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Detento do semiaberto é preso por estupro

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (Deam), apresentou nesta segunda-feira (27.Mai), um homem suspeito de ter estuprado uma mulher, no Setor Centro-Oeste, em Goiânia. A vítima saia de um culto religioso, no dia 19, quando foi atacada.

Orival Pereira da Silva, de 55 anos, foi identificado pela filha por meio de imagens de câmera de segurança. “Ele chegou a dizer à vítima que tinha cometido um homicídio pouco antes de encontrá-la. A partir daí, conseguimos imagens das câmeras e identificamos o suspeito, que também foi reconhecido pela mulher que ele atacou”, explica a delegada Paula Meotti.

O suspeito possui passagens por furto e roubo, além de estar cumprindo regime semiaberto por tentativa de estupro. Durante a semana, dormia na prisão. Aos finais de semana, permanecia com a família.

No dia do crime, Orival teria ficado bêbado e abordado a vítima com uma faca. Ele rendeu a mulher na porta de casa e a levou para um lote abandonado, onde o estupro foi cometido.

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Segurança

Justiça determina que piloto filmado agredindo a namorada seja solto

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A Justiça determinou nesta segunda-feira (15) que o piloto de avião Victor Augusto do Amaral Junqueira, de 25 anos, que foi filmado agredindo a então namorada, a advogada Luciana Sinzimbra, seja solto. Ele foi preso em Anápolis após descumprir medidas protetivas.

O advogado Demóstenes Torres, que integra a defesa, disse que foi “atendido o pedido de soltura com adoção de medidas cautelares que resguardem a vítima”.

Victor Augusto foi preso no dia 6 de junho, em Anápolis, após desrespeitar medidas protetivas que o obrigavam a não se aproximar de Luciana. Na decisão que determinou a prisão do piloto, consta que a Central de Monitoração Eletrônica comunicou à Justiça que em maio “o acusado cometeu doze violações de área de exclusão e duas violações de fim de bateria”. Porém, a defesa diz que essas violações foram acidentais.

O advogado de Luciana Sinzimbra, Eduardo Nascimento de Moura, que está atuando no processo como assistente de acusação, disse que a decisão da juíza foi acertada.

“Entendemos que foi a melhor decisão. A assistência de acusação recebe [a decisão] de forma tranquila, inclusive porque se manifestou favorável à liberdade provisória do acusado, desde que observados as medidas protetivas estabelecidas”, afirmou.

Segundo eles, as medidas protetivas definidas envolvem a mudança de Victor Junqueira para Cocalzinho de Goiás, o uso de tornozeleira eletrônica e o comparecimento semanal à Justiça para comprovar as obrigações estabelecidas.

Para o advogado de Luciana Sinzimbra, trata-se de uma segunda chance para Victor Junqueira. “A revogação da prisão dele se deu em razão de entender que ele merece uma segunda chance. Uma oportunidade de recomeçar a vida”, afirmou.

Victor Junqueira deve permanecer em Anápolis até quinta-feira (18). A partir de sexta-feira (19), ele já deve estar em Cocalzinho de Goiás, segundo o assistente de acusação Eduardo Moura.

Agressão
A agressão aconteceu no dia 14 de dezembro do ano passado, no apartamento em que Luciana mora, em Goiânia. No vídeo, Victor, que é filho do ex-prefeito de Anápolis Eurípides Junqueira, senta em frente à vítima e dá um forte tapa no rosto dela, que cai na cama. Ela pede várias vezes para que o namorado vá embora, mas ele se recusa e dá socos, empurrões e puxões de cabelo.

Victor foi denunciado no dia 24 de junho por violência doméstica no âmbito da Lei Maria da Penha, lesão corporal, ameaça e violação de domicílio.

Em fevereiro, mesmo com uma medida protetiva o proibindo de manter contato com Luciana, Victor enviou mensagens para o telefone dela. Na ocasião, a Justiça determinou que ele fosse monitorado com tornozeleira eletrônica e não se aproximasse a menos de 300 metros dela.

A defesa do piloto alegou que a ligação foi feita pela mãe do Victor com o celular dele, sem que ele soubesse ou autorizasse.

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Segurança

Presos suspeitos de integrar quadrilha que fraudava leilões de gado, em Niquelândia

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A Polícia Militar (PM), por meio do Grupo de Patrulhamento Tático de Niquelândia (GPT), prendeu quatro homens suspeitos de integrar uma associação criminosa que fraudava leilões de gado. A ocorrência teve início na quarta-feira (10) e terminou nesta quinta-feira (11) com a prisão do grupo. Segundo a corporação, os criminosos arrematavam os gados por um leilão virtual e aplicavam golpe de estelionato nos vendedores.

A polícia chegou aos envolvidos por meio do Comando de Operações de Divisas (COD) da região norte. Alberto Dias Santos e Claudio Antônio foram os primeiros a serem encontrados e depois apontaram o envolvimento de outras duas pessoas no crime.

Na casa de Claudio os militares encontraram seis cartuchos calibre 20 e documentos de origem duvidosa, que apresentavam sinais de falsificação e eram usados para arrematar gado nelore P.O, no canal Terra Viva.

Segundo consta no boletim de ocorrência, os criminosos utilizavam a identidade de outras pessoas e falsificavam documentos de propriedades rurais com o objetivo de arrematar leilões. Os suspeitos pagavam a primeira parcela e retiravam os animais. As demais parcelas, no entanto, não eram pagas.

Em entrevista à polícia, Cláudio relatou que chefiava a associação criminosa com o empresário João Batista e Celino Correia. Uma manada de 20 cabeças de gado, que havia sido arrematada de forma ilegal no leilão, foi encontrada no povoado de Indaianópolis, em Niquelândia.

O gado e os envolvidos foram encaminhados para a Delegacia de Polícia Civil de Niquelândia. A PC vai abrir uma investigação.

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Segurança

PF cumpre dez mandados de prisão contra acusados de tráfico de drogas

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Policiais federais cumprem hoje (10) dez mandados de prisão preventiva e sete de busca e apreensão contra acusados de integrar uma organização criminosa voltada para o tráfico internacional de drogas. Os mandados estão sendo cumpridos no Rio de Janeiro, em São Paulo, Rondônia e na Paraíba.

De acordo com a Polícia Federal, o grupo criminoso comanda as operações a partir da cidade do Rio de Janeiro.

As investigações tiveram início em março de 2017, quando um dos acusados foi preso com 320 quilos de cocaína no estado de Rondônia. A partir daí, foi possível identificar outros suspeitos de integrar a quadrilha.Durante o monitoramento do grupo, a polícia conseguiu fazer três apreensões, num total de 2,5 toneladas de drogas que seriam distribuídas em favelas do Rio.

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