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Turismo

Com 86 anos, a capital goiana recebe visitantes de todo o estado

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Em 86 anos de história, Goiânia reúne cartões-postais que encantam seus visitantes. A capital recebe pessoas de todas as partes do estado, seja para passear, estudar e até mesmo trabalhar.

Conheça lugares para se visitar na capital:

1 – Praça Cívica

Para quem pretende conhecer Goiânia, a Praça Cívica é sem dúvida um ponto de parada obrigatório. Foi inaugurada no ano de 1933, e é considerada como o marco inicial da construção da capital. É um espaço arborizado localizado bem no centro histórico, com monumentos, edifícios cívicos, museus e também é onde concentra o Palácio das Esmeraldas, onde funciona parte do Governo de Goiás e é a residência oficial do chefe do Executivo.

2 – Parque Flamboyant

Localizado em uma região nobre de Goiânia, o parque conta com ótimas pistas para caminhada e um espaço verde amplo, ideal para um passeio com os amigos e piqueniques ao ar livre.

3 – Parque Vaca Brava

O nome do parque faz referência a uma das três fazendas que foram utilizadas durante o processo de construção da cidade. Também oferece para seus visitantes pistas para caminhadas, um ambiente arborizado, lago e chafariz.

4 – Passeio das Águas Shopping

Um dos mais novos shoppings da cidade e também o maior se tornou um dos mais frequentados. Pessoas vêm de longe apenas para fazer compras no local ou passar o dia e desfrutar das opções de lazer que o ambiente oferece.

5 – Flamboyant Shopping Center

Com ampla gama de lojas conceituadas e restaurantes populares no mundo inteiro, o ambiente também oferece boas opções de lazer para família e amigos.

6 – Banana Shopping

Para aqueles que gostam de cinema, esse é o ponto forte desse shopping. Conhecido por serviço de alta qualidade e com ingressos mais em conta costuma ser a melhor escolha. No entanto, também possui diversas lojas e restaurantes que também tem como ponto forte os preços mais acessíveis.

7 – Centro Cultural Oscar Niemeyer

Aberto à diversidade, é um complexo de espaços culturais que recebe pessoas para as mais distintas finalidades. Há quem goste de ir para o lugar no fim de tarde andar de patins, bicicleta ou skate, por exemplo. Mas também vale considerar que o espaço recebe palestras e outros tipos de eventos.

8 – Museu Memorial do Cerrado

Se você é fã de museus, em Goiânia existem algumas opções. Uma delas é o Museu Memorial do Cerrado, que conta com exposições sobre o cerrado e sua ocupação, dispondo de cenários naturais de plantas, habitações primitivas e réplicas de animais.

9 – Beco da Codorna

O espaço é dedicado a arte urbana, onde artistas se fizeram das paredes do ambiente grandes telas de pintura. Regularmente o local recebe alguns eventos e shows que valorizam a cultura local.

10 – Feira Hippie

A feira Hippie é a mais tradicional da cidade e a maior feira ao ar livre da America Latina. No local atuam cerca de 6 mil barracas conhecidas pela variedade de produtos preços baixos. A feira acontece sempre aos sábados e domingos.

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Turismo

Nordeste ainda é a região mais buscada para o Ano-Novo

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Apesar das manchas de óleo que têm surgido no litoral nordestino desde o fim de agosto, a região continua sendo o sonho de consumo dos brasileiros para passar o próximo Réveillon. 

Segundo um levantamento feito no último dia 17 pela CVC, 6 dos 10 destinos mais procurados pelos clientes da agência para o período de Ano-Novo estão no Nordeste, incluindo o primeiro lugar, Maceió (AL).

O buscador de passagens aéreas Kayak também aponta a preferência pela região. Dos 10 lugares mais buscados para a data, 5 estão ali. 

A cidade de Ipojuca (PE), onde fica Porto de Galinhas, terceiro destino mais procurado pelos clientes da CVC, foi uma das atingidas pelo vazamento de óleo.

Foram duas ocorrências. A primeira delas, menor, aconteceu há seis semanas. Na sexta-feira (18), uma nova e maior leva de óleo chegou à cidade. A mancha não atingiu as piscinas naturais de Porto de Galinhas, mas ficou acumulada em praias vizinhas. A limpeza começou ainda na sexta e seguiu até o domingo (20). 

“Foi uma operação de guerra”, diz Artur Maroja, vice-diretor da ABIH (Associação Brasileira da Indústria de Hotéis) de Pernambuco e dono de duas hospedagens na cidade. Defesa civil, moradores, comerciantes e até turistas foram mobilizados. 

Maroja afirma que as praias da cidade estão limpas e que quem pretende visitar o local não precisa se preocupar. 

“Hoje, Porto de Galinhas está com uma ocupação de 85% nos hotéis, e os turistas estão aproveitando a praia quase normalmente”, diz.

Em nono lugar no ranking de destinos mais buscados na CVC, Maragogi (AL), famosa por suas piscinas naturais, também foi afetada pelo óleo, a partir do dia 16 deste mês. Ainda há vestígios do material por lá.

A praia de Carneiros (PE) —que de acordo com a operadora registrou aumento de 400% na procura de turistas para o Ano-Novo em comparação com o ano passado— foi mais uma das afetadas. 

Lá, o óleo chegou no início de setembro e foi retirado. No final da semana passada, porém, apareceram novas manchas. A praia foi limpa, mas os visitantes ainda podem encontrar pequenos resíduos sob a areia. 

O setor turístico está preocupado com uma onda de cancelamentos de reservas e uma queda na procura por novas viagens no verão. 

Segundo Marina Figueiredo, vice-presidente da Braztoa, associação que reúne operadoras de viagem, se o problema continuar nas próximas semanas, a tendência é que as vendas para o Nordeste diminuam, mesmo em cidades que não foram afetadas pelo vazamento. Em outubro e novembro é feita a maior parte das vendas para a alta temporada.

Marina afirma que pode acontecer alguma mudança nos destinos procurados pelos viajantes. “Dificilmente as pessoas deixarão de viajar.”

Na agência de turismo Teresa Perez já existe procura por lugares fora do país com perfil parecido com o do Nordeste, como o Caribe.

No segmento de luxo, os principais destinos na região —sul da Bahia, Jericoacoara e Fernando de Noronha— foram pouco ou nada afetados pelo vazamento, pelo menos até agora.   

Parte dos clientes de luxo vem do exterior, mas por lá a divulgação do vazamento não está forte, segundo Martin Frankenberg, presidente da BLTA (associação nacional de turismo de luxo). 

Ele espera que até dezembro a questão já esteja resolvida. “Ter um problema dessa natureza nessa época do ano é a pior notícia possível, porque o setor ganha dinheiro agora para se sustentar na baixa temporada”, afirma. 

Além dos hotéis e das agências de turismo, uma queda no número de viajantes na região afetaria também os moradores locais que trabalham com o turismo, como vendedores de quitutes, motoristas, artesãos e pescadores. “O desastre é ambiental e social”, afirma Maroja.

Ao menos 200 locais de 77 cidades, em todos os estados nordestinos, registraram a presença do óleo —a última atualização oficial sobre a incidência do material, feita pelo Ibama, é de sábado (19).

Mesmo as praias que já foram limpas podem ser fonte de contaminação para os visitantes. Segundo Olívia Oliveira, diretora do Instituto de Geociências da UFBA (Universidade Federal da Bahia), depois que as manchas de óleo são retiradas elas deixam micropartículas que os seres humanos não conseguem enxergar. Além disso, o petróleo pode ficar escondido sob a areia. 

“Às vezes, a pessoa anda três metros na praia e fica com o pé manchado, porque a substância está um centímetro abaixo da superfície.”

O material pode causar alergias. Quem tiver contato com o óleo deve limpar a pele com água e sabão e, caso não saia, usar óleo vegetal ou mineral.

Mesmo regiões que não registraram manchas podem ter resquícios do material nas águas. “Não é porque você não está vendo que a praia está totalmente livre do óleo”, afirma Oliveira.

De acordo com a pesquisadora, a tendência é que o petróleo que ainda está no mar se solidifique cada vez mais, o que facilita a sua retirada. Porém, a contaminação estará presente durante anos, principalmente em rochas e nas regiões de mangue. 

O Procon-SP se pronunciou sobre eventuais cancelamentos de reservas para as praias do Nordeste. Segundo o órgão, os fornecedores turísticos, como hotéis, agências e companhias aéreas, não são obrigados a ressarcir os clientes em caso de desistência, já que a situação no litoral não foi causada por eles.

Mesmo assim, é indicado que as empresas ajam com boa-fé e busquem um entendimento com os consumidores, com opção de mudança na data da viagem ou de devolução de valores. 

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Turismo

Opções de pontos turísticos para visitar em Pirenópolis

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Cheia de encantos, o município de Pirenópolis a 64 km de Anápolis, é uma ótima pedida para os turistas. Ruas de pedras, tranquilidade e história, a cidade oferece pontos turísticos para todos os gostos, confira:

Rua do Lazer

Começando pelo ponto mais famoso e mais badalado da cidade, a Rua do Lazer localizada no centro da cidade. Essa rua abriga inúmeros barzinhos e restaurantes, além de lojas de artesanato local, para os fãs de decoração.

Cachoeira do Abade

Com um conjunto de três cachoeiras, trilhas e um mirante, a cachoeira do Abade está entre um dos principais pontos turísticos de Pirenópolis. A estrutura do local abriga banheiros e até mesmo um restaurante com comida por 56,00 o quilo. O valor da entrada para adultos é de 40,00, para crianças e adultos R$ 20,00.

Cachoeira das Araras

Para aqueles que procuram tranquilidade, a cachoeira das Araras é uma boa opção. Com um ambiente familiar, o local abriga um poço com partes rasas ideais para famílias com crianças, além da infraestrutura com banheiros, restaurante e bar. A entrada é de R$ 25,00, crianças de até 7 anos não pagam.

Feira das Artes

Na praça do coreto, próximo à rua do Lazer aos Sábados das 14h às 23h e domingos das 10h às 23h, acontece a Feira das Artes, ideal para quem quer comprar uma lembrancinha para familiares ou somente apreciar o artesanato local, na feira se encontra também comidas típicas.

Feira da Praça da Matriz

A feira reúne produtos agrícolas que são comercializados às quintas, das 16 às 20 horas, e domingos, das 7 ao meio dia. São comercializados verduras, legumes, queijo, leite, pastel, biscoito de queijo e quitandas em geral.

Museu do Divino

Considerado um monumento do acervo histórico de Pirenópolis, o museu conta a história da festa do Divino Espírito Santo, uma das festas mais alegres e mais esperadas pelos moradores da região e visitantes, que é comemorada desde 1819. O museu fica localizado na Avenida Beira Rio, Centro Histórico, aberto das 08h00 até às 17h00 com taxa de visitação de R$ 2,00.

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Turismo

Visitantes terão que pagar entrada na Chapada dos Veadeiros

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A entrada no Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros deixará de ser gratuita nos próximos dias. Quem escolheu a unidade de conservação para passar as férias de julho deve ficar atento às novidades do parque. A taxa de entrada no ponto turístico começará a ser cobrada após a fase de pré-operação, ainda sem data para ser finalizada.

Os preços foram regulamentados por meio da Portaria n°831/2018 do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). Visitantes locais como moradores de Alto Paraíso de Goiás, Cavalcante, Colinas do Sul, Nova Roma, São João D’Aliança e Teresina de Goiás, vão ter que pagar R$ 3. Dos turistas nacionais, vai ser cobrada uma taxa de R$ 17 e, dos internacionais, R$ 34. A exceção é para moradores de países do Mercosul, que vão pagar R$ 26.

A concessionária SociParques, responsável pelos serviços de apoio à visitação, informa que o valor arrecadado vai ser usado para reformas e compra de equipamentos, além da manutenção da unidade. A expectativa da empresa é que mais de R$ 14 milhões sejam investidos em melhorias durante 20 anos.

VALORES DOS INGRESSOS, CONFORME PORTARIA Nº 831/2018 DO ICMBIO:

Público em Geral R$ 34,00

Desconto Brasil (50%) R$ 17,00

Desconto Mercosul (25%) R$ 26,00

Desconto Entorno (90%) R$ 3,00, neste caso é a concessão se aplica aos residentes dos municípios Alto Paraíso de Goiás, Cavalcante, Colinas do Sul, Nova Roma, São João D’Aliança, Teresina de Goiás.

Isentos – precisam se enquadrar nestas categorias:

I – visitante brasileiro ou ao estrangeiro que demonstre possuir residência permanente no Brasil com idade igual ou superior a 60 (sessenta) anos;

II – crianças com até 12 (doze) anos de idade incompletos desde que acompanhadas de um adulto;

III – estudantes e acompanhantes cujo estabelecimento de ensino regular agende previamente junto à administração das unidades de conservação a realização de atividades de educação ambiental;

IV – populações tradicionais extrativistas beneficiárias da unidade de conservação;

V – colaboradores ou membros de instituições colaboradoras;

VI – pesquisadores autorizados pelo Instituto Chico Mendes para realizar pesquisas na unidade de conservação;

VII – servidores de órgãos públicos, desde que a serviço;

VIII – guias de turismo, devidamente regularizados pelo Ministério do Turismo, no exercício de suas atividades profissionais;

IX – condutores de visitantes cadastrados de acordo com os critérios estabelecidos pela chefia da unidade de conservação.

*Com informações do Mais Goiás 

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