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Assalto no Aeroporto de Viracopos deixa 2 baleados e fecha rodovia no interior de SP

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Um assalto a uma transportadora de valores no Aeroporto Internacional de Viracopos deixou dois seguranças baleados e fechou ambos os sentidos da Rodovia Santos Dumont (SP-75), em Campinas (SP), interior de São Paulo, nesta quinta-feira (17).

O crime ocorreu no terminal de cargas e o aeroporto ficou fechado para pousos e decolagens das 10h às 10h20, segundo a administradora do complexo. As lojas também tiveram de ser fechadas.

A Rodovia Santos Dumont (SP-075) está interditada na altura do km 68, próximo ao aeroporto. Ao menos dois caminhões foram incendiado para fechar a rodovia e dificultar o trabalho da polícia. O bloqueio causou caos no trânsito.

A Polícia Federal informou que foram usados dois carros no crime. Um deles tinha inscrições da Aeronáutica.

Um dos seguranças foi baleado na orelha e outro na perna, e o estado de saúde ainda não é conhecido.

Também não se sabe, ainda, o que foi levado. A transportadora de valores Brinks, que foi alvo do assalto, disse estar levantando as informações.

Segundo uma fonte, os criminosos interceptaram, no pátio interno do terminal de cargas, um contêiner que carregava uma grande quantidade de dólares e iria ser embarcado em um avião da transportadora UPS. Para chegar até lá, usaram carros clonados.

Ao menos parte da carga foi levada, segundo essa fonte. A transportadora de valores Brinks, que foi alvo do assalto, disse estar levantando as informações.

A vigilante Denise Morsi da Costa tinha ido buscar o filho no aeroporto quando tudo aconteceu.

“Todo mundo saiu correndo, o maior tiroteio. Entramos numa empresa e ficamos até cessar, uns 10, 15 minutos. Agora a gente não pode sair do aeroporto. Segundo informações, a gente não pode sair”, contou.

O taxista Wilson Santos conta que os tiros deram início à correria: “Tiroteio, um corre-corre, de repente ficou tudo vazio aqui. Foi um barulho forte, assustou todo mundo aqui”, contou.

Desvios no trânsito

Para quem está no sentido Campinas, a concessionária AB Colinas, que administra a Santos Dumont, desvia o tráfego pela SP-324, que dá acesso ao aeroporto. Não há congestionamento.

Já no sentido Indaiatuba, são duas opções de desvio: no retorno do km 69 ou embaixo do viaduto no km 67. Neste sentido há três km de congestionamento.

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Semad regulamenta pesca esportiva durante a piracema

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A Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad) publicou nesta segunda-feira (18. Nov) a Instrução Normativa nº 10/2019, que altera a regulamentação da prática da pesca esportiva, na modalidade pesque e solte durante o período de reprodução dos peixes em Goiás, conhecido como piracema.

De acordo com o documento, está revogado o disposto no inciso I, do artigo 9º da Instrução Normativa nº 02/2019 da Semad, publicada na edição de 16 de abril de 2019 do Diário Oficial do Estado de Goiás que proibia o pesque e solte. Segundo a secretária Andréa Vulcanis, o texto anterior previa a proibição total da pesca, inclusive da atividade esportiva.

Segundo a análise feita por técnicos da Semad, a pesca esportiva tem caráter sustentável e agregador à economia de Goiás, além de oferecer impactos mínimos ao ambiente de reprodução dos peixes, uma vez que caracteriza pelo que é conhecido como “pesque e solte”, não tendo, assim, prejuízos ao meio ambiente.

A secretária Andréa Vulcanis ressalta, no entanto, que seguem proibidas quaisquer atividades de pesca amadora, subaquática, ornamental e artesanal, exceto, neste último caso, para subsistência de ribeirinhos, indígenas e comunidades tradicionais quilombola. “Também segue proibido qualquer tipo de transporte de peixes e consumo de peixes pescados, dentro do estabelecido pela legislação de cota zero em Goiás no período da piracema”, conclui.

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Autoridades goianas criticam serviço fornecido pela Enel, em Goiás

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O governador Ronaldo Caiado (DEM) voltou a criticar a qualidade do serviço prestado pela Enel, que não cumpre o plano de medidas que foi acordado para atender os consumidores goianos e tem causado prejuízos em todo o Estado por conta da falta de energia.

O governador destacou que irá “enfrentar o problema de frente”. As queixas também partiram de deputados estaduais na Assembleia Legislativa, que compararam a empresa a um câncer.

Até outubro de 2019, o Procon Goiás registrou aumento de quase 50% no número de reclamações contra a empresa. Por conta dessa situação, o chefe do Executivo disse que pediu ajuda ao presidente Jair Bolsonaro, já que o setor elétrico é regulado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

“Já esgotou todo e qualquer tipo de negociação do Estado com a Enel. Não tem mais como mantermos essa situação. Eles assinaram um documento conosco, com a presença do ministro [de Minas e Energia, Bento Albuquerque], e do presidente da Câmara, [Rodrigo Maia]. Todos os diretores de alto escalão da América Latina falando pela empresa e depois nada acontece. O processo agravou ainda mais do que era”, protestou.

O governador se refere ao plano de investimento e acordo que foi assinado em agosto deste ano, em que Enel se comprometeu a ampliar a capacidade da rede e distribuição de energia. Uma das principais ações da Enel, de curto prazo, previa a liberação de carga e possibilidade de novas ligações sem a troca de transformadores.

Além disso, o documento estabeleceu a construção e ampliação de várias subestações de energia por todo o Estado. Mas, até agora o que se vê são reclamações de todos os lados.

A falta de energia em alguns casos ultrapassa o prazo de uma semana, provocado prejuízo para produtores, consumidores em geral e empresários.

Um dos danos que podem ocorrer por conta da inércia da Enel, ressaltou Caiado, é com relação à vacinação contra a febre aftosa. Isso porque se as doses não forem mantidas em temperatura ideal, a imunização do rebanho não surte efeito, por conta da qualidade da vacina.

“Veja bem o risco que corremos, a maneira irresponsável com que a energia elétrica está sendo tratada. Nós vamos enfrentar esse problema de frente. Vocês podem ter certeza: nós estamos aqui é para defender o Estado de Goiás”, sublinhou Ronaldo Caiado.

As queixas da Enel também vêm de representantes na Assembleia Legislativa. O deputado Amauri Ribeiro disse que produtores rurais de Piracanjuba, Caçu e Palminópolis, sem energia, estão tendo prejuízos.

“Tem gente que chega há ficar 11 dias sem energia. São perdas diversas na produção de carnes, verduras, leites e outros produtos apodrecendo. Empresários e produtores rurais querem investir, gerar emprego e renda, mas não recebem a energia elétrica”, afirmou.

O deputado Alysson Lima disse que a “Enel é um câncer que tem que ser extirpado de Goiás. Chegamos ao ponto que não dá mais para conversar”. O parlamentar afirmou que representantes da Enel tentaram se reunir a portas fechadas na Alego, mas ele não recebeu ninguém. “A Enel vai perder espaço em Goiás”, prevê.

Humberto Aidar comparou a atuação da Enel em Goiás como um matrimônio malsucedido. “É um casamento que já se tentou de tudo, mas não dá certo. Não vejo outro caminho a não ser a intervenção. Romper esse contrato e buscar outra companhia”, afirmou o deputado, ressaltando que a empresa não cumpre o contratado e não tem seriedade.

O parlamentar Henrique Arantes disse que a Enel cobra taxas abusivas e prejudica os produtores rurais. Ele também criticou o programa Luz Solidária, da empresa, que permite aos interessados trocar equipamentos antigos por modelos novos, com o objetivo de economizar energia elétrica. “Eles inflacionam o preço do novo, então, no fim, não tem economia nenhuma. O que a Enel faz é uma fraude com o consumidor goiano, ela vende tudo pela metade do dobro”, destacou.

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Casos de condutores alcoolizados durante o feriado aumentam em 300% em relação a 2018

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De 26 flagrantes de embriaguez ao volante no feriado da Proclamação da República em 2018 para 82 casos no mesmo período neste ano. O aumento de 358% impressionou a PRF em Goiás nesses quatro dias de final de semana prolongado nas rodovias federais, demonstrando a irresponsabilidade e falta de consciência dos condutores.

As ultrapassagens proibidas também foram comuns nas Brs goianas neste feriadão. De 262 flagrantes no ano passado para 572 de quinta-feira até o final da noite deste domingo (17. Nov). Os policiais rodoviários federais ainda autuaram 24 condutores que transportavam crianças fora do dispositivo adequado.

Além da fiscalização e aplicação de multas a quem comete irregularidades, a PRF promove ações de conscientização para a construção de um trânsito mais seguro. Policiais ministram pequenas palestras enquanto acontece a fiscalização e nestes quatro dias mais de mil pessoas receberam orientações de condutas que podem reduzir a violência nas estradas.

De quinta-feira (14. Nov) a domingo (17.Nov) duas pessoas morreram e 32 ficaram feridas em 24 acidentes nas Brs goianas. No mesmo período do ano passado foram 21 acidentes, com 21 pessoas feridas e também duas mortes. 

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