evento. Procurado, o WhatsApp não comentou o assunto. .
A ferramenta do WhatsApp Status é semelhante ao Stories do Instagram – e ambos são parecidos com as mensagens do Snapchat, do qual o Facebook copiou o recurso. O WhatsApp é usado por 500 milhões de pessoas em todo o mundo.

Segundo as fontes, os anúncios vão aparecer como postagens independentes, entre as publicações dos usuários. A função estará disponível tanto no iPhone quanto no Android, disse o Facebook. Haverá ainda um símbolo indicando que o post é patrocinado e uma seta, para que o usuário “siga” o link do anúncio.

O Facebook divulgou novas funcionalidades para a versão corporativa do WhatsApp. Entre elas, uma ferramenta que permite que o usuário tenha uma prévia de um arquivo PDF enviado pelo WhatsApp Business. Hoje, é preciso baixar o arquivo para o dispositivo exibir o conteúdo.

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Tecnologia

Alunos realizam mostra tecnológica em comemoração ao primeiro ano da Happy Code Goiânia

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Comemorando o primeiro ano de existência, a escola de tecnologia Happy Code Goiânia abre as portas para o público para uma mostra de projetos desenvolvidos pelos alunos. A exposição ocorre no dia 14 de dezembro, das 10h às 12h, na sede da unidade, localizada na rua T-30, no Setor Bueno.

De acordo com o diretor de tecnologia, Nelson Marques, este dia, os alunos irão mostrar o que desenvolveram no último semestre. “O evento funcionará como uma exposição onde as pessoas poderão visitar e conhecer os trabalhos de todos. A entrada é gratuita”, explica ele.

A Happy Code chegou a Goiânia graças a um desejo do engenheiro de Controle e Automação, Nelson Marques, de montar uma escola ou curso que pudesse propiciar para as crianças o que ele não teve durante a infância: um espaço para criar, inovar, estar em contato com novas tecnologias. .

Foi então que viu numa reportagem sobre a Happy Code e se encantou pela proposta. Convidou a pedagoga Sabrina Lemos, que possui quase 20 anos de experiência, e juntos trouxeram a unidade para a capital goiana.

“Nosso maior sonho é que, no futuro, nossos alunos sejam capazes de criar soluções que vão impactar a vida de milhões pessoas”, destaca Sabrina.

Colônia de Férias

As férias estão chegando e muitos pais se preocupam em como ocupar as crianças, afinal o ócio aliado à falta de rotina pode causar um pequeno caos em casa. Pensando nisso, a Happy Code Goiânia está oferecendo uma Colônia de Férias Tecnológica. Serão duas edições uma de 16 a 20 dezembro e de 14 a 19 de janeiro.

As atividades são divididas em Academy de Games e ou Minecraft, com duração de 20 horas; Mega Academy, com duração de 30 horas e cinco cursos diferentes; Camp, que dura 6 horas, divididos em 4 dias da semana; e a modalidade Diária, que é um curso de 6 horas num só dia.

A modalidade Colônia de Férias, tem duração de 40 horas e de acordo com a diretora pedagógica da Happy Code, Sabrina Lemos, se assemelha a uma colônia de férias tradicional. “Iremos ter atividades tecnológicas e desplugadas. Os cursos oferecidos serão (Kids – 7 a 12) : Maker, Game, Youtuber, Minecraft (Jr – 5 e 6 anos – Dash and dot, Scratch e Minecraft). As atividades desplugadas serão variadas: oficinas de slime, pintura, pula pula e etc”, explica.

Na Colônia de Férias Tecnológicas os alunos vão receber lanche, almoço e uma camiseta da Happy Code. Entre os cursos oferecidos em todas as modalidades estão: Roblox, Minecraft, Maker, Youtuber, Aplicativo, Dash and Dot, Scratch. As inscrições dos cursos de férias podem ser feitas pelo link http://bit.ly/colonia_de_férias_gyn e o valor varia de acordo com a modalidade.

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Tecnologia

Setores discutem implantação do 5G na Câmara dos Deputados

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Empresas de telecomunicações, emissoras de TV, entidades da sociedade civil e autoridades regulatórias discutiram a implantação da tecnologia 5G no país em audiência na Comissão de Relações Exteriores da Câmara dos Deputados ,Em meio à falta de definições, o debate mostrou que o assunto ainda demanda a resolução de diversas polêmicas.

Um consenso entre os presentes foi o potencial transformador da introdução desta tecnologia. O presidente da fabricante de equipamentos eletrônicos Qualcomm no Brasil, Rafael Steinhauser, afirmou que o 5G já é uma realidade e vai ter impactos econômicos e sociais “estratégicos”, potencializando, por exemplo, o ambiente altamente conectado que vem sendo chamado de “Internet das Coisas”.

“A comercialização do 5G está mais rápida que a do 4G. Países reconheceram a importância vital que o 5G vai ter e todos se lançaram a colocar redes no ar. O 5G está sendo lançado em todos os países da Europa. O Brasil pode ter chance de ser dos primeiros ou dos últimos da América Latina a lançar. Vai depender de nós. No Brasil ainda nem temos definição exata de como será o processo licitatório e como será licitado o espectro. Sem ele não funciona, pois precisa de muita banda”, ressaltou o executivo da Qualcomm.

leilão de faixas de frequência para o 5G foi anunciado como uma das concessões do governo na última reunião do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), na semana passada. Entretanto, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) ainda não definiu como o processo se dará.

Na audiência, a superintendente-executiva da Agência, Karla Ikuma, informou que uma proposta para o leilão foi entregue pela área técnica do órgão ao Conselho Diretor. Entre as medidas e obrigações às operadoras vencedoras do leilão, ela prevê atendimento com serviços móveis em tecnologia 4G ou superior em localidades não contemplados por esse padrão atualmente, além de meta de cobertura de 95% das áreas urbanas de cidades com menos de 30 mil habitantes, que atualmente não possuem obrigações de serviço móvel neste tipo de geração.

Outra exigência incluída pelos técnicos da Anatel é a ampliação das redes de transporte por meio da instalação de redes de backhaul (que fazem a conexão entre as grandes redes que cortam o país, os backbones e a oferta do serviço à casa dos usuários, a chamada “última milha”) em fibra ótica de alta capacidade. O relator da matéria na Agência apresentou seu voto no Conselho Diretor, mas outro conselheiro pediu vistas do processo. O encaminhamento do leilão depende, assim, da apresentação desta análise e da votação pelo colegiado.

5G x parabólicas

Uma das polêmicas foi posta pelo representante da Associação Brasileira de Rádio e Televisão (Abratel), Wender Souza. Segundo ele, testes mostraram que o uso de uma das faixas de frequência utilizadas para o 5G, a de 3,5 GHz, gera interferência nos serviços de televisão parabólica (chamados tecnicamente de TVRO). Estes estão em 22,1 milhões de lares em todo o Brasil, especialmente nos rincões do país, onde geradoras de TV de redes de televisão não chegam.

“O problema da vez para dar segurança ao leilão é o que fazer com a TVRO. Precisamos dar uma solução definitiva. Defendemos tirar toda a base receptora da televisão doméstica da banda C [onde é transmitida atualmente e sofreria interferência do 5G] e migrar para banda Ku. Além disso, que sejam distribuídos kits de recepção para a banda ku para população do cadastro único”, propôs o executivo da Abratel.

O diretor de relações internacionais da Ericssson, Tiago Machado, argumentou que outros testes apontaram a possibilidade de convivência entre os dois serviços. De acordo com ele, não haveria risco pois a faixa de 3,5 GHz seria usada no 5G nas áreas urbanas, enquanto o serviço de recepção em parabólica seria sobretudo no interior. “A TVRO seguirá existindo. Outras frequências serão usadas para o campo. Não haverá impacto no serviço de radiodifusão pelo 5G”, comentou Machado.

Disputa geopolítica

Outra polêmica em relação ao leilão brasileiro apareceu de forma tangencial no debate: as medidas restritivas do governo dos Estados Unidos contra a fabricante chinesa Huawei alegando possíveis riscos de atuação do governo chinês por meio destas e a possível pressão para que países aliados, como o Brasil, não adotem tecnologias desta companhia na construção de redes 5G. Deputados perguntaram sobre possíveis riscos decorrentes da participação da Huwaei nessas infraestruturas.

O diretor de governo e relações públicas da empresa no Brasil, Atílio Runi, respondeu afirmando que o grupo é “100% privado”, sem entrar em mais detalhes. Ele ponderou que a Huwaei não participa de leilões, mas fornece equipamentos para as operadoras de telecomunicações. O que já ocorre atualmente com parte das companhias do setor atuando no país.

Citando o estudioso de Tecnologias da Informação e Comunicação, Nicholas Negroponte, Runi declarou que “a política pública [de implantação do 5G] deve ser baseada em padrões objetivos, e não por motivações geopolíticas”, buscando afastar suspeitas sobre eventuais riscos da participação nas redes a serem construídas aqui.

Tecnologia nacional

A coordenadora-executiva do Intervozes – Coletivo Brasil de Comunicação, Marina Pita, apontou a necessidade de não discutir a implementação da tecnologia com base em fabricantes, mas aproveitando a oportunidade para promover o desenvolvimento da tecnologia nacional. Citando o caso da China, ela lembrou que o Brasil tem uma pauta de exportações focada em bens primários, enquanto importa muito mais bens manufaturados, como equipamentos eletrônicos.

“É importante o desenvolvimento de tecnologia nacional não só para soberania, mas também para economia nacional. Temos de olhar o que temos de componentes fabricados no Brasil e como pode ser fomentado um ecossistema garantindo que economia brasileira vai se beneficiar da melhor forma possível. O 5G traz benefícios econômicos, mas estes podem ser aumentados se houver investimento no desenvolvimento tecnológico nacional”, observou Marina Pita.

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Motorola Razr: empresa apresenta sucessor do V3 com tela dobrável

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A Motorola apresentou nesta quinta-feira (14. Nov), seu novo celular, que leva o nome de Razr. Sucessor do popular V3, que fez sucesso no começo dos anos 2000, o aparelho é a aposta da marca para entrar no mercado de telas dobráveis e competir com o Samsung Galaxy Fold e o Huawei Mate X.

Com preço surgerido de 1,5 mil dólares (cerca de R$ 6,5 mil) nos Estados Unidos, o celular deve chegar ao Brasil em janeiro de 2020.

Ao contrário dos aparelhos das outras marcas, que são dobráveis na horizontal e viram uma espécie de tablet quando são desobrados, a Motorola tentou montar um celular mais compacto, que se dobra na direção vertical, e que traga comodidade no bolso.

Com tela interativa, o Razr conta com um display externo de 2,6 polegadas sensível ao toque, lembrando a clássica tela do V3.

Apostando no design arrojado e que remete à nostalgia, as especificações técnicas do Razr estão entre celulares intermediários e os de ponta que estão disponíveis no mercado atualmente.

O processador Snapdragon 710 não é o mais potente da Qualcomm, os 6 GB de memória RAM e 128 GB de armazenamento estão longe de ser o padrão da indústria para celulares premium.

O Razr conta com somente duas câmeras, uma principal de 16 megapixels e outra frontal de 5 megapixels, que também são superados por outros concorrentes. Destaque fica com a câmera principal podendo ser utilizada para selfies quando o aparelho estiver dobrado. O celular vem com o sistema operacional Android 9 Pie e bateria de 2.510 mAh, com o carregador Turbo Power que é padrão nos aparelhos da Motorola.

Ele não terá resistência à água, mas a companhia afirma em seu site oficial que ele conta com uma proteção repelente na sua face externa para protegê-lo de gotas e eventuais espirros de chuva.

O mercado já esperava desde o primeiro semestre deste ano que a Motorola fosse apostar em um celular com tela flexível e uma série de vazamentos, o maior deles no fim de outubro, pelo jornalista norte-americano Evan Blass, confirmou as especulações.

Celulares flexíveis são a próxima aposta da indústria de celulares, mas ela esbarra em problemas: a sul-coreana Samsung teve uma série de problemas com a resistência da tela do Galaxy Fold, o que adiou o lançamento do Mate X pela Huawei.

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