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Alonso deixa F1: Quem perde mais?

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Após 17 temporadas o bicampeão anuncia sua despedida. Fernando Alonso, que completou 37 anos em julho, deixa a F1 acumulando 32 vitórias, 22 poles e 97 pódios até agora.

Além de seus dois títulos, em 2005 ele se tornou o mais jovem campeão mundial na história da F1, ele foi vice-campeão por três vezes. Fernando é tido por muitos como o melhor piloto do atual grid e um dos maiores de toda a história. Mas por que um multi-campeão que ainda está em alto nível decide deixar a principal categoria da F1? (Foto: Veja)

Fernando Alonso é considerado pela maioria (me incluo nesta) como o mais completo piloto da atual F1. Quando entrou na F1 há 18 anos, como piloto de testes da Benetton, ele talvez não tivesse ideia do tamanho da história que construiria. Fernando vai embora como bicampeão, colecionador de inimigos, respeitado por todos, sem espaço em equipes grandes, querido pelo público e midiático ao extremo. Alonso é um personagem, é amado e odiado. É tão talentoso quanto problemático, toma as melhores decisões dentro da pista e as piores fora dela. Sem dúvidas, um dos maiores e melhores produtos que a F1 criou nas últimas duas décadas.

(Fernando Alonso conquista vitória no GP de Mônaco em 2006 – Foto: Leonardo Contesini)

Alonso esteve no lugar certo na hora certa em 2005 quando foi o campeão mais jovem da história em Interlagos (recorde anterior de Emerson Fittipaldi) contra Michael Schumacher e repetiu o feito em 2006 se tornando também o mais jovem bicampeão da categoria.

Neste ano em 2006, Alonso sagrou-se bicampeão também em Interlagos onde os brasileiros viram Felipe Massa vencer após treze anos sem o hino nacional no pódium, tive o privilégio de participar da prova de abertura daquele ano pela F-Renault e ver tudo isto de perto. Após dois anos de glória Alonso começa as escolhas erradas. Em 2007 o piloto espanhol transferiu-se para a McLaren e perdeu o título para o protegido do time e estreante Lewis Hamilton. No ano seguinte retorna para a Renault e junto a Nelson Ângelo Piquet participam de um dos episódios mais vergonhosos da história do automobilismo. Fernando então se muda para a melhor equipe de 2008, Ferrari que em 2009 não consegue superar a façanha da equipe Brawn GP. Sem a chance de ser campeão após 4 anos de domínio da Red Bull, Fernando retorna a McLaren em 2015 para uma aposta de risco, a volta do casamento perfeito McLaren-Honda dos tempos de glória com Senna. O risco se confirmou e a parceria Motor-Chassis foi horrorosa e se arrasta até hoje.

O Espanhol nunca escondeu sua vontade de conquistar a tríplice Coroa (GP de Mônaco de F1, Le Mans e 500 Milhas de Indianápolis). Em 2017 ele estreou nas 500 Milhas de Indianápolis e quase chegou a sua tão sonhada vitória após liderar por várias voltas e ter seu motor (Honda) fundido. Neste ano, ele estreou e venceu as 24h de Le Mans. Dito isto, é uma aposta certa que Alonso deve migrar para a F-Indy em 2019 para tentar o único título que não tem, as 500 Milhas de Indianápolis.

(Vitória nas 24h de Le Mans em 2018 – Foto: Autosport.com)

É o melhor talento que a F1 produziu após Michael Schumacher, é um dos maiores nomes da história do automobilismo e sem dúvidas um dos pilotos mais famosos de todos os tempos. Alonso ainda está em grande forma e vai voltar as vitórias que a tanto tempo não conquista. Perde a F1, perdem os fãs da categoria e ganha Alonso, que reencontrará a felicidade e muito provável que se torne o primeiro piloto a se igualar a Grahan Hill, o único detentor da tríplice coroa do automobilismo.

 

Rodolpho Santos Iniciou sua carreira aos sete anos de idade. Foi tetracampeão Goiano de kart e esteve entre os 6 melhores kartistas do país por dois anos. No automobilismo participou de categorias de monoposto como F-Ford e F-Renault conquistando pódios em ambas e F3 Sul-americana onde foi o 2º melhor estreante com três pódios em sua primeira temporada. Participou de testes coletivos na Europa da extinta F-Master (atual GP3) e fez uma temporada completa na GT3 a bordo de uma Ferrari 430 onde também acumulou pódios.

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Opinião

Desafios da comunicação na ‘Era Fake News’

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O século XXI trouxe inúmeras mudanças para a nossa sociedade, dentre elas, na comunicação que, com certeza, é uma das mais significativas. Com a popularização da internet chegamos à era digital, onde as notícias são espalhadas em um prazo mínimo de tempo, podendo viralizar em segundos e sem muitas vezes ter sido checada à veracidade dos fatos.

Um dos maiores desafios do jornalista na nossa sociedade atual é o combate às famosas Fake News, que tem se intensificado ao longo dos anos e ficou ainda mais forte durante desde as eleições presidenciais no Brasil em 2018. Essas ‘notícias’ falsas podem estar no facebook, no instagram ou no twitter, mas na grande maioria das vezes elas viralizam no whatsapp.

Se você é alguém que não checa a veracidade dos fatos antes de compartilhar, provavelmente você já propagou uma Fake News, muitas vezes sem ter consciência disso. Isso acontece porque as pessoas tendem a acreditar mais facilmente em informações que condizem com o seu modo de pensar, o que explica também o porquê essa ‘onda’ cresceu tanto durante as eleições.

A era digital trouxe incontáveis benefícios á população, mas como tudo tem seu lado negativo, com essas mudanças, hoje qualquer pessoa com seu celular pode criar uma notícia falsa em benefício de si mesmo e viralizar nas mídias sociais, uma vez que cai na rede dificilmente ela poderá ser desmentida. É como diria a frase do ministro de propaganda de Adolf Hitler, Joseph Goebbels “Uma mentira repetida mil vezes torna-se verdade”.

A internet deu a pessoas comuns o poder de divulgar informações de maneira amadora, mas não foi apenas isso que afetou as bases do jornalismo. Desde 2009 o diploma acadêmico não é mais uma obrigatoriedade da profissão, o que resulta em pessoas despreparadas no mercado de trabalho principalmente para lidar com os desafios da comunicação.

Vivendo em um momento em que qualquer um pode divulgar informações, o papel do jornalista com formação acadêmica se tornou ainda mais importante, pois, é ele quem investiga, questiona, apura, luta para acabar com essa onda de Fake News e levar a população notícias de confiança. Isso não quer dizer que todo jornalista com diploma vai ter total comprometimento com o interesse público, mas é preciso que haja o mínimo de preparação para atuar em uma área tão importante.

Esses conteúdos noticiosos de origem falsa que são espalhados, não são como uma ‘barrigada’, um erro de apuração por parte de quem divulgou. Quem cria essas ‘noticias’ e jogam nas redes fazem isso com o propósito de propagar um fato falso muitas vezes em beneficio de si próprio.

Portanto, em tempos como esse, é necessário desconfiar de qualquer notícia que se recebe nas redes sociais, em especial no whatsapp. Por mais verdadeira que pareça, por mais que você tenha recebido da sua amiga mais confiável, antes de pensar em compartilhar verifique se de fato a noticia é verídica. Mesmo se você acredita que essas informações possam ajudar alguém ou que seja algo em que você queira acreditar, busque em fontes jornalísticas de confiança primeiro. Propagar uma notícia falsa pode trazer sérios danos, é preciso ser criterioso com o que divulgamos.

Evite repassar informações sem checar a veracidade, uma boa maneira de verificar se um fato é verdadeiro, é procurar uma mesma notícia em diferentes veículos de comunicação que sejam de confiança e que tenha credibilidade, se, por exemplo, diferentes grandes sites estão noticiando o mesmo fato, as chances de ser verídico são maiores. Desconfie sempre de notícias com títulos sensacionalistas para chamar a atenção do receptor, nem sempre é ‘tudo isso’ mesmo.

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GP Brasil de F1: A corrida perdida de Max Verstappen

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O GP Brasil de F1 foi como em quase toda temporada um dos melhores para o telespectador. Hamilton venceu, Mercedes foi pentacampeã mas o assunto pós corrida foi o incidente de Max Verstappen e Esteban Ocon. A Transmissão foi um pouco confusa para explicar o que aconteceu, mas a verdade é que foi uma das maiores trapalhadas da F1 deste ano, se não a maior.

Vamos a corrida:

Max largou em quinto e estava em um ótimo ritmo. Nas sete primeiras voltas ele ja havia ultrapassado Vettel, Räikkönen e Bottas para assumir o segundo lugar. Hamilton seguia na ponta até sua parada e retornou na sétima colocação deixando o caminho livre para Max liderar. Verstappen tentava assim tirar a diferença para Hamilton enquanto Lewis escalava posições para retornar a ponta. Só então na volta 35, Verstappen finalmente fez seu pit-stop, com a Red Bull trocando os supermacios pelos macios. Só que a Red Bull perdeu um pouco de tempo, e Hamilton voltou à frente do holandês. Verstappen não desistiu e imprimiu um forte ritmo até chegar e ultrapassar Hamilton de forma até fácil na reta dos boxes e então abria vantagem a cada volta caminhando para mais uma vitória que parecia garantida, até a volta 42 quando então encontrou Esteban Ocon.

O incidente:

Tudo começou quando o Ocon retornava dos boxes com um pneu mais novo e mais macio que Verstappen. Com uma volta de atraso para o restante do pelotão, o francês, que era 16º, pediu permissão para sua equipe, Force India, para tirar uma volta de atraso, ou seja, ultrapassar o líder da corrida que estava em sua frente, Max Verstappen. Sua equipe o liberou e ele então prosseguiu colocando seu carro ao lado do carro de Max na reta dos boxes.

Max, agressivo como é e por já ter um histórico de disputas com Ocon desde 2014 na F3 Européia (vencida por Ocon), fechou as portas se posicionando por dentro.

Se você é retardatário, em 16º, tenta ultrapassar o líder e ele não deixa, o que você faz?

Obviamente você deve entender seu lugar na corrida e recolher.

Não com Ocon! Ele se posicionou por fora e insistiu na ultrapassagem contornando o “S do Senna” com o carro por fora ao lado do líder Max Verstappen.

Se você é o líder da corrida depois de largar em 5º, o segundo colocado não mostra nenhuma chance de te alcançar e tem um retardatário forçando a barra para te ultrapassar, o que você faz?

Obviamente você não arrisca tudo e deixa ele ir embora.

Não com Verstappen! Ele resolve tentar dividir a segunda “perna” do S com Ocon e acabam se tocando! Os dois rodaram, Hamilton passou limpo pela confusão para reassumir a ponta e Max ainda perdeu tempo para fazer gesto obsceno para Ocon antes de voltar para a pista.

Veja o vídeo do incidente:

A partir do incidente, Max seguiu Hamilton e terminou a última volta a 1,5 segundos do líder, apenas meio segundo de poder utilizar o DRS (asa móvel) o que possibilitaria a ultrapassagem. Logo que desceu do carro, Max e Ocon se encontraram na pesagem e o holandês não se conteve, partiu para a agressão e acabou sendo punido pela FIA por contato físico e terá de prestar dois dias de serviços comunitários.

Veja:

 

Lewis logo que encontrou com Max na sala antes do pódium aproveitou para dar uma dura em Verstappen. Primeiramente, Hamilton disse que era permitido a Ocon tirar a volta de desvantagem, no que ouviu de Verstappen: “Eu sei, mas você não pode bater, pode?”. Em seguida, o britânico deixou clara sua visão e deu uma dura no adversário: “Você tinha mais a perder do que ele. Ele não tinha nada a perrder e você tinha tudo.”

O pupilo da Red Bull foi defendido por Christian Horner, o chefe de equipe da Red Bull. Ele disse que Verstappen foi até contido sobre a agressão a Ocon, definido pelo dirigente britânico como “sortudo” por ter escapado ‘apenas’ com os empurrões.

“Eu acho que ele [Ocon] estava rápido na reta, mas por que ele está correndo com o líder se ele não tem ritmo e atirou o carro por dentro lá? Não faz sentido. Eu acho que Max foi contido, para ser sincero. Isso custou a sua vitória”, bradou Horner.

Já Otmar Szafnauer, chefe de equipe da Force India alegou que via o francês mais rápido que o líder e que, por isso, via chances reais de Ocon tirar a volta de Verstappen.

“O Esteban perguntou no rádio se poderia tentar tirar a volta porque estava mais rápido e nós o liberamos. Ele fez isso no ponto em que entendeu melhor e com vantagem nos pneus, como provavelmente seria por mais cinco ou seis voltas”, disse.

Outros ex-pilotos saíram em defesa de Verstappen como Villaneuve: “Ocon é uma vergonha. Foi ridículo, e o pior é que todo mundo viu o que aconteceu e no rádio nem disse ‘sinto muito, errei’. É bom admitir que você cometeu um erro”, salientou Villeneuve em entrevista ao site norte-americano ‘Motorsport.com’.

O melhor da história toda, é que Jos Verstappen, o pai de Max, passou por uma situação muito parecida também no GP Brasil só que em 2001 e acredite, o Verstappen pai que estava do outro lado. Havia sido a última vez que um retardatário retirava um líder da ponta. Na ocasião,ele acertou e tirou Juan Pablo Montoya com sua Williams da liderança.

Max Verstappen perdeu a corrida e Esteban Ocon, praticamente certo que vai estar desempregado da F1 em 2019, se despede com uma lamentável trapalhada que provavelmente marcará sua curta passagem pela F1.

 

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Lewis Hamilton é pentacampeão mundial de F1 e se coloca entre os maiores

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Em um dos campeonatos mais disputados dos últimos anos, Lewis faz história dez anos após a conquista dramática do primeiro título mundial, em Interlagos, e se torna pentacampeão da F1, superando Alain Prost e Sebastian Vettel, e iguala a Juan Manuel Fangio.

Após dez anos de seu primeiro título mundial contra Felipe Massa em Interlagos, Hamilton conquista seu quinto título após terminar o GP do México em 4º colocado e garantir com ainda duas etapas a serem disputadas seu título mais merecido dos cinco. De 2007 para cá, Lewis passou por muita coisa. A McLaren já não o ajudou com um  equipamento que pudesse colocá-lo em condições de lutar por mais títulos. Surgiram equipes dominantes neste tempo e Hamilton já questionado, teve de tomar talvez a decisão mais difícil de sua carreira: a mudança da McLaren — equipe que o acolheu desde a adolescência — para a Mercedes, que retornara ao Mundial em 2010, mas que ainda não apresentava nenhum sinal de que poderia ditar o ritmo no esporte e o afastamento de seu pai como seu manager.

Para estar entre os maiores do esporte, a estrela do esportista precisa não só brilhar mas precisa ter um ’timing’ perfeito. E com Lewis não seria diferente, já na segunda temporada ele dominou o campeonato. Foi amadurecendo com o tempo, errando cada vez menos até que em 2016 encontrou um Nico Rosberg que fez uma temporada estratégica e quase perfeita. Era o que ele precisava para se reerguer. Em 2017 Lewis encontrou um rival a altura, e após uma bela disputa saiu vencedor. Para 2018, os dois trouxeram o que tinham de melhor, Sebastian Vettel abriu a temporada vencendo e se impondo como principal adversário da Mercedes de Hamilton. Os dois fizeram a primeira parte da temporada como a muitos anos não se via, alternância de líder a cada corrida e disputa ponto a ponto. Até que Seb passou a cometer erros demais. Equívocos em momentos decisivos, não conseguia mais tirar vantagem de ter nas mãos um carro melhor e mais equilibrado. Sucumbia à pressão, enfim. Hamilton, por outro lado, aproveitou todas as oportunidades que surgiram e, quando teve o melhor carro nas mãos, venceu.

O abraço que reúne 9 títulos mundiais. A grandeza de Sebastian Vettel ao reconhecer o mais novo pentacampeão

Logo após o final da corrida, Seb interrompeu sua entrevista para abraçar Hamilton. “Ele pilotou de forma perfeita durante todo o ano… cinco, eu acho que é algo incrível” disse Vettel que, embora não tenha sido o concorrente à altura no fim, a grandeza dele é imensa. E só torna o quinto título de Hamilton ainda mais importante. Afinal, todo grande campeão — e isso a história da F1 mostra bem, como as rivalidades entre Senna e Prost, Schumacher e Alonso e Fangio e Moss — precisa também de um grande adversário.

Hamilton é sem dúvidas um dos grandes da história, outros grandes já reconheceram seu talento e recentemente até Alonso, seu maior rival logo em sua estréia na F1, se rendeu ao pentacampeão. “Acho que ele é um dos melhores. Não tenho dúvidas de que quando você ganha um campeonato cinco vezes não é por acaso. O que eu respeito mais em relação ao Lewis é o fato de ele ter vencido em todos os anos e dominado o campeonato quando tinha de fazer isso. E, quando o carro não era bom o suficiente – e me lembro de 2009 – ele ainda assim venceu corridas. Acho que ele mostrou comprometimento e talento nos bons momentos e também nos ruins. É difícil comparar pilotos de eras diferentes, e às vezes você tem lutas até o final, outras você só luta com seu companheiro – e Lewis perdeu uma vez para o Nico. Mas ele é um dos melhores e não vai parar por aí: ano que vem ele deve ter um bom carro novamente. Você precisa estar no lugar e na hora certos para vencer tantos campeonatos.” Disse Alonso.

“Eu colocaria Lewis acima de Michael [Schumacher], por milhas”, disse o canadense Jacques Villeneuve, campeão em 1997…. – Clique aqui e veja mais.

“Eu colocaria Lewis acima de Michael [Schumacher], por milhas”, disse o canadense Jacques Villaneuve, campeão em 1997.

Damon Hill, campeão de 1996, também acredita que Hamilton merece ser classificado ao lado dos grandes nomes. “Com Lewis você está vendo que a precisão é outra coisa”, diz ele. “Você viu isso com pessoas como Alain Prost e Ayrton Senna. Ele parece estar dirigindo relaxado com o comando de seu talento e seu carro, é realmente algo para ser visto.” “Não há como você não compará-lo favoravelmente a Stewart e Senna, Clark e Fangio, os grandes artistas da pilotagem. Ele tem esse talento sublime.” completou Hill.

O ex-piloto Johnny Herbert destaca sua performance no molhado durante a classificação em Monza como exemplo de seu talento. “Foi inacreditável, simplesmente brilhante”, diz ele. “O que ele foi capaz de fazer, virar o carro, a aplicação dos freios, como ele usava o acelerador. Eu só vi isso algumas vezes na minha carreira quando Nigel Mansell teve que lutar com o carro ao redor de um circuito e o único outro era Ayrton. ” “Ele é o piloto mais rápido e mais completo do grid”, diz Herbert. “Eu ainda acho que não vimos o melhor dele ainda. Ele está ficando cada vez mais forte e melhorando. Para mim, Lewis está em igualdade com qualquer um dos grandes nomes que você deseja nomear.” completou.

Ele é definitivamente muito rápido e isso é uma questão de detalhes. Ele tem muita experiência e ainda está faminto por sucesso. Claro que todos os pilotos têm seus pontos fracos, mas alguns têm menos. Ele trabalha duro – muito ma… – Clique aqui e veja mais.

“Eu colocaria Lewis acima de Michael [Schumacher], por milhas”, disse o canadense Jacques Villeneuve, campeão em 1997…. – Veja mais

Os números de Lewis Hamilton:

5 – Número de títulos na F1 – em 2008 com a McLaren e 2014, 2015, 2017 e 2018 com a Mercedes.

11 – Maior número de vitórias em uma única temporada (em 2014)

12 – Número de temporadas na F1

16 – Pódios consecutivos (2014/15)

22 – Idade de Hamilton quando ele fez sua estreia

23 – Hamilton tornou-se o mais jovem campeão mundial aos 23 anos e 301 dias em 2008. Esse recorde é agora detido por Sebastian Vettel, que conquistou o título de 2010 aos 23 anos e 134 dias

33 – Número recorde de términos na zona de pontuação, uma série que foi encerrada com o abandono na Áustria em junho de 2018

44 – Número do carro de Hamilton, que ele usa desde as categorias júnior

50 – Vitórias pela Mercedes desde que ingressou na equipe, em 2013

71 – Número de vitórias que Hamilton acumula, ficando só atrás de Michael Schumacher (91). A primeira vitória foi no Canadá em junho de 2007

81 – Número recorde de pole positions na história da F1. Sua primeira pole veio no Grande Prêmio do Canadá de 2007

132 – Hamilton terminou no pódio 132 vezes

227 – Corridas iniciadas. Hamilton é o único piloto que venceu pelo menos uma corrida em todas as temporadas em que competiu

12.828 – Números de voltas em corridas

 

 

 

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