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Saúde

Campanha de Vacinação contra raiva animal é realizada neste sábado, 17, em Anápolis

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Neste sábado (17. Ago), acontece a campanha de vacinação contra raiva animal em 13 bairros de Anápolis. A ação será realizada das 8 às 17 horas, de forma gratuita, nos setores e distritos relacionados abaixo:

Posto de Saúde de Interlândia

Posto de Saúde de Souzânia

Miranápolis – Posto de Saúde São Miguel Arcanjo

Unidade de Saúde da Família de Joanápolis

Unidade de Saúde da família de Bramapolis

Posto de Saúde de Goialândia

Posto de Saúde da Vila São Vicente

Chácara Retiro das Caldas

Fazenda São João das Antas – posto de saúde

Unidade de Saúde Jardim Guanabara

Aldeia dos Sonhos – Igreja Assembleia de Deus Madureira

Jardim Promissão – Igreja Santa Terezinha

Bairro da Lapa – Escola Municipal Raimundo de Oliveira

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Saúde

Pesquisadores descobrem novo subtipo do HIV

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Pela primeira vez em 19 anos, pesquisadores descobriram um novo subtipo do vírus da aids. A cepa inédita pertence ao grupo que gera mais de 90% dos casos da pandemia. Cientistas do Laboratório Abbott e da Universidade do Missouri, nos Estados Unidos, assinam a pesquisa, publicada na Journal of Acquired Immune Deficiency Syndromes.

Como qualquer outro vírus, o HIV sofre mutações que, eventualmente, podem dar origem a um novo subtipo. “Essa descoberta nos lembra que, para dar fim à pandemia do HIV, temos de acompanhar de forma contínua esse vírus em constante mutação e usar os últimos avanços da tecnologia para monitorar sua evolução”, disse a coautora do estudo Carole McArthur, da Universidade do Missouri.

A descoberta não é motivo para pânico. O novo subtipo é raro e, provavelmente, restrito à República Democrática do Congo, onde a epidemia surgiu. Além disso, testes de diagnóstico são programados para reconhecer as partes mais estáveis do vírus, que geralmente não sofrem mutações. “Em relação à epidemia global, é mais um subtipo para ficarmos alertas”, disse o coordenador do Laboratório de Virologia Molecular da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Amílcar Tanuri.

Para descrever o novo subtipo, os cientistas tiveram de mapear o genoma de uma amostra de 2001. Eles conseguiram fazer o sequenciamento genético completo e determinar que o vírus era idêntico ao de outras duas amostras coletadas anteriormente, em 1983 e 1990.

“Precisamos monitorá-lo para estar sempre um passo à frente do vírus”, disse Mary Rodgers, pesquisadora da Abbott e coautora do estudo. Cerca de 36,7 milhões de pessoas vivem com HIV em todo o mundo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. (Agência Estado)

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Saúde

Mercosul seguirá modelo do banco de leite materno do Brasil

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Ministros da Saúde do Mercosul, reunidos em São Paulo (SP), nesta sexta-feira (1°/11), assinaram acordo que permite a transferência de tecnologia para a criação e ampliação de programa de Banco de Leite Materno nos países do bloco. A experiência brasileira servirá de referência para Argentina, Paraguai e Uruguai.

“O leite humano é superior a qualquer tipo de fórmula. Para cada litro de leite oferecido para as crianças prematuras, é possível diminuir dois dias de permanência na UTI neo-natal e a alta hospitalar é mais precoce, pois as crianças ganham peso mais rápido e ficam mais resistentes”, destacou o ministro da Saúde do Brasil, Luiz Henrique Mandetta.

No encontro, os representantes do Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai compartilharam experiências e debateram ainda outros temas do cenário de saúde sul-americano, como perfis epidemiológicos e aumento da cobertura vacinal. Os quatro ministros também assinaram acordos que estabelecem intercâmbio de conhecimentos no combate a doenças como as hepatites virais, agravos e doenças não transmissíveis, saúde sexual e saúde reprodutiva.

Os presentes também destacaram a importância de uma ação conjunta para compra de medicamentos de alto custo. “No âmbito das Américas, o Brasil compra medicamentos muito mais barato porque compramos para mais de 200 milhões de habitantes. Começamos a construir uma plataforma de compras, mas é um caminho que envolve ações das agências de vigilância, aduana, rotulagem e a questão de transparência de preços”, lembrou o ministro da Saúde do Brasil.

BANCO DE LEITE MATERNO

A experiência brasileira com a rede de Banco de Leite Materno também foi compartilhada durante a reunião. O Brasil possui a maior e mais complexa rede do mundo, sendo referência internacional para mais de 20 países por utilizar estratégias que aliam baixo custo e alta tecnologia.

São 225 Bancos de Leite Humano, cada um dos 26 estados e DF possuem pelo menos um. Existem ainda 212 postos de coleta, além da coleta domiciliar em alguns estados.

Em 2019, o Brasil assinou uma declaração em que os países do BRICS se comprometeram a unir esforços para criar a primeira Rede de Bancos de Leite Humano do BRICS.

*Com informações do Ministério da Saúde

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Saúde

Nova versão de aplicativo Goiânia Contra o Aedes simplifica denúncia de focos pelo usuário

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Já disponível para o usuário, a nova versão do aplicativo Goiânia Contra o Aedes, para denúncias, pela população, de focos do mosquito Aedes aegypti, foi apresentada nesta terça-feira (5.Nov) pelo Ministério Público de Goiás e a Prefeitura de Goiânia. A atualização do app foi articulada entre as instituições como uma das ações do programa permanente de acompanhamento das políticas públicas de enfrentamento à dengue, zika e chikungunya.

A principal mudança no aplicativo, conforme destacado na apresentação da superintendente de Vigilância em Saúde de Goiânia, Flúvia Amorim, foi a simplificação do seu acesso e uso pelo cidadão. Antes, o usuário precisava preencher dados pessoais para acessar o sistema e fazer a denúncia, incluindo informações como, por exemplo, CPF. Agora, essa identificação não é mais necessária. Com o uso de georreferenciamento, o app já localiza o usuário e autopreenche o endereço. Caso o cidadão não esteja no local do foco do mosquito a ser denunciado, ele pode preencher o endereço. O aplicativo também permite o envio de fotos.

Registrada a denúncia, ela é encaminhada de imediato ao sistema da Prefeitura e priorizada pelas equipes de vigilância para bloqueio do foco. Segundo explica Flúvia Amorim, as denúncias enviadas pelo cidadão têm tratamento preferencial, porque elas possibilitam maior efetividade ao combate aos focos do mosquito do que as visitas aleatórias. O tempo de atendimento da denúncia é de 48 horas e o cidadão pode, agora, acompanhar pelo aplicativo a resposta dada.

O sistema do app foi concebido pelo MP e desenvolvido pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Trabalho, Ciência e Tecnologia (Sedetec) em parceria com a Secretaria Municipal de Saúde (SMS). A iniciativa encampada pelo Município gerou uma economia de cerca de R$ 280 mil mensais, se considerado o valor provável para execução e custo de manutenção do serviço no setor privado.

Agentes
A superintendente de Vigilância em Saúde informou que a Prefeitura conta com uma equipe de mais de 600 agentes de endemias para o combate a esses focos, o que, avaliou, é suficiente para atender ao fluxo de denúncias. “O aplicativo é um elo do Município com o cidadão, que pode contribuir e muito para melhorar as ações de enfrentamento ao Aedes”, pontuou.

Flúvia observou que há três anos Goiânia não registra epidemia de dengue, com o número de casos girando em torno de 32 mil por ano, o que pode ser considerado uma situação estabilizada. Mas observou que esse cenário pode mudar se não houver fiscalização e mobilização constante.

A necessidade de permanente vigilância e atenção também foi reforçada pelo promotor Marcus Antônio Ferreira Alves, que, desde 2014, desenvolve, na 53ª Promotoria de Goiânia, um programa de acompanhamento das políticas públicas de enfrentamento ao Aedes em Goiânia. Conforme rememorou, dentro desse programa, foi possível fazer a articulação e integração do poder público e de uma série de entidades parceiras para uma espécie de força-tarefa de combate ao mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya na capital.

Essa mobilização, detalhou o promotor, resultou em ações como a criação do aplicativo para aparelhos móveis; a implantação de uma área específica no site da Prefeitura para a fiscalização dos focos do Aedes; a maior efetividade da fiscalização a partir da majoração dos valores das multas; a decisão judicial que permite a entrada dos fiscais em imóveis com resistência a vistorias, o trabalho de conscientização em locais sensíveis, como canteiro de obras, ferros-velhos e outros. Na avaliação de Marcus Antônio, essa articulação e as parcerias permitiram a estabilização, em Goiânia dos números da dengue e as demais doenças causadas pelo mosquito. Mas fez questão de alertar: “Hoje, Goiânia está sob controle, mas não se pode descuidar”.

O promotor reiterou ainda ser de fundamental importância o papel dos meios de comunicação na sensibilização do cidadão para o problema, divulgando os dados e chamando a atenção para as ferramentas existentes de combate ao mosquito. Observou, porém, que as ações não ficarão apenas na conscientização educativa. “A fiscalização também vai agir e com rigor”, advertiu.

Acesso aos dados
Uma outra melhoria tecnológica que está sendo promovida pelo Município é um aprimoramento no site, para permitir o acesso a dados sobre bairros e áreas com focos de dengue. Essa atualização deverá estar disponível dentro de 30 dias, a partir da alimentação dos dados por equipes de digitadores que estão sendo contratados por meio de parceria com o Conselho Regional de Medicina (Cremego).

Também são parceiros do programa a Associação dos Hospitais do Estado de Goiás (Aheg), Associação dos Hospitais Privados de Alta Complexidade de Goiás (Ahpaceg), do Sindicato dos Condomínios e Imobiliárias de Goiás (Secovi), do Conselho de Desenvolvimento Sustentável e Estratégico de Goiânia (Codese), o Sindicato da Indústria da Construção de Goiás (Sinduscon) e o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia.

*Com informações do Ministério Público de Goiás

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