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Economia

Diretoria do Daia afirma que irá levar melhorias para a região

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O diretor administrativo do Distrito Agroindustrial de Anápolis (Daia), Marlon Caiado, afirmou que os projetos para reformar a infraestrutura da região estão em fase de elaboração. A declaração foi feita durante a reunião ordinária da Associação Comercial e Industrial (Acia) nesta quarta-feira (29.Mai).

O empresário foi nomeado há um mês pelo governador Ronaldo Caiado (DEM) e reconhece que existem demandas urgentes que devem ser feitas de imediato.

Os empresários já instalados no Daia reclamam de falta de segurança, buracos na principal avenida que dá acesso ao polo industrial, pontos de ônibus degradados e deficiência do fornecimento de energia para as indústrias.

Marlon Caiado falou que a Codego tem parcerias com a Prefeitura, Goinfra e empresários.

“Já conversamos com a diretoria da Urban que se comprometeu a reformar os pontos de ônibus o quanto antes. Estamos planejando também a construção de uma terceira via somente para o transporte coletivo para dar mais fluidez ao trânsito”, comentou Marlon Caiado.

Segundo a diretoria da Codego, estão previstos os serviços da troca da malha asfáltica de todas as ruas do Daia e também das vicinais.

“As ruas laterais também têm muitas demandas. Conversamos com a Prefeitura para firmar ajustes de conduta que possam nos ajudar nesses serviços”, disse.

Em relação a segurança, Marlon Caiado garantiu que será feita a troca do cabeamento das vias para melhorar a iluminação, serão instaladas câmeras de segurança.

“A guarita da entrada do Daia passanis para a Polícia Militar para que ela possa se instalar e estar presente na região”, observou.

Marlon Caiado garantiu ainda que o Governo de Goiás cobra das Enel as melhorias nos serviços de fornecimento de energia. “Já estamos em contato com o Caiado para que ele cobre da Enel o fornecimento de energia. Não adianta ter mais 13 alqueires para trazer novas indústrias se não tem energia para atendê-las”, disse.

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Economia

Faturamento da indústria sobe 1,3% em outubro, diz CNI

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A Confederação Nacional de Indústria (CNI) informou que o faturamento real da indústria cresceu 1,3% em no mês passado em relação a setembro. A informação faz parte da pesquisa Indicadores Industriais, divulgada nesta segunda-feira.

Conforme os dados, a utilização da capacidade instalada da indústria teve aumento de 0,1 ponto percentual no mesmo período. No entanto, a tendência de alta revelada pela pesquisa não se refletiu no mercado de trabalho e nos rendimentos. Houve queda de 0,7% na massa salarial real e de 0,3% no rendimento médio real. O nível de emprego ficou estável.

Segundo a CNI, é o quinto mês consecutivo de alta do faturamento, que acumula alta de 3,9% no período.

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Economia

Dólar cai e bolsa sobe, mesmo com decisão de Trump

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A decisão do presidente norte-americano, Donald Trump, de retomar a sobretaxa sobre o aço e o alumínio produzidos no Brasil e na Argentina teve pouco impacto no mercado financeiro. O dólar encerrou em queda. A bolsa de valores subiu.
O dólar comercial fechou na segunda-feira (2) vendido a R$ 4,213, com queda de R$ 0,027 (-0,63%). A divisa continua acima de R$ 4,20, mas operou em baixa durante todo o dia.

No mercado de ações, o dia foi marcado por uma discreta recuperação. O índice Ibovespa, da B3, fechou a segunda-feira com alta de 0,64%, aos 108.928 pontos. Mesmo com o anúncio de Trump, o indicador operou em alta durante toda a sessão.

Mais cedo, o presidente Jair Bolsonaro disse que a desvalorização do real nas últimas semanas deve-se a fatores externos. Segundo o presidente, as tensões comerciais entre Estados Unidos e China, as turbulências no Chile e as eleições na Argentina e no Uruguai têm pressionado o câmbio nos últimos tempos.

Em tese, a imposição de barreiras comerciais pelos Estados Unidos dificulta as exportações brasileiras, reduzindo a entrada de dólares no Brasil e pressionando para cima o dólar. Sobre a decisão de Trump, Bolsonaro disse não ver retaliação comercial e que pretendia conversar por telefone com o presidente norte-americano.

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Economia

Venda de veículos novos cresce 4,38% em novembro frente a 2018

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Em novembro, a venda de veículos novos no Brasil, considerando-se apenas os automóveis e comerciais leves (picapes e furgões), cresceu 4,38% sobre novembro de 2018, mas com retração de 4,24% ante outubro, com o emplacamento de 230.923 unidades. O dado foi divulgado pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).

Considerando o emplacamento de todos os segmentos somados (automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas, implementos rodoviários e outros veículos), houve crescimento de 7,81% em comparação ao mesmo mês do ano passado e queda de 6,05% em relação a outubro, com a venda de 345.386 unidades. Segundo a Fenabrave, a queda em relação a outubro se explica pelo menor número de dias úteis.

“Faltando apenas um mês, para o fechamento do ano, notamos a estabilidade do mercado. Isso é positivo, pois não houve grandes oscilações durante o ano, o que confirma as nossas expectativas para 2019, que deve crescer 10,76% sobre 2018”, disse Alarico Assumpção Júnior, presidente da Fenabrave.

Acumulado do ano

Entre janeiro e novembro deste ano, a venda de todos os segmentos registrou alta de 10,3%, com o total de 3.665.370 veículos novos emplacados. Considerando-se apenas os emplacamentos de automóveis e comerciais leves no acumulado do ano, houve alta de 7,21% sobre o mesmo período do ano anterior, com 2.406.984 unidades licenciadas.

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