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Carteira estudantil digital começará a ser emitida em 90 dias

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A carteira estudantil digital começará a ser emitida em 90 dias e será ofertada nas lojas Google Play e Apple Store. Com o documento, os estudantes vão poder pagar meia-entrada em shows, cinema, teatro e outros eventos culturais. O prazo começa a contar desta segunda-feira (9.Set), com a publicação da medida provisória (MP) que dispõe sobre o pagamento de meia-entrada no Diário Oficial.

O estudante que solicitar a carteira digital terá que consentir com o compartilhamento dos dados cadastrais e pessoais com o Ministério da Educação (MEC) para subsidiar o Sistema Educacional Brasileiro — o novo banco de dados nacional dos alunos, a ser criado e mantido pela pasta.

O MEC poderá usar essas informações apenas para formulação, implementação, execução, avaliação e monitoramento de políticas públicas. O sigilo dos dados pessoais deve ser garantido sempre que possível.

O estudante com idade igual ou superior a 18 anos e o responsável legal pelo aluno menor de idade responderão pelas informações autodeclaradas e estarão sujeitos às sanções administrativas, cíveis e penais previstas em lei na hipótese de fraude.

De acordo com a MP, a carteirinha digital poderá ser emitida pelo MEC; pela Associação Nacional de Pós-Graduandos; pela União Nacional dos Estudantes (UNE); pela União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes); por entidades estudantis estaduais, municipais e distritais; diretórios centrais dos estudantes; centros e diretórios acadêmicos e outras entidades de ensino e associações representativas dos estudantes, conforme definido em ato do ministro da Educação.

O MEC poderá ainda firmar contrato ou instrumento congênere com a Caixa Econômica Federal para emissão gratuita ao estudante do modelo físico da carteira de identificação estudantil.

Segundo a MP, a nova carteira estudantil física solicitada em um ano será válida até 31 de março do ano seguinte e a digital, enquanto o aluno permanecer matriculado em estabelecimento que forneça os níveis e as modalidades de educação e ensino. O documento perderá a validade quando o estudante se desvincular do estabelecimento.

*Com informações da EBC

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Lesley-Ann Brandt, da série ‘Lucifer’, vem ao Brasil para participar da CCXP 2019

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Lesley-Ann Brandt, conhecida como a personagem Mazikeen da série “Lucifer”, virá ao Brasil em dezembro para participar da Comic Con Experience 2019. A maior feira geek do país acontece entre os dias 5 e 8 de dezembro e iniciou sua venda de ingressos em abril.

Lesley-Ann Brandt estará presente nos dias 5, 6 e 7 de dezembro no evento, onde participa de sessões de fotos e autógrafos. A atriz está confirmada em outros eventos da programação, mas que ainda não foram anunciados pela produção do evento.

Além de Lesley-Ann Brandt, a CCXP já tem presenças confirmadas dos atores Lana Parrilla (“Once Upon a Time”), Iain Glen (“Game of Thrones” e “Resident Evil”) e Jason David Frank (“Power Rangers”).

A última edição do evento no Brasil recebeu 262 mil visitantes e teve como principais atrações Brie Larson, Sandra Bullock, Maisie Williams e Michael B. Jordan.

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Laboratório produz pele humana para substituir testes em animais

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lei que estabelece novas regras para o uso de animais em testes estipulou o prazo de cinco anos para que os pesquisadores se adaptassem e utilizassem formas alternativas. O prazo de cinco anos termina no dia 24 de setembro deste ano.

resolução normativa do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações reconhece o uso de métodos alternativos válidos que possam reduzir ou substituir o uso de animais em atividades de pesquisa. De acordo com a resolução, o Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal (Concea) reconhece 17 métodos alternativos. Um desses métodos permite teste da epiderme humana reconstituída.

Neste mês, o Laboratório Episkin, que é uma subsidiária da L´Oreal, foi inaugurado no Brasil. O laboratório fica no Centro de Pesquisa & Inovação da L’Oréal, na Cidade Universitária, no Rio de Janeiro.

Pioneiro mundial em reconstrução de pele, o laboratório de bioengenharia de tecidos vai disponibilizar pele reconstruída para testes em produtos. O material produzido pela unidade será utilizado em substituição ao uso de animais como cobaias em testes de produtos. O processo começa com a doação de restos de cirurgias plásticas para o laboratório. Daí se extraem os chamados queratinócitos. Essas células são cultivadas em placas de cultura e, depois de 17 dias em contato com o ar, se proliferam, formando múltiplas camadas de pele.

O laboratório já produziu mais de 5 mil tecidos de pele reconstruídos que foram utilizados no treinamento de mais de 100 pesquisadores no Mercosul, o que possibilitou a implementação de métodos alternativos em diversos laboratórios interessados em reduzir ou substituir os testes em animais.

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Rede Itego anuncia Escola do Futuro para educar jovens para novas profissões

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A secretaria de Desenvolvimento e Inovação (SEDI) divulgou, no sábado (7.Set), que uma unidade da rede de Institutos Tecnológicos de Goiás (Itego) vai sediar a Escola do Futuro. O objetivo é capacitar os alunos para as novas profissões que estão surgindo a partir da tecnologia.

“Teremos uma escola do futuro dentro de uma unidade da rede estadual de ensino profissionalizante capacitando o nosso jovem a se integrar nas novas profissões que estão surgindo a partir da tecnologia”, explicou o titular da Sedi, Adriano da Rocha Lima, que fez o anúncio da novidade durante a solenidade de lançamento dos 15 laboratórios de robótica Include, em parceria com o Instituto Campus Party e com a Superintendência de Desenvolvimento do Centro-Oeste (Sudeco).

A ideia surgiu depois da realização do Fórum Internacional do Trabalho, encerrado na última sexta-feira (6.Set), que debateu a relação homem e máquina. Um manifesto produzido após as discussões, que reuniram os filósofos Maria Clara Dias e Clóvis de Barros Filho, o secretário Adriano da Rocha Lima e especialistas em inteligência artificial e robótica.

De acordo com o documento produzido após as discussões durante o Fórum, a educação será fundamental para que as novas tecnologias e, consequentemente, suas implicações no mercado de trabalho sejam mais facilmente absorvidas pela sociedade.

Para o secretário de Desenvolvimento e Inovação, Adriano da Rocha Lima, a inteligência artificial e a robótica já são realidades, sendo necessário acelerar as discussões em torno do assunto para evitar que a sociedade seja prejudicada. “Não podemos ficar a reboque, esperando a realidade nos alcançar”, argumentou.

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