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Arquitetas de Anápolis se destacam na Casa Cor Goiás

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Sustentabilidade e reuso com uma leitura que remete ao natural e aprimorado. Esta é a percepção do visitante da Casa Cor Goiás ao chegar no Pátio Terra, um os ambientes em exposição na edição de 2019. As arquitetas Fernanda e Flávia Ogata, de Anápolis, ganham cada vez mais uma ótima reputação pelo trabalho detalhista e pensado na preservação do meio ambiente.

Pátio Terra – Casa Cor Goiás 2019. (Foto: Jomar Bragança/Casacor)

Em Goiânia, no edifício Epic City Home, futuro empreendimento da City Construtora, Fernanda e Flávia Ogata trouxeram as tendências que estão fortes no mercado atual.

Segundo Fernanda, neste ano o essencial e original foram levados em consideração. A conscientização do reuso.

“Usamos um material mais bruto. Aqui tem um banco feito de vergalhão, mas é diferente, tem um designer. Uma estrutura que não é o produto final, ele é repensado e trabalhado para transformá-lo em produto final”, falou.

Para o paisagismo toda a vegetação é escolhida buscando riquezas de formas e volumes, respeitando a característica de cada espécie. Aliada à arquitetura, Flávia e Fernanda organizam de forma que o conjunto é visualmente agradável.

“Escolhemos plantas que sejam adequadas para cada tipo de ambiente. Tons agradáveis para olhar, texturas diferentes e ricas”, detalhou Flávia.

Para conhecer as tendências e realizar um trabalho marcante na Casa Cor Goiás, Fernanda e Flávia destacam eventos como o Salão de Milão, e muito do que é divulgado é aproveitado para os projetos realizados por elas. São feiras no mundo afora que mostram outras vertentes como a social, moda, e os ciclos.

Flávia Ogata ressaltou que para a escolha dos vegetais, é preciso pensar que as plantas são finitas. “Não se cria novas plantas no mesmo ritmo que se cria novas cores e materiais. Então buscamos na criatividade, no conhecimento da tendência, para colocar dentro do paisagismo. O que está disponível e é adaptável ao clima”, citou.

Fernanda falou sobre o clima específico do Cerrado, com estiagem longa, por isso, os projetos são adequados a esta realidade.

“Nosso clima é muito específico, tem que ter esse estudo do que está disponível e o que está adaptável ao clima da região. É um desafio, mas apoiamos as novas tecnologias, a irrigação automatizada para que possamos usar as plantas nativas e exóticas”, explicou.

Casa Cor

Flávia e Fernanda Ogata durante a exposição Casa Cor Goiás

Sobre os 40 ambientes, incluindo o Pátio Terra, em exposição na Casa Cor Goiânia 2019, Fernanda e Flávia ressaltaram que a tendência forte  é o uso de materiais naturais.

“Muitos lugares da casa usam pedras naturais, revestimentos com uma pegada mais natural, como a cerâmica. Tudo volta com uma pegada diferente, pode até lembrar a objetos da casa da avó”, detalhou Fernanda.

Segundo as arquitetas, tudo muito natural, com tons terrosos. É uma tendência do Brasil um ambiente minimalista.

Esta é quarta vez que as arquitetas anapolinas participam da Casa Cor Goiás. Em 2018, o número de visitantes chegou a 40 mil.

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Acordo com a Enel visa solucionar crise energética em Goiás

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Na noite desta quarta-feira (21.Ago) a instabilidade na rede elétrica em Anápolis comprometeu os serviços de emergência do SAMU. A população foi orientada que, caso necessário, ligasse para o Corpo de Bombeiros pelo 193.

Não é a primeira vez que por falta de energia prejudica os serviços na área da Saúde em Anápolis. No dia 8 de agosto, a falta de instabilidade dos serviços na cidade também comprometeu os trabalhos do Samu.

A Enel vem sendo constantemente cobrada pela população e poder público para realizar melhorias no serviços prestados em Goiás. Para isso, o governador Ronaldo Caiado (DEM) confirmou a agenda para segunda-feira (26.Ago) para assinar, em Goiânia, um acordo com a diretoria da Enel Distribuição Goiás com o objetivo de dar fim a crise energética que afeta o Estado.

Participarão do ato o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, o presidente da Celg Geração e Transmissão (Celg GT), Lener Silva Jayme, representantes da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), além de toda a bancada federal goiana, deputados estaduais e secretários de Estado.

Caiado adiantou que o acordo a ser firmado prevê que a empresa italiana reponha imediatamente 486 megawatts em Goiás.

A Enel arrematou a Celg D num leilão de privatização realizado em 2016. Segundo o Governo de Goiás, as falhas no fornecimento de energia elétrica geram queixa generalizada dos empresários, pequenos produtores, comerciantes e cidadãos em geral.

Uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) foi montada na Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) para acompanhar e cobrar melhorias da Enel em relação aos serviços prestados no Estado. Em Anápolis, na Câmara Municipal, deputados e vereadores receberam representantes da Enel no dia 17 de abril deste ano para cobrar e pedir um planejamento de melhorias para a população.

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Obra no Santos Dumont, no Rio de Janeiro, afeta voos pela restrição do aeroporto

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A partir deste sábado (24.Ago), as operações no Aeroporto Santos Dumont, no Centro do Rio, vão praticamente cessar. A pista principal será interditada por quase um mês para obras de recuperação e de aplicação de um piso mais aderente para dias de chuva.

A previsão é que os trabalhos terminem no dia 21 de setembro.

Até lá, a maioria dos voos será transferida para o Aeroporto Internacional Tom Jobim, no Galeão, Ilha do Governador.

Consumidores que já compraram passagem para o Santos Dumont serão avisados, por telefone e por e-mail, sobre o remanejamento.

Como ficam os voos

AZUL: parte da operação permanece no Santos Dumont. Na primeira semana de interdição (de 24 a 31 de agosto), voos para Campos, São José dos Campos e Ribeirão Preto ficam onde estão. A partir de 1º de setembro, aviões para Vitória entram nessa lista.

GOL: toda a operação vai para o RioGaleão.

LATAM: toda a operação vai para o RioGaleão.

Ônibus entre aeroportos

Azul, Gol e Latam anunciaram o serviço gratuito de traslado entre os dois aeroportos. O passageiro deve apresentar documento com foto e o cartão de embarque – o localizador também é válido.

AZUL: Partidas de hora em hora. Do Santos Dumont ao Galeão, das 4h às 21h30; do sentido inverso, das 05h30 às 0h30.

GOL: Saídas simultâneas nos dois aeroportos de hora em hora, das 4h às 23h. No Galeão, os ônibus vão parar perto da Porta D do Terminal 2. No Santos Dumont, na parte do desembarque.

LATAM: Também sairão ônibus de hora em hora. No Galeão, o ponto de encontro é no Terminal 1. Do Santos Dumont para o Galeão, das 4h às 20h; no sentido contrário, das 6h às 22h.

Adaptações no Galeão

O Aeroporto do Galeão está se adaptando para receber este novo volume. Serão 767 mil pessoas vindas dos voos transferidos durante a obra. Isto representa um aumento de 73% no número de passageiros que passam pelo local.

CHECK-IN E SAÍDAS

Nada muda: Passageiros continuarão embarcando e desembarcando nos portões do Terminal 2.

ACESSO AO GALEÃO PARA QUEM VAI EMBARCAR

Carro particular ou de aplicativo: é permitido parar momentaneamente no Terminal 2 para saltar.

Táxis: param no térreo do edifício-garagem.

Ônibus e micro-ônibus de turismo e vans: obrigatório parar no Terminal 1, no piso superior. Neste caso, os grupos terão de ir andando até o Terminal 2.

PARA SAIR DO AEROPORTO

Uber: obrigatório chamar no Estacionamento Administrativo. Uma passarela liga o desembarque a essa área.

Carro particular e outros apps: obrigatório pegar o passageiro na área de embarque (ou parar no estacionamento).

Táxis: Apenas os amarelinhos cadastrados – e os executivos de cooperativas – poderão pegar os passageiros nas saídas.

Carrinhos elétricos e ônibus do aeroporto ajudam no deslocamento entre os dois terminais.

Com informações G1

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Ibama lança edital para contratar empresa que monitore desmatamento

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O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) publicou edital no Diário Oficial da União dessa quarta-feira (21) chamamento público de empresas especializadas no fornecimento diário por imagens de satélites de alta resolução espacial para geração de alertas diários de indícios de desmatamento.

O documento, assinado pelo diretor de Proteção Ambiental do Ibama, Olivaldi Alves Borges de Azevedo, diz que a medida justifica-se pela “busca de uma solução viável e operacional para atuação mais eficiente, eficaz, efetiva e com maior celeridade na gestão das ações de fiscalização ambiental no combate ao desmatamento ilegal e exploração florestal seletiva ilegal na região Amazônica”.

O texto do edital diz ainda que o Ibama, por mor meio de sua Diretoria de Proteção (Dipro), objetiva combater o desmatamento ilegal na Amazônia Legal de forma preventiva ou, no mínimo, contemporânea, para que seja possível interromper a ação criminosa, viabilizando uma atuação mais expedita e não permitindo a evolução e consolidação da ocorrência do ilícito.

Nesse sentido, segundo o instituto, faz-se necessário obter alertas de desmatamento diários das áreas mais críticas na Amazônia, em uma área pré-determinada de aproximadamente de 1 milhão de quilômetros quadrados, distribuídos a leste dos estados do Acre e Rondônia, norte de Rondônia e Mato Grosso, sul do estado do Amazonas e meio norte do estado do Pará.

Queimadas

Nesta quinta-feira (22. Ago), Bolsonaro voltou a dizer que as queimadas na Amazônia são criminosas e que organizações não governamentais (ONGs) podem estar por trás dos incêndios. “Pode ser fazendeiro, pode, todo mundo é suspeito, mas a maior suspeita vem de ONGs”, disse, ao deixar o Palácio da Alvorada na manhã desta quinta-feira.

O presidente ressaltou que o governo está investigando o crime, mas que não existem provas de quem está provocando as queimadas. “A Amazônia é maior do que a Europa, como vai combater incêndio criminosos nessa área? E é criminoso, mas você não vai pegar quem está tacando fogo lá, só se for em flagrante”, disse. “É um indício fortíssimo de que são ONGs. Não se tem prova disso, se vocês não pegar em flagrante quem está queimando e buscar quem mandou”, acrescentou. Com informações Agência Brasil

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