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Política

Deputado Coronel Adailton propõe implantar escolas militares na rede municipal

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O deputado estadual Coronel Adailton (PP) propôs requerimento para implantar nas escolas municipais a mesma gestão dos colégios militares. O texto foi aprovado, por unanimidade, na Assembleia Legislativa (Alego), e segue para análise do Governo de Goiás. Se aprovado, os alunos do fundamental 1 e 2 terão o mesmo padrão de ensino das unidades da Polícia Militar.

O modelo de gestão ficaria a critério do chefe do executivo se quer implantar nas escolas dos municípios goianos. O requerimento determina que os militares da reserva poderão ser requisitados, por meio da lei 19.966/2018.

 “Os colégios estaduais da policia militar tem o seu sucesso já garantido e consolidado. Tendo um resultado indiscutível, os alunos que saem do terceiro ano entram nas melhores universidades públicas do Brasil. É um exemplo de ensino que nós buscamos implantar nas escolas municipais para que elas possam também ter essa mesma qualidade de ensino,” disse o deputado.

O texto do requerimento especifica que esses policiais e bombeiros militares poderão trabalhar fardados dentro da escola.

“Mais disciplina, mais cidadania, mais solidariedade e também o patriotismo e o amor à pátria que é muito importante a gente resgatar esses valores para nossas crianças. Além do aspecto muito importante, que é a segurança”, explicou coronel Adailton.

O deputado estadual acredita que os militares podem evitar tragédias nas escolas em todo o País.

Um dos casos recentes, amplamente divulgado pelos jornais, foi do professor morto a tiros por um aluno em Valparaíso (GO), no dia 30 de abril. O garoto foi repreendido por mal comportamento, e logo após o fim da aula, buscou uma arma e cometeu o crime dentro da unidade escolar.

“Já que esses policiais e governos militares convocados poderão trabalhar fardados e equipados, eles podem evitar essas tragédias que tem ocorrido nas escolas do nosso país e está chegando muito próximo aqui de nós”, lamentou.

Para debater o tema com autoridades políticas e a população, coronel Adailton promove na próxima segunda-feira (13.Mai), às 13 horas, uma audiência pública onde estarão reunidos alguns dos prefeitos municipais do estado de Goiás através da Associação Goiana dos Municípios (AGM), da Federação Goiana dos Municípios (FGM), e da União dos Vereadores do Estado de Goiás (UVEGO).

Educação

Ainda na área da educação, o deputado estadual foi eleito nesta semana presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) das universidades. Essa CPI tem como finalidade principal investigar as possíveis irregularidades na concessão de certificados e diplomas nas graduações, mas principalmente nas especializações, doutorados e mestrados.

Em entrevista ao portal A1Minuto, o coronel Adailton falou que a CPI trabalha em um relatório e ainda irá ouvir algumas entidades que provavelmente cometeram irregularidades. Depois de concluído, o objetivo é encaminhar ao Ministério da Educação (MEC) e também ao Ministério Público (MP) para que eles tomem as medidas cabíveis.

O parlamentar também integra a Comissão de Educação, Cultura e Esporte da Alego como vice-presidente.

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Política

Após seis dias preso, Temer diz que aguardou soltura “com serenidade”

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O ex-presidente Michel Temer disse hoje (15), após deixar a prisão no Comando de Policiamento de Choque (CPChoque) da Polícia Militar, que aguardou “com serenidade”, a decisão da Sexta Turma do Superior Tribunal de Justiça que, por unanimidade, concedeu ontem (14) liminar para que o ex-presidente fosse solto. “Eu disse que aguardaria com toda tranquilidade e com toda serenidade a decisão do Superior Tribunal de Justiça [STJ], que se deu no dia de ontem”, disse ele em frente à sua casa, no bairro Alto de Pinheiros.

Temer estava preso preventivamente por suspeita de desvios de recursos na obra da usina nuclear de Angra 3, no Rio de Janeiro. O advogado do ex-presidente, Eduardo Carnelós, disse não acreditar em novas detenções. “Não posso acreditar que depois da decisão proferida ontem pela Sexta Turma do STJ que haja uma nova determinação de prisão, obviamente sem que haja fato novo. E não há fato novo a ocorrer”, destacou.

A liminar concedida ontem também vale para o coronel João Baptista Lima, amigo do ex-presidente e apontado pelo Ministério Público Federal (MPF) como operador financeiro de Temer. A decisão unânime determinou a soltura de Temer e Lima e definiu que eles não podem mudar de endereço, ter contato com outras pessoas físicas ou jurídicas investigadas ou deixar o país, além de ter de entregar seus passaportes à Justiça, caso já não o tenham feito.

Para a defesa do ex-presidente, há uma perseguição política a seu cliente. “Isso é um fato. Não há dúvida que há uma evidente determinação em perseguir o ex-presidente Temer. Eu só posso lamentar que isso ocorra. Eu disse, logo depois da determinação do TRF [Tribunal Regional Federal] da 2ª Região, saindo da sessão, que nós confiamos no Poder Judiciário. (…)  Essas acusações serão desmascaradas”, declarou.

Prisão

Temer e coronel Lima foram presos preventivamente pela primeira vez em 21 de março, por ordem do juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal do Rio de Janeiro. Entre as razões, o magistrado citou a “gravidade da prática criminosa de pessoas com alto padrão social, mormente políticos nos mais altos cargos da República, que tentam burlar os trâmites legais”.

Quatro dias depois, entretanto, o desembargador Ivan Athié, do TRF2, concedeu liminar libertando os dois, por considerar insuficiente e genérica a fundamentação da prisão preventiva, uma vez que não apontava ato recente específico que demonstrasse tentativa de obstruir as investigações.

O Ministério Público Federal (MPF) recorreu e, em 8 de maio, a Primeira Turma Especializada do TRF-2 derrubou a liminar que determinou a soltura de Temer por 2 votos a 1. A posição de Athié foi vencida pelos votos dos desembargadores Abel Gomes e Paulo Espírito Santo. Temer voltou ao cárcere no dia seguinte, em São Paulo, onde tem residência.

Operação Descontaminação

O pano de fundo das prisões e liberações de Temer e Lima é a Operação Descontaminação, que apura a participação de ambos no desvio de recursos na obra da usina nuclear de Angra 3, no Rio de Janeiro. Segundo os procuradores responsáveis pelo caso, os desvios na construção da unidade de geração de energia chegam a R$ 1,6 bilhão, em decorrência de diferentes esquemas.

No início de abril, Bretas aceitou duas denúncias do MPF, tornando Temer, Lima e outras 11 pessoas réus no caso. O ex-presidente foi acusado dos crimes de corrupção passiva, peculato (quando funcionário público tira vantagem do cargo) e lavagem de dinheiro.

O esquema detalhado nesta denúncia específica teria desviado R$ 18 milhões das obras de Angra 3, dos quais R$ 1,1 milhão teriam sido pagos como propina, por intermédio da empresa Argeplan, do coronel Lima.

Temer é réu ainda em outras cinco ações penais, a maioria delas na Justiça Federal do Distrito Federal (JFDF). Ele ainda responde a outras cinco investigações em Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo.

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Política

Amauri Ribeiro cobra estabilidade aos produtores de leite

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O deputado Amauri Ribeiro (PRP) está empenhado em ajudar os produtores de leite na luta por melhores condições de trabalho. Na segunda-feira (13.Mai), ele participou de uma reunião com os produtores na Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (Faeg), em Goiânia, e pediu união ao grupo.

“Nunca tivemos um movimento tão grande como esse. Os produtores de leite estão unidos e precisam continuar assim”, afirma o parlamentar.

Amauri discutiu a previsibilidade de preço do produto por parte dos laticínios e a antecipação do prazo de pagamento.

“Essa é a pauta da dignidade. O mínimo que nós queremos é respeito. É a antecipação do preço que nós temos o direito de saber porque queremos vender leite. Hoje a gente entrega leite, não vende. Também queremos a antecipação do pagamento, do atual dia 25 para o dia 5. É mais do que justo essas duas pautas. Isso é só o início das nossas reivindicações”, defende o deputado.

O parlamentar esclarece que os produtores se dedicam ao trabalho com investimentos pesados e merecem ter um retorno mais justo.

“Precisamos trabalhar com segurança e nós nunca tivemos segurança ao produzir leite. Isso tem que acabar. Temos que ter estabilidade no nosso ganha pão. Nós produzimos alimento, não produzimos luxo” diz Amauri.

Por fim, o deputado agradeceu e convidou os presentes na Faeg para uma audiência pública na Assembleia Legislativa de Goiás. “Obrigado aos que acreditam nessa luta, que comparecem na reunião. Convido todos aqui para comparecer dia 28 de maio (terça-feira), às 9h, na Assembleia para discutirmos mais sobre esses assuntos com a presença dos grandes laticínios e lideranças, que já foram convidadas”.

#Com informações da Assessoria do deputado

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Política

Projeto propõe a obrigatoriedade de coleta seletiva em condomínios comerciais e residenciais

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A vereadora Elinner Rosa (MDB) propôs projeto de lei que estabelece a coleta seletiva em condomínios, comerciais e residenciais, com mais de 10 unidades imobiliárias. O texto passou pelas comissões e chegou para ser votado nesta semana em Plenário na Câmara Municipal. Após a apreciação dos parlamentares a matéria segue para a sanção do prefeito Roberto Naves (PTB).

O projeto dispõe sobre a obrigatoriedade de coleta seletiva em condomínios, comerciais e residenciais, com mais de 10 unidades imobiliárias que serão responsabilizados a implantarem o processo de coleta seletiva do lixo produzido em suas dependências. A lei também irá se aplicar aos estabelecimentos que tenham mais de 10 funcionários. 

De acordo com o texto da proposta, os resíduos deverão ser embalados para descarte separadamente por papel, plástico, metal, vidro, material orgânico, resíduos gerais não recicláveis.

Além disso, os recipientes nos quais os resíduos serão depositados deverão informar a natureza dos materiais ali armazenados, a fim de dar ciência aos coletores.

O não cumprimento desta lei poderá acarretar em multas conforme os valores e critérios estabelecidos pelo Poder Executivo. Se aprovada, esta norma entrará em vigor dentro de 120 dias.

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