Conecte-se

Política

Bolsonaro participa de evento religioso em Goiânia

Publicado

em

O presidente Jair Bolsonaro (PSL), foi recebido em Goiânia nesta sexta-feira por volta das 8 da manhã (31. Mai) pelo governador Ronaldo Caiado (DEM). O chefe do Executivo veio para participar de evento evangélico da igreja Assembleia de Deus, mas antes esteve presente no Palácio das Esmeraldas, onde se encontrou com demais lideranças políticas do Estado.

Acompanhou a visita do presidente ao Palácio, o secretário de Governo, Ernesto Roller, a secretaria de Economia, Cristiane Schimidt; secretário do Segurança Pública, Rodney Miranda, além de lideranças como o prefeito de Anápolis, Roberto Naves.

Também estiveram presentes os deputados estaduais Paulo Trabalho (PSL), Humberto Teófilo (PSL), Amauri Ribeiro (PRB) e Amilton Filho (Solidariedade). Além dos federais Glaustin da Fokus (PSC) e José Nelto (Pode). Os senadores Vanderlan Cardoso (PP) e Luiz Carlos do Carmo (MDB) também devem se encontrar com o grupo.

Após a solenidade, o presidente da república seguiu para o Setor Campinas onde participou da 46º Assembleia Extraordinária da convenção das Assembleias de Deus. O presidente chegou ao templo por volta das 10 da manhã, onde foi recebido por inúmeros fiéis que gritam “Mito, mito”. Além dele, o governador Ronaldo Caiado (DEM) e demais autoridades participaram. 

A recepção foi comandada pelo bispo primaz, Manoel Ferreira, que pediu ao presidente que ficasse “à vontade”. “Aqui o senhor está com seus irmãos de fé. Não há traidores”, disse. “Quero que o senhor se sinta em sua própria casa” e, por fim, novamente solicitou que os fiéis aplaudissem o presidente.

Posteriormente, foi à vez do governador Ronaldo Caiado (DEM) fazer uso da palavra. “As pessoas enxergam o Bolsonaro com esperança. Goiás tem orgulho de tê-lo como presidente da república e, para nós, é um orgulho recebê-lo nessa terra”, destacou Caiado.

Anúncio
Clique para Comentar

Deixe seu comentário

Política

Governo lança campanha de incentivo ao voluntariado

Publicado

em

Por

O governo federal lançou em cerimônia no Palácio do Planalto, a campanha publicitária do Programa Nacional de Incentivo ao Voluntariado, o Pátria Voluntária, que tem o objetivo de estimular o trabalho voluntário no país. O evento também antecipou a comemoração do Dia Internacional do Voluntário, celebrado no dia 5 de dezembro.

Composta por filme, jingle e peças digitais, a campanha estará na TV, no cinema, no rádio, na internet e nas redes sociais até o dia 20 de dezembro. Com o conceito Fazer o Bem É pra Você Também, o carro-chefe é uma tema musical de 60 segundos, que reforça os ideais de solidariedade e amor ao próximo.

A estratégia publicitária vai destacar a importância do voluntariado para o crescimento do terceiro setor e para tornar o Brasil um país mais justo e mais solidário. De acordo com dados da Pesquisa Nacional de Amostra por Domicílios Contínua (Pnad), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 7,2 milhões de pessoas no Brasil realizaram trabalho voluntário em 2018.

“Você ajuda alguém, aprende e se solidariza no amor ao próximo. E se enriquece com isso. Então, fico feliz por estar no Palácio do Planalto, e poder relatar essa experiência e participar do lançamento dessa campanha, que vai estimular o trabalho voluntário e articular Governo, sociedade e empresas”, afirmou a primeira-dama Michelle Bolsonaro, presidente do conselho do programa Pátria Voluntária.

Programa Nacional de Incentivo ao Voluntariado foi criado por meio do Decreto nº 9906, em 9 de julho deste ano. As ações são propostas e conduzidas pelo grupo, constituído por 24 membros, sendo 12 representantes de ministérios e 12 da sociedade civil. 

O decreto também instituiu o Prêmio Nacional de Incentivo ao Voluntariado, de caráter simbólico e concedido todos os anos, em homenagem à atuação de pessoas e entidades voluntárias de relevante interesse social. O decreto ainda criou o Selo de Acreditação do Programa Nacional de Incentivo ao Voluntariado, como forma de reconhecimento de organizações da sociedade civil que desenvolvam ou estimulem trabalhos voluntários.

“O trabalho voluntário não substitui o Estado. A estrutura do Estado tem um papel decisivo, mas esse papel é muito ampliado pelo trabalho voluntário. O Estado não tem pernas, não tem tamanho para atender a tudo”, afirmou o ministro da Cidadania, Osmar Terra, durante a cerimônia.

Continue Lendo

Política

Roberto Naves filia-se ao PP neste sábado, 30

Publicado

em

Por

Neste sábado (30. Nov), a partir das 12 horas, no salão de eventos do Parque Agropecuário de Anápolis, o prefeito Roberto Naves irá se filiar ao Progressistas (PP). A celebração contará com a presença do governador Ronaldo Caiado (DEM) e o secretário dos Transportes Metropolitanos do Estado de São Paulo, Alexandre Baldy (PP).

Roberto Naves (PP) deixou o Partido Trabalhista Brasileiro (PTB) em outubro. A troca de partido tem como foco a campanha à reeleição em 2020 e teve o apoio do governador Ronaldo Caiado.

Além disso, Adriano Baldy deixará a secretária de Desenvolvimento Econômico de Anápolis e deve tomar posse da secretaria Estadual de Cultura ainda esta semana. A previsão é que isso aconteça nesta sexta-feira (29. Nov).

Continue Lendo

Política

Reforma administrativa fica para 2020, diz Planalto

Publicado

em

Por

O projeto de reforma administrativa da administração pública federal só será encaminhado ao Congresso Nacional no ano que vem, informou o porta-voz do Palácio do Planalto, Otávio Rêgo Barros, em coletiva de imprensa. Segundo ele, alguns pontos da proposta devem ser analisados pelo presidente Jair Bolsonaro.

“O presidente solicitou ao Ministério da Economia que aprofundasse alguns detalhes da proposta encaminhada pelo ministério à apreciação do senhor chefe do Executivo, para então deliberar sobre o envio dessa proposta ao Congresso Nacional. Nós temos como uma linha temporal enviarmos a proposta de reforma administrativa no início do ano que vem”, afirmou.

Estabilidade

De acordo com o ministro da Economia, Paulo Guedes, que está alinhavando a proposta de reforma administrativa para apresentar ao presidente, os futuros servidores públicos não teriam mais estabilidade automática no cargo. A ideia seria definir um tempo para atingir a estabilidade, de acordo com cada carreira.

Além disso, outro objetivo da medida seria reduzir o número de carreiras de cerca de 300 para algo em torno de 20 e que os salários para quem entrar na carreira pública passem a ser menores do que são atualmente.

Otávio Rêgo Barros disse que a decisão de deixar a reforma administrativa para 2020 também leva em conta aspectos políticos. “Claro que na análise e no timing da elevação dessas propostas ao Congresso, dentre outros aspectos, os aspectos políticos são envolvidos”.

Continue Lendo

Em Alta