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Ex-diretores da Avestruz Master são presos por crime contra o sistema financeiro nacional

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Três ex-diretores da empresa Avestruz Master foram presos após a 11ª Vara da Justiça Federal de Goiânia determinar que eles cumpram a condenação por crime contra o sistema financeiro nacional. Conforme a denúncia, o grupo teve forte atuação entre 2003 e 2005 no ramo de aves, mas fechou e deixou milhares de investidores sem receber, causando prejuízo superior a R$ 1 bilhão.

O juiz federal Rafael Ângelo Slomp determinou a prisão dos envolvidos em 14 de agosto, mas os mandados de prisão em regime semiaberto só foram cumpridos neste mês. O pedido para que as penas começassem a ser executadas foi feito pelo Ministério Público Federal em Goiás.

A ex-diretora financeira, Patrícia Áurea da Silva Maciel, e seu marido, o ex-gestor e diretor Emerson Ramos Correa, foram detidos, na segunda-feira (16), na Bahia, onde devem cumprir a pena. No último dia 13, o ex-diretor comercial, Jerson Maciel da Silva Júnior, foi preso em Goiânia.

Prejuízo de R$ 1 bilhão

A empresa prometia vender os filhotes de avestruz, abatê-los quando estivessem adultos e comercializar a carne, com a promessa de lucros altos em curto prazo. Segundo o MPF, tratava-se de pirâmide financeira.

Em 2005, uma investigação apontou várias irregularidades no negócio, como a emissão de títulos de investimento fraudulentos e a venda de aves acima do número existente.

Conforme o MPF, após a denúncia, a empresa, que tinha sede em Goiânia, fechou as portas e deixou milhares de investidores sem receber lucros e os valores que aplicaram. No ano seguinte, a Justiça decretou a falência do grupo.

O Ministério Público Federal afirma que o pirâmide prejudicou cerca de 50 mil pessoas em todo o Brasil, sendo cerca de 30 mil em Goiás. O órgão calcula que o prejuízo causado aos investidores foi superior a R$ 1 bilhão.

Processo na Justiça

Os três ex-diretores foram denunciados em março de 2006 pelo MPF e condenados, em primeira instância, em janeiro de 2010 a mais de 38 anos de prisão. Após recursos da defesa dos réus, a Justiça Federal determinou as seguintes penas:

  • Jerson Maciel da Silva Júnior – 6 anos de prisão e 120 dias-multa;
  • Patrícia Áurea da Silva Maciel – 6 anos de prisão e 120 dias-multa;
  • Emerson Ramos Correa – 5 anos de prisão e 36 dias-multa;

O Ministério Público Federal informou que “eventuais recursos cabíveis ao Superior Tribunal de Justiça e ao STF restringem-se à análise de questões de direito, de modo que a execução da pena não deve ser condicionada ao trânsito em julgado da condenação”. Por isto, pediu que as penas começassem a ser aplicadas, o que foi atendido pelo juiz.

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Introdução alimentar: muita calma nessa hora

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Uma das fases mais mágicas e difíceis da maternidade é a introdução alimentar, que ocorre a partir dos seis meses de vida da criança, conforme recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS) e do Ministério da Saúde. O termo é usado para designar a fase em que a alimentação dos bebês começa a incorporar outros alimentos além do leite materno. Até essa idade, o aleitamento materno deve ser exclusivo e não há necessidade de nenhum outro alimento, nem mesmo água, já que o leite da mãe supre também as necessidades de hidratação do bebê.

Muitas dúvidas podem surgir nesse momento, como, por exemplo, quais os alimentos que podem ser oferecidos às crianças. Nesse momento, é importante procurar por uma orientação médica, seja do pediatra da criança, de um nutrólogo ou nutricionista. Algumas mães ainda sofrem com a rejeição de alguns alimentos por parte do filho.

De acordo com o nutrólogo Ribamar Cruz, é importante que os pais tenham consciência de que os filhos aprendem pelo que os veem fazendo. “Isso vale também para alimentação . A nutrologia para pais e filhos ajuda a criar novos hábitos alimentares em casa. O saudável pode ser gostoso para todas as idades”, explica.

Ainda de acordo com o especialista, a alimentação complementar deve ser introduzida de maneira lenta e gradual. “Algumas crianças podem estranhar no início e recusar determinados alimentos, o que é normal, pois trata-se de uma experiência totalmente nova para elas”< destaca Ribamar Cruz.

Uma dica do nutrólogo é se a criança não aceitou, não insista, não force e não agrade. “Às vezes, ela recusa, e isso é normal. É importante que o alimento seja novamente oferecido em outra ocasião”, explica ele. De acordo com informações do Ministério da Saúde, é necessário oferecer um alimento de oito a dez vezes, em média, até que a criança o aceite.

A servidora pública Cláudia Aguiars conta que o Otto, seu primeiro filho, está com oito meses e desde os seis ela iniciou a introdução alimentar. “É uma criança bem tranquila e aceita quase tudo que eu ofereço. Dizem que a fase que as crianças começam a ficar mais seletivas com a comida é a partir dos dois anos. Vamos aguardar”, disse ela.

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Lojas Americanas abre as portas a meia-noite nesta sexta-feira, 29, em Anápolis

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A Black Friday é nesta sexta-feira (29. Nov) e as lojas em Anápolis já estão se preparando. As lojas Americanas da Rua Engenheiro Portela, conhecida por oferecer grandes descontos nesta data irá abrir a meia-noite, de quinta-feira para sexta-feira (29. Nov).

A loja irá promover a “Red Friday” e promete descontos ainda maiores do que os outros anos. Para alcançar o maior número possível de consumidores, neste ano, a Lojas Americanas abrirá mais de 400 unidades à meia-noite do dia 29 de novembro, em todo o Brasil.

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Passageiros poderão usar cartão de crédito em ônibus da Grande Goiânia

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O Novo sistema de bilhetagem eletrônica Sitpass da Região Metropolitana de Goiânia terá funcionalidades como biometria facial, pagamento por QR Code, cartões Sitpass, cartão de crédito ou débito por aproximação (NFC), pagamento em nuvem, recarga a bordo, wi-fi a bordo e atualização de dados dos cartões a bordo. O modelo foi apresentado nesta terça-feira (26/11), em evento realizado na sede da Companhia Metropolitana de Transportes Coletivos (CMTC).

Com tecnologia de ponta e diversos recursos digitais, o novo sistema vai tornar a utilização do transporte coletivo mais fácil, prática e segura, além de ampliar o acesso dos clientes ao serviço.

Com financiamento e implementação gradual realizada pelo RedeMob Consórcio, a primeira fase, que contempla a biometria facial e o QR Code, será executada em até oito meses após a assinatura do contrato. A segunda fase terá prazo de conclusão de quatro meses após o término da primeira etapa. A previsão é que o novo sistema esteja em pleno funcionamento até dezembro de 2020.

“A CMTC e as empresas concessionárias do transporte coletivo estão sempre buscando a melhoria do serviço prestado ao nosso cliente, e a nova bilhetagem nada mais é do que a garantia de que esta melhoria será alcançada. É um sistema prático, que também usa a internet e o smartphone.

Praticamente toda a população já utiliza hoje os cartões de crédito e débito ou o smartphone, então isso vai facilitar muito a adesão a essas novidades. Os nossos clientes não terão nenhuma dificuldade de adaptação às mudanças”, reforçou o presidente da CMTC, Benjamin Kennedy Machado da Costa. A transição para o novo sistema de bilhetagem será executada sem prejuízos ao sistema atual.

Todas as etapas do processo serão cumpridas de forma a minimizar o impacto durante o período de transição de forma a esclarecer para os usuários todos os benefícios que chegarão com a mudança, por meio de campanhas nas redes sociais e nos terminais de integração da RMTC.

Assinatura do contrato com a empresa de tecnologia Prodata

Pioneiro no Brasil, o atual sistema de Goiânia utiliza tecnologia francesa e está com mais de 22 anos de operação ininterrupta. A RMTC possui cerca de 1 milhão e 900 mil unidades emitidas do Cartão Fácil. A transição para o novo sistema de bilhetagem será executada com a garantia de não prejudicar a população que utiliza o serviço.

Os mais de 1.700 pontos de venda espalhados pelas cidades da Região Metropolitana de Goiânia continuarão realizando o serviço de recarga do Cartão Fácil normalmente.

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