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Comerciantes da feira Hippie bloqueiam o trânsito na Avenida 44, em Goiânia

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Na manhã desta segunda-feira (10. Jun), os comerciantes de feira Hippie se uniram em protesto por conta das obras de revitalização da Praça dos Trabalhadores, onde é montada a feira semanalmente. Os protestantes bloquearam o trânsito na região da Avenida 44, alegando não ter qualquer garantia sobre a realização da feira nos próximos cinco meses.

Os feirantes afirmavam que faltava um documento oficial que garantisse a mudança de local durante as obras, e a sua volta depois de finalizada.  A categoria está preocupada com o período dos próximos cinco meses, pois, é quando eles começam a se organizar para as vendas do fim do ano.

As obras que começam neste mês de junho são orçadas em mais de R$ 6,8 milhões e têm previsão de término para novembro deste ano. Nesse período, a Feira Hippie terá de ser montada em outro local.

A revitalização prevê um novo sistema de drenagem para evitar alagamentos e a construção de três banheiros públicos e de um posto da Guarda Municipal, além da instalação de piso tátil no nas calçadas e com declividade mínima, para atender pedestres e cadeirantes.

Feira Hippie

As obras de revitalização da Praça do Trabalhador vão impactar diretamente na realização da Feira Hippie, que funciona nos finais de semana, tem 48 anos de existência e tem quase 6 mil feirantes.

De acordo com Prefeitura, ficou definido que a feira será montada circulando a Praça do Trabalhador, pela Rua 44, próximo à rua 67-A, avançando até a Avenida Oeste, na parte norte da Rodoviária de Goiânia.

Essa havia sido uma das propostas recusadas pelos feirantes em discussões antes da realização das obras. A primeira era de colocar a feira ao longo da Avenida Oeste, no trecho em que a obra do BRT já está concluída. Outra propunha a ocupação de uma viela na Rua 44.

Os feirantes questionavam as opções, alegando que elas iriam “matar” a feira, ocasionando queda nas vendas. Eles pediram até que as obras fossem adiadas e começassem em janeiro do ano que vem.

Porém, a prefeitura ressaltou que as obras teriam de ser iniciadas em junho durante o período de estiagem.

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Cidades

Ex-diretores da Avestruz Master são presos por crime contra o sistema financeiro nacional

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Três ex-diretores da empresa Avestruz Master foram presos após a 11ª Vara da Justiça Federal de Goiânia determinar que eles cumpram a condenação por crime contra o sistema financeiro nacional. Conforme a denúncia, o grupo teve forte atuação entre 2003 e 2005 no ramo de aves, mas fechou e deixou milhares de investidores sem receber, causando prejuízo superior a R$ 1 bilhão.

O juiz federal Rafael Ângelo Slomp determinou a prisão dos envolvidos em 14 de agosto, mas os mandados de prisão em regime semiaberto só foram cumpridos neste mês. O pedido para que as penas começassem a ser executadas foi feito pelo Ministério Público Federal em Goiás.

A ex-diretora financeira, Patrícia Áurea da Silva Maciel, e seu marido, o ex-gestor e diretor Emerson Ramos Correa, foram detidos, na segunda-feira (16), na Bahia, onde devem cumprir a pena. No último dia 13, o ex-diretor comercial, Jerson Maciel da Silva Júnior, foi preso em Goiânia.

Prejuízo de R$ 1 bilhão

A empresa prometia vender os filhotes de avestruz, abatê-los quando estivessem adultos e comercializar a carne, com a promessa de lucros altos em curto prazo. Segundo o MPF, tratava-se de pirâmide financeira.

Em 2005, uma investigação apontou várias irregularidades no negócio, como a emissão de títulos de investimento fraudulentos e a venda de aves acima do número existente.

Conforme o MPF, após a denúncia, a empresa, que tinha sede em Goiânia, fechou as portas e deixou milhares de investidores sem receber lucros e os valores que aplicaram. No ano seguinte, a Justiça decretou a falência do grupo.

O Ministério Público Federal afirma que o pirâmide prejudicou cerca de 50 mil pessoas em todo o Brasil, sendo cerca de 30 mil em Goiás. O órgão calcula que o prejuízo causado aos investidores foi superior a R$ 1 bilhão.

Processo na Justiça

Os três ex-diretores foram denunciados em março de 2006 pelo MPF e condenados, em primeira instância, em janeiro de 2010 a mais de 38 anos de prisão. Após recursos da defesa dos réus, a Justiça Federal determinou as seguintes penas:

  • Jerson Maciel da Silva Júnior – 6 anos de prisão e 120 dias-multa;
  • Patrícia Áurea da Silva Maciel – 6 anos de prisão e 120 dias-multa;
  • Emerson Ramos Correa – 5 anos de prisão e 36 dias-multa;

O Ministério Público Federal informou que “eventuais recursos cabíveis ao Superior Tribunal de Justiça e ao STF restringem-se à análise de questões de direito, de modo que a execução da pena não deve ser condicionada ao trânsito em julgado da condenação”. Por isto, pediu que as penas começassem a ser aplicadas, o que foi atendido pelo juiz.

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Acontece em Anápolis a 3ª Semana de Vigilância Sanitária entre 19 e 21 de setembro

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O evento ocorre de 19 a 21 de setembro, no Colégio Couto Magalhães, Serão palestras e minicursos que acontecem de forma simultânea. O participante poderá escolher em qual deseja participar no ato da inscrição, os interessados podem fazer sua reserva aqui.

O objetivo é desenvolver um ambiente de discussão, troca de experiências e aprendizado frente aos temas propostos para as palestras e minicursos. Ainda busca promover a capacitação e atualização primeiramente de servidores de vigilância sanitária do próprio município e de outras localidades, como também de profissionais de saúde, estudantes e profissionais de Vigilância Sanitária.

Outra finalidade da Semana é divulgar as ações de saúde do município em especial aquelas desenvolvidas pelo órgão, informando e conscientizando a população.

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Casal é preso em Goiânia suspeito de aplicar golpes milionários em São Paulo

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APolícia Civil prendeu, em Goiânia, um casal suspeito de aplicar golpes milionários no interior paulista.

De acordo com a polícia, o prejuízo causado às vítimas ultrapassa a marca de R$ 40 milhões.

Os suspeitos de estelionato foram presos em um apartamento no Setor Cândida de Morais, por força de mandado de prisão expedido pela Justiça de São Paulo. 

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