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Aprender outra língua em realidade virtual é melhor que pessoalmente

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A imersão proporcionada pela VR pode fazer com que o aprendizado seja mais fácil e efetivo

Realidade virtual promete ir além das aulas às quais estamos acostumados. No caso, a aposta é em um aprendizado experiencial, o que vai de acordo com a teoria de que lembramos o que aprendemos com mais facilidade quando estamos pondo a mão na massa.

VR é só uma das muitas tecnologias que estarão em alta em 2018! Aprenda como ela e outras inovações podem impactar seus negócios e sua carreira em 2018.

Em outras palavras, a imersão proporcionada pela VR pode fazer com que o aprendizado seja mais fácil e efetivo. Mas isso não é só: segundo uma pesquisa, a tecnologia é a ferramenta ideal para o aprendizado de línguas.

A MondlyVR percebeu isso e apostou no produto. Combinando as possibilidades imersivas da realidade virtual com reconhecimento de fala e um chatbot com inteligência artificial, a startup promete encurtar consideravelmente o tempo para uma pessoa começar a falar em outra língua.

Até que ponto VR melhora o aprendizado?

Lewis Johnson, CEO da Alelo, acredita que a fórmula tem um grande potencial, mas não se deve esperar milagres. Para ele, um bom jeito de determinar isso é aplicar o framework da taxonomia Bloom’s. No caso, esse é um conjunto de modelos que dividem objetivos de aprendizado em três domínios – cognitivo, afetivo e sensorial – e classifica entre cada um deles de acordo com níveis de complexidade e especificidade.

“A maioria de aplicativos de aprendizado de língua como jogos de memória focam no nível inferior da taxonomia, mas o verdadeiro domínio da língua requer engajamento com níveis mais elevados: aplicação, avaliação e criação”, afirma. Ele ainda defende que a interação entre pessoas é essencial, uma vez que isso eleva à aprendizagem a outro nível.

Inovador, não? Mas o que vimos até aqui foi só a ponta do iceberg. Você está preparado para a Nova Economia?

 

Via: QZ

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Tecnologia

Inscrições abertas para participar do Campus Party em Goiás

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Professores, estudantes, empreendedores, pesquisadores e toda a comunidade goiana poderão fazer palestra ou painel na Campus Party Goiás. A Secretaria de Desenvolvimento e Inovação (Sedi), abriu inscrição para os interessados em compartilhar conhecimentos no Palco de Conteúdo. As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas até o dia 13 de agosto, acessando o regulamento e formulário de inscrição.

Clique aqui para acessar

O objetivo é permitir a participação ativa dos campuseiros e da sociedade no evento. Os conteúdos deverão ser sobre as temáticas de inovação, empreendedorismo, blockchain, IoT, inteligência artificial, coders, makers, steam, games, criatividade, entretenimento, design e marketing digital. As apresentações sugeridas podem ser no formato de palestra ou painel. A palestra ou painel sugerido deverá ter a duração de 45 minutos, sendo 30 minutos de palestra e 15 minutos de interação com o público.

Os selecionados serão premiados com dois ingressos Day Pass para a Campus Party Goiás 2019 (válido para acessar todo o evento durante um dia). A lista com as atividades selecionadas será publicada no site da Secretaria de Desenvolvimento e Inovação (www.desenvolvimento.go.gov.br) no dia 19 de agosto.

Em caso de dúvidas, entre em contato pelo e-mail: campusparty@goias.gov.br.

Campus Goiás

A edição goiana da Campus Party será realizada entre os dias 4 e 8 de setembro, no shopping Passeio das Águas. Com a realização pela primeira vez do evento em Goiás, o Estado passará a fazer parte da maior imersão tecnológica do mundo.

O evento conta hoje com mais de 550 mil campuseiros cadastrados em todo mundo. Já produziu edições nos seguintes países: Espanha, Holanda, México, Alemanha, Reino Unido, Argentina, Panamá, El Salvador, Costa Rica, Colômbia, Equador, Itália e Singapura. No Brasil, já está presente há doze anos.

São diversos espaços reunidos em um só lugar. No camping, área destinada aos participantes que optarem por acamparem no local do evento, haverá uma área Open, que é gratuito e aberto para que o público possa vivenciar um pouco do que é a Campus Party. Nele, é possível acompanhar palestras, workshops, espaço de Drones, games, entre outros.

Na Arena, que é o espaço pago da Campus Party, os campuseiros, como são chamados os participantes do evento, haverá palestras nacionais e internacionais, workshops, hackathons, além de espaços para games, entre outras atividades.

Mais informações: (62) 3201-5556

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Recadastro para clientes de celular pré-pago começa nesta quarta

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Começa, nesta quarta-feira (31), o recadastramento dos clientes de serviços de telefonia celular pré-paga em nove estados e Distrito Federal. A atualização é obrigatória para quem possui pendências cadastrais. Os clientes com algum tipo de pendência receberão uma mensagem (SMS), informando que precisam fazer um novo cadastro. Quem não fizer o recadastramento no prazo estipulado pela operadora terá a linha bloqueada enquanto o cadastro não for atualizado.

O recadastramento será aplicado aos clientes dos estados do Acre, Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Rondônia, Tocantins e Santa Catarina.

Para atualizar os dados, o consumidor que receber a mensagem de aviso deverá entrar em contato com a central de atendimento telefônico da sua operadora e estar preparado para informar nome completo, número de CPF (no caso de pessoa física) e o endereço completo com CEP.

Esta e a segunda etapa do recadastramento que começou em abril na região do DDD 62, em Goiás. Agora, o recadastramento está sendo estendido para todos os municípios goianos e para outros nove Estados. Em 2 de setembro, o recadastramento será ampliado para todo o Brasil.

De acordo com o Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel de Celular e Pessoal (Sinditelebrasil), o objetivo do recadastramento é dar mais segurança e transparência para os usuários e a sociedade. “A iniciativa atende ao que foi determinado pela Lei 10.703/2003 e pela resolução 477/2007, da Anatel, para que as operadoras mantenham o cadastro atualizado de seus clientes na modalidade pré-paga”, informou o sindicato.

Após a fase de recadastramento dos clientes, as operadoras de telefonia celular irão implementar novo modelo de cadastro para novas ativações de celulares pré-pagos.

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Governo brasileiro vai facilitar importação de máquinas e eletrônicos

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O governo vai facilitar a importação de bens de capital e de informática com impostos reduzidos. Enquanto a abertura comercial do setor prometida pelo presidente Jair Bolsonaro não sai, a equipe econômica tenta agilizar a retirada de tributos para a compra de bens que não tenham similar produzido no Brasil – como máquinas pesadas, equipamentos industriais e partes de computadores.

Além de simplificar processos, o governo quer definir critérios mais claros para decidir se um bem tem ou não equivalente nacional. Esse movimento, no entanto, tem gerado preocupação na indústria local e entre representantes da Zona Franca de Manaus, que temem uma abertura “velada” do mercado nacional a bens do exterior sem melhorias do ambiente de negócios para os empresários brasileiros.

Hoje, após autorização do governo, já é possível importar produtos que não têm similar nacional com imposto reduzido. No ano passado, foram concedidos ou renovados 4,3 mil pedidos de importações de bens de capital e informática, que resultaram em uma importação estimada em US$ 7,69 bilhões, segundo dados do Ministério da Economia. Atualmente, existem cerca de 7 mil produtos enquadrados como “ex-tarifários”, o que reduz o imposto de importação de uma média de 14% para algo entre zero e 2%.

A atual equipe econômica, no entanto, considera que os critérios utilizados até agora para definir quais bens podem ser enquadrados como “ex-tarifários” são subjetivos. Se há uma declaração da indústria brasileira de que o setor poderia produzir determinado produto, o benefício não é concedido, o que pode abrir margem para fraudes, na avaliação do governo. “Vamos simplificar e facilitar o processo”, afirmou ao Estadão/Broadcast o secretário da Indústria da Secretaria de Produtividade, do Ministério da Economia, Caio Megale.

No fim de junho, o Ministério da Economia publicou uma portaria para definir os novos critérios para o enquadramento. Pelo texto, poderão receber o benefício produtos importados que tiverem preço menor do que o cobrado pelo similar brasileiro e também aqueles cujo prazo de entrega for menor do que o pedido pelo produtor nacional.

Reação
Essa portaria gerou forte reação entre representantes do setor privado, além de parlamentares da Região Norte – preocupados com o efeito que a redução de tributos sobre a importação teria nas indústrias instaladas na Zona Franca de Manaus. Deputados e senadores intercederam, e o governo adiou a entrada em vigor das novas regras para o fim de agosto. Até lá, prepara uma regulamentação para dirimir as principais dúvidas dos industriais.

“Não existe nenhuma explicação técnica ou macroeconômica para uma portaria que tem impacto profundamente negativo sobre a produção nacional e que certamente agravará o quadro já dramático de desemprego no Brasil”, afirmou o líder do MDB no Senado, Eduardo Braga (AM). “Se o governo não negociar com parlamentares e fabricantes uma medida alternativa, capaz de garantir o emprego dos mais de 2 milhões de brasileiros que trabalham no setor de bens de capital e informática, a saída será aprovar um decreto legislativo que derruba a portaria.”

Para tranquilizar o setor privado, o governo decidiu não analisar novos pedidos de ex-tarifários até a regulamentação da portaria, segundo Megale. Ele e sua equipe têm feito reuniões com representantes de industriais e importadores para levantar possíveis dúvidas. Mas, de acordo com o secretário, os critérios de preço e prazo para definir se um produto tem equivalente nacional devem ser mantidos.

“Vamos fazer uma regulamentação detalhada e fechar buracos que poderiam levar a consequências indesejadas. Vamos facilitar para quem usa e deixar claro que simplificar é o objetivo”, afirmou.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. (Agência Estado)

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