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Cultura

Carnaval para crianças e adultos é promovido pela Casa Joana Dark

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Tem esquenta de Carnaval nesta sexta-feira (9.Fev), a partir das 21 horas. O Centro Cultural Joana Dark oferece disputa de Marchinhas no Karaokê e ainda a escolha da Rainha do Carnaval 2018, no palco da casa noturna.

Os organizadores do evento incentivam as pessoas a irem fantasiadas e garantem que a diversão contará com muita música e dança.

No sábado tem programação para as crianças, das 16 às 19 horas, com o “Bailinho de Carnaval”. O valor está R$ 20 para cada criança, R$ 4 para acompanhante.

Ainda no sábado, será realizado o tradicional Baile de Máscaras, com apresentações da Banda Lupa do Distrito Federal, os Components de Goiânia, e a banda anapolina Martinica, liderada por Carlinhos Trivelli e Verônica Campos.

Os músicos farão ritmos brasileiros incluindo até axé 90.

No domingo a festa é o MONTE SEU BLOCO E VENHA PRA RUA! Também à fantasia, a estrutura contará esse ano com um palco na rua por ele vão passar artistas locais e convidados, a partir das 15 horas, na frente da Casa Joana, localizada na Avenida Senador José Lourenço Dias, 1726, Centro.

A programação conta com apresentações dos djs Rodrigo Veronezzi; Emmanuel Cavalcante; Cassia Fawls; performances Soberba; apresentação dos blocos; bandas Danillo Lopes Liebe e Mamonas Cover.

Mais informações nas redes sociais oficiais da Casa Joana Dark, @joanaDarkpub

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Cultura

Começa no dia 6 de junho o tradicional Festival Italiano de Nova Veneza

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No dia 6 de junho começa em Nova Veneza o 15º Festival Italiano de Gastronomia e Cultura. O evento que já tem tradição na cidade, neste ano acontecerá nos dias 06, 07, 08 e 09. Serão aguardadas aproximadamente 100 mil pessoas nos quatro dias.

Nova Veneza tem aproximadamente 10 mil habitantes e faz parte da Região Metropolitana de Goiânia.

Coordenado pela AFESTI (Associação Veneziana Pró-Festival Italiano), continuará com o mesmo formato, um evento gastronômico enriquecido com manifestações culturais, incluindo músicas, danças típicas, apresentações de corais, lançamento de livros literários, cinema italiano (em parceria com a Embaixada Italiana), entre outras.

A estrutura do festival inclui stands de artesanato (parceria com o SEBRAE-GO), stands  de doces, cafeteria e, também, de comidas e bebidas, ocupados em sua maioria por pessoas do município. Além da AFESTI que tem a cantina principal do evento, Cantina da NONNA.

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Cultura

Festa Literária de Paraty homenageia este ano Euclides da Cunha

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“O sertanejo é, antes de tudo, um forte”. A frase que se tornou símbolo da resiliência do nordestino diante da seca foi escrita há quase 120 anos nas páginas de Os Sertões.

O autor, Euclides da Cunha, cunhou a expressão ao narrar a bravura do sertanejo ao enfrentar o Exército, em uma guerra desigual pela permanência em Canudos.

Na obra, um clássico da literatura nacional, Euclides enfrentou o próprio preconceito para enxergar o conflito. Aos poucos, ele próprio baixou a guarda e deixou o leitor ver como a situação desafiou a visão que tinha do Brasil.
 
Pela dimensão de Os Sertões, Euclides da Cunha será o homenageado este ano pela 17ª Festa Literária Internacional de Paraty (Flip). Será entre os dias 10 e 14 de julho, na tradicional cidade histórica do sul do Estado do Rio.

Paraty este ano pode se tornar patrimônio mundial da humanidade, título dado pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura – Unesco.

A escolha dos participantes foi feita pela jornalista Fernanda Diamant, que escalou 33 autores de 10 nacionalidades. A maioria é de mulheres.
 
Os Sertões pode ser considerado um dos primeiros clássicos brasileiros de não ficção. Mistura jornalismo, geografia, filosofia, teorias sociais e científicas – muitas delas ultrapassadas – para falar de um país em transição”, afirma a curadora, em nota da organização.

“A obra mudou o entendimento que se tinha sobre o interior do país e o sertanejo. Além de ser grande literatura do ponto de vista da forma, ela faz críticas morais, políticas e sociais altamente pertinentes no Brasil de hoje. Mais que tudo, mostra a transformação existencial de um homem que entra contato com uma realidade desconhecida e precisa reorganizar seus valores”, explica.

Programação

A relação de Euclides da Cunha com as diversas linguagens – ele também era professor, historiador, geógrafo, engenheiro e jornalista, foi correspondente do Jornal Estado na Guerra de Canudos – orientou a curadora.

Diamant promete 21 mesas na programação que discutam a atualidade do ponto de vista de várias formas de arte. Os debates este ano serão mais curtos, terão 45 minutos e poderão ser no formato de conferência, performance ou entrevista.
 
Para o diálogo, a Flip traz jovens expoentes da literatura nacional e internacional. Entre eles, a cordelista cearense Jarid Arraes, autora de Heroínas negras brasileiras em 15 cordéis, a escritora norte-americana Kristen Roupenian, de Cat Person, e a portuguesa Grada Kilomba, autora de Memórias da Plantação: episódios do racismo cotidiano. Kilomba tem ressignificado o conceito do “outro”, criado por Simone de Beauvoir – que defende que a mulher é o “outro” em relação ao homem.

Para ela, a mulher negra é “o outro do outro”, por não ser nem branca, nem homem. Ela já foi citada como uma das influências da filósofa brasileira Djamila Ribeiro.

Outra jovem escritora de destaque é a nigeriana Ayobami Adebayo, do romance premiado Fique comigo.

“A escrita de Adébáyò é viva e cativante, o livro [Fique Comigo] é desses que você não consegue largar. É uma história comovente e emocionalmente forte sobre relações familiares. Essa narrativa e as questões sobre tradição e modernidade, masculino e feminino, criam uma grande estreia literária”, destaca Diamant, no perfil da autora no site da Flip.

Nomes consagrados

 Entre nomes já consagrados, participam da Flip este ano o historiador José Murilo de Carvalho, a professora de teoria literária Walnice Galvão, que abre a festa, e a escritora e crítica literária Marilene Felinto – dona de um prêmio Jabuti.

Eles discutem o país de Os Sertões e o atual. “Em seus textos, Felinto toca em questões de gênero, raça e condição social no Brasil de forma original sem perder atualidade, ao mesmo tempo de forma lírica e irônica”, acrescenta a curadora.
 
Ainda no âmbito da atualidade, José Miguel Wisnik parte da crítica de Carlos Drummond de Andrade à atividade mineradora para dialogar sobre os desastres ambientais nas cidades de Brumadinho e Mariana.

O tema conta também com a expertise da jornalista Cristina Serra, autora de uma série de reportagens sobre Mariana. Entra na discussão, trazendo debate sobre aquecimento global, o jornalista norte-americano David Wallace-Welles, da New Yorker.
 
Paralelamente à programação oficial, 22 casas parceiras organizam mostras, palestras e rodas de conversas com artistas e autores.

A programação desses espaços será anunciada nas próximas semanas. São esperadas ainda apresentações de grandes nomes da música.
 
Os ingressos para a Flip começam a ser vendidos em 3 de junho e devem custar R$ 55.

Os organizadores pretendem montar uma tenda batizada Auditório da Matriz, em referência à Igreja da Matriz, com capacidade para 512 pessoas. Uma outra tenda, com  700 lugares, será montada para quem quiser presenciar a reprodução dos eventos gratuitamente.

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Cultura

Inscrições para o bolsa cultura em Anápolis estão abertas

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Estão abertas as inscrições para o programa Bolsa Cultura de Anápolis. As bailarinas e bailarinos interessados podem se inscrever para a audição até o dia 29 de maio.  Os candidatos precisam ter idade mínima de 16 anos, estar cursando ou ter concluído o ensino médio e também é necessário ter conhecimento em nível médio ou avançado em Ballet Clássico. As inscrições são gratuitas e o local de cadastro é na sede da Secretaria Municipal de Cultura, localizada na Avenida São Francisco, Bairro Jundiaí, de segunda a sexta, em horário comercial.

No ato da inscrição são necessários o preenchimento da ficha e de cópias da carteira de identidade, CPF, comprovante de endereço, currículo artístico e documentos comprobatórios. No caso de menores de 18 anos, é necessário o acompanhamento e assinatura da ficha pelo responsável. A audição é dividida em duas etapas: Análise de currículo e a aula prática.

A Bolsa Cultura oferece a quatro bolsistas uma ajuda de custo no valor de R$ 400 e a duração é enquanto o artista cumprir as exigências do Programa. A presença nos ensaios, frequência das aulas e atendimento da agenda de apresentações do grupo são alguns requisitos para manter a Bolsa.

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